30 janeiro 2008

Razão, Paixão e Conversão

Outro dia, passei o almoço discutindo com um colega os motivos que o levaram a ser vascaíno. Ele me contou que quando criança seu padastro o levou a um jogo no Maracanã onde ele assistiu a um belo jogo coroado com uma bela vitória. Este e mais alguns eventos causaram-lhe grande impressão e provocaram a sua “conversão”.

Qual o benefício que alguém pode ter por torcer por um time de futebol? Se o time ganhar existe um benefício claro nesta identificação, que seria a pessoa se sentir vencedora também. Esta é mais uma doce ilusão, a da torcida, especialmente daquela que, sentada em frente ao sofá, acha que seus gritos podem influenciar de alguma forma o resultado.

Um ponto interessante desta discussão sobre a escolha de um time é que para a maioria das pessoas o fato de torcer para um time tem pouco efeito para a sua vida. Assim, se a escolha foi feita influenciada pelos pais e outras circunstâncias, não faz muita diferença. Entretanto, qual seria o grau de racionalidade na escolha de coisas que importam para nossa vida?

Um tema que me é caro é o das escolhas políticas; será que as pessoas sabem por que escolheram as suas posições políticas? No meu caso, acredito que os filmes de Hollywood tiveram um peso importante na minha escolha de ser um liberal, na medida em que me levaram a valorizar a liberdade individual e a temer a opressão do Estado.

Outra escolha muito influenciada por afetividades e acontecimentos é a escolha de uma religião, isto é, se tiver havido uma escolha. A maioria das pessoas acaba “escolhendo” a religião ou o ateísmo dos pais. Esta é uma escolha que vem revestida de alguns benefícios; por exemplo, se o cara é um adventista, provavelmente terá um grande cuidado com o próprio corpo. Se o cara for judeu, provavelmente, terá alguma “auto-estima” decorrente do fato de pertencer ao povo escolhido. E por aí vai.

Acho que é um exercício de futilidade tentar convencer um torcedor qualquer a parar de torcer por um time porque o time foi dominado por fulano ou beltrano que roubam e administram mal. Afinal, o time faz parte da identidade do fulano, ele se vê como flamenguista, esquerdista, progressista, nacionalista... Neste sentido, como a maioria das pessoas pertence a uma religião devido a uma identificação, não serão alguns argumentos que a farão desistir de uma religião.

Por que as pessoas preferem a ilusão à realidade? Porque provavelmente a realidade é difícil de ser digerida. A pessoa não está pronta; seja por preguiça ou qualquer outro motivo, ele prefere a ilusão. Prefere acreditar no presidente que proverá as suas necessidades materiais em troca da sua liberdade. Afinal, ele está dando algo que não valoriza, pois a liberdade exige ação e as ações têm conseqüência. Melhor não agir e dormir e sonhar com o seu time campeão.

12 comentários:

Anônimo disse...

Esporte é a alta cultura dos sem-imaginação, que são dois terços da humanidade.

Se brasileiro tivesse por política um décimo do interesse que tem por futebol, esse país seria outra coisa.

C. Mouro disse...

Ótimo artigo. Toca num ponto sobre o qual seria proveitosas as reflexões.

É mito do coletivismo, a realização por "tabela", uma tabelinha coletivista, onde o sujeito toma para si a glória do mito, como se integrado a um algo superior ao indivíduo. Daí, ele escapa de comparações individuo-indivíduo que teme desvantajosas a si. A coisa vira paixão, mas paixão prejudica a razão.
É confortável a idéia, pois qualquer integrante da coletividade, assim formada por uma característica eleita, que obtenha alguma glória, os demais assumem que a glória do integrante da coletividade é uma glória da coletividade. Porém, os deméritos de um integrante são apenas lançados contra o indivíduo, podendo-se mesmo dizer que não é um "integrante verdadeiro".

Há tempos, um motorista onibus conversava e não se cansava de fazer elogios aos motoristas de onibus: "motorista de onibus é foda", dizia, e logo imendava afirmações sobre a virilidade, sobre habilidade como motorista, como atraente para as mulheres e etc.. Sentia-se confortável, sentia-se com credibilidade porque não elogiava a si, mas aos motoristas de onibus, como se todos iguais.

O nacionalismo é um coletivismo, o racismo, bairrismo, a torcida por um time, uma ideologia, ou uma categoria qualquer que se possa eleger como formadora de um grup, uma coletividade mitica.

...Não refletem que um indivíduo pode pertencer a categorias diferentes e até antagonicas: ele pode ser negro, vascaino, socialista, motorista de onibus, argentino. E outro pode ser brasileiro, patrão, flamenguista, socialista, negro. E por aí em diante. Muitos poderão se incluir em várias categorias até antagonicas. ...elege-se o "grupo homogeno" ao sabor do momento.

Quem quer ser enganado, sempre se engana.

