
I João, 3
8. Aquele que peca é do demônio, porque o demônio peca desde o princípio.
I João, 1
8. Se dizemos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós.
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E destarte somos todos do diabo, cristãos e não cristãos, de acordo com o Calhamaço de Embustes. Do capeta!
Jesus é o cordeiro de deus, que tira os pecados do mundo, embora os pecados do mundo ainda estejam por aí.
Jesus é aquele que livra os batizados do pecado original, embora continuem pecadores e exilados do paraíso outrora usufruído pelos sem-umbigo, Adão e Eva.
Os não batizados, como o bebê da foto, filhinho de pagãos budistas, estão em pior situação; nascem e morrem contaminados pelo pecado original, não têm seus pecadilhos perdoados ao longo da vida, vivem e morrem do demônio e passarão a eternidade nas caldeiras do inferno.
3 comentários:
Não é uma perspectiva tão ruim. Costumo comentar que se o paraíso for um espaço casto, abstêmio, onde somos forçados a passar os dias ouvindo harpas e cultuando um deus extremamente inseguro, o inferno não parecerá tão mau. Especialmente porque se poderia levar os dias com uma Heineken nas mãos enquanto ouviríamos Beatles, Elvis e um pouco de ACDC (espero que nenhum carola desatento apareça para me dar lição sobre o que diz a tradição cristã a respeito do inferno).
Hehehe
Mark Twain já dizia, não sei se com estas palavras: prefiro o inferno pelas companhias e o céu pelo clima.
Fiz uma paráfrase involuntária então.
Por falar em Mark Twain, estou com O Estranho Misterioso parado há alguns anos em casa à espera
que eu o leia. Acabo nunca conseguindo, sempre surge alguma outra coisa.
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