Abraços
C. Mouro

C. Mouro disse...

Razão e paixão.

Lá RC, um cristão que lá defendia o a moral religiosa, o amor cristão e o escambau, vendo-se sem meios de me atingir, passou a usar meu nome.

Vejamos, se estes indivíduos efetivamente fossem crentes sinceros, aceitariam tal comportamento.
Aparentemente é o mais fanático, que postava já com mais de um nome: Ele recriminou num comentarista aquilo que tolerou em "outro", tendo recomendado autor que usava a tese deste "outro" para atravé dela defender a crença. ...é uma evidência, eu penso.

Enfim, o demente anda a escrever e falar consigo mesmo, alem de usar também meu nome. Um trabalhão danado o pobre atormentado está tendo.

Veja só, um amoroso cristão se valendo disso. Pode? ...claro que pode, é o que mais tem.

Ou seja, a qualidade está nos indivíduos e não nas crnças que professam. Há cristãos honestos e safados, bem como ateus, muçulmanos, macumbeiros e etc..
Da mesma forma há religiosos de todas as religioes que são liberais bem como os há marxistas/totalitários.

O problema é a liderança ter "nas mãos" um rebanho obediente. Eles incitam a discórdia, inventam inimigos para fazer amigos, dividem para dominar. Enfim, a crença ou descrença em nada afetam o caráter individual, tudo depende do grupo em que o indivíduo está inserido. Se um grupo de apoio disposto a proteção mútua, então o que não presta se sentirá moralmente apoiado para qualquer tipo de comportamento.
Aliás, eu tenho como a maior causda da criminalidade o "apoio moral" que a bandidagem tem recebido de sua "torcida organizada", que em nome dos direitos humanos mima os bandidos, fornece-ljhes apoio moral e condena moralmente o cidadão de bem que quer defender-se.

Abraços
C. Mouro

Catellius disse...

"Enfim, o demente anda a escrever e falar consigo mesmo, alem de usar também meu nome."

Sério, Mouro? Você deve ter pedido para o Constantino apagar os comentários, obviamente.

C. Mouro disse...

Não, eu não estou me importando com isso não. Na verdade me admirei do Constantino ter "papado essa bola".
A coisa está evidente, pois o tolo(a) copia e cola trechos de comentários meus.

Ou seja, se dá um trabalho desgraçado ficando o dia inteiro postando. Isso só demonstra a inconformidade e raiva que está consumindo o pobre diabo.

A "Marisa" se tariu, é anta mesmo, respondendo ao meu comentário dirigido ao Rodrigo por ele ter caido nessa. Ela negou mas que sabe que estou querendo interagir (como a dizer que não posso postar porque vem uma enxurrada de "C. Mouro"s e outros), e que estou vendo todos contra mim e blá blá.

Ou seja, o traste cristão amoroso imagina que isso me incomoda, e então se dá um trabalho desgraçado de postar mais de 30 comentários o dia todo. ...hehehe! ...que se lasque!

Para mim o fato serve de prova do que penso, além de também prova de imensa inconformidade de quem assim procede, até se desmoralisando para si mesmo, pois que tal coisa é seu único recurso para tentar aliviar o ódio ...hehehe!

Que tenha muito mais trabalho ainda. Não será isso que irá saciar quem assim procede.
Pena o Rodrigo não prestar atenção para perceber que são falsos.
Eu só postei um logo que detectei o falso "c. Mouro" para o tipo, Um no inicio do ultimo artigo e um para o Rodrigo, depois que vi que não percebeu.

No mais, ...que se lasque de raiva o(a) honesto e amoroso cristão. Cujo único recurso contra mim é este, e nem assim consegue seu intento. Que perco eu com isso? ...hehehe!

Abraços
C. Mouro

Catellius disse...

Você tem toda razão, Mouro. "No mais, ...que se lasque de raiva o(a) honesto e amoroso cristão. Cujo único recurso contra mim é este, e nem assim consegue seu intento. Que perco eu com isso? ...hehehe!" - Absolutamente nada. Bravo!

Gostei disso:

"...Não refletem que um indivíduo pode pertencer a categorias diferentes e até antagonicas: ele pode ser negro, vascaino, socialista, motorista de onibus, argentino. E outro pode ser brasileiro, patrão, flamenguista, socialista, negro. E por aí em diante. Muitos poderão se incluir em várias categorias até antagonicas. ...elege-se o 'grupo homogeno' ao sabor do momento."

--//--

Heitor,

Excelente post!

Abraços

C. Mouro disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
C. Mouro disse...

Pois é, Catellius, o fato é que acabei me divertindo prá valer com tal idiotice. Afinal, somente asnos de miolo mole poderiam crer SINCERAMENTE que fosse eu escrevendo de forma tão contra mim mesmo; ou melhor: crer que alguém pudesse escrever de forma tão idiota contra SI mesmo; copiando e colando trechos longos dos próprios comentários de forma aleatória, além de copiar as próprias expressões e lança-las de forma tão desconexa. ...hehehe!

Viste só?
A mente prega peças!
Além de ser da “área científica” e “das exatas”, também é psicóloga. ...hehehe!
Há padrões facilmente percebidos. ...eles se somam a, cada vez mais, evidências.

Como eu já disse antes, a estupidez gosta de passear com a safadeza. Esta que é, de fato, uma homenagem a virtude. É o recurso do incapaz que reconhece sua impotência natural para os objetivos que anseia.

Eu entendo que ataques e ofensas fazem parte do “jogo” e até aceito como tal que alguém desgraçado se valha de artifícios que o degradam ante si mesmo. É coisa de quem nunca conheceu o prazer do orgulho genuíno, que tendo certo desprezo por si se permite macular-se ante a própria consciência. De tal forma que despreza a opinião que possa ter de si para valer-se do ludibrio da opinião alheia em próprio favor. Assim, o máximo que tenta é a exibição da soberba (decorrente da vaidade). É a questão da honra, tão bem comentada por Schopenhauer. Mas que apenas é o interesse em macaquear o orgulho sincero através do simulacro da soberba, querendo crer que engana a platéia (não a si mesmo).

Neste “jogo”, o pobre ser não conseguiu nem abaixar uma trinca. Eu já peguei o morto e estou juntando boas “cartas” jogadas no “bagaço”. ...hehehe!

Como poderia me aborrecer? ...vou é “jogar”. ...hehehe!

Abraços
C. Mouro

Catellius disse...

Falando na menina da "área científica", entrei no blog do Tambosi e fiz um comentário trivial, por cortesia mesmo, e a Maria do Espírito Santo resolveu me espinafrar gratuitamente. Ela escreveu:

"Pior do que ser "carrapato do blog alheio" é ser crítico do carrapato do blog alheio, com comentários pseudo-versáteis e eivados da mais pretenciosa sabedoria e que não passam da mais corriqueira obviedade do senso comum.
Muja à vontade suas vociferâncias, ser ridículo. Não responderei."

E eu não agüentei, obviamente. Escrevi:

Catellius disse...
A “poetiza” “inspirada” e “original” sentiu o minúsculo coração palpitar ao me ver por aqui?
He he!
Vi um comentário do Tambosi no Pugnacitas, acho que em um post do Janer, e resolvi passar por aqui para ver como andava este ótimo blog.

Quanto a escrever obviedades, registro o que me dá na telha; não fico bancando o poeta e fazendo a brutta figura com livres associações burlescas (aprendidas de alguma terapia junguiana barata) como essa do kuém, croac, pato, sapato, etc.
Com esse estilo recomendo que tente a sorte na sapo+caí, ho ho.

Foi muito interessante o que aconteceu na caixa de comentários do post Um papa antikantiano.

Bastou um único e minúsculo alfinete para que um ego bem inflado explodisse e emporcalhasse o recinto inteiro. O que se seguiu foi de pasmar: simulação de despeito, depois desespero, raiva e espuma de hidrofóbico, ressentimento por não ter sido socorrida, coices para todo o lado, ameaças (se eu morrer meu marido não deixará barato, ho ho ho) e quietude, enfim, presumo que graças à intervenção de supositórios de fluoxetina efervescente... Foi algo deveras comovente! Tão patético que preferi nem responder. Estou acostumado a me divertir com carolas, beatas, viúvas do Muro de Berlim, petistas, ideólogos, etc. Mas foi entretenimento de primeira assistir, comendo pipoca, o delírio de uma po(br)etiza tão pretensiosa quanto insegura, de ego tão inflado quanto é pequena sua massa cinzenta; foi uma boa experiência. Obrigado.

Para alguém surtar assim na blogosfera, imagino que aposte muito mais no “mundo virtual” do que seria recomendado. Eu sugiro que se mude de vez para o second life, ho ho ho!

Recomendo vivamente a leitura dos últimos comentários da pobre infeliz, no citado post.

E escreveu o seguinte, mais de duas semanas depois, por ocasião do Natal:
“Paz na terra para o Catellius e o C. Mouro e todos os outros homens de boa vontade!”

Bom, interpretei isto como um “finjam que não existo e fingirei que não existem”. Uma espécie de bandeira branca. Mas agora, do nada, a parva me vem com essa. Deve estar se sentindo mais segura... E vem dizer que mesmo que eu falar na sua língua, mugindo, ela não me responderá. Melhor assim, ho ho ho!

--//--

Antes corriqueiras obviedades do senso comum - água rasa mas limpa, através da qual se pode ver o fundo -, do que turvar uma poça rasíssima para que pareça profunda.

Em seu primeiro comentário para o post “Um papa antikantiano” (link acima), gastou horas ao teclado enchendo lingüiça com a mais do que batida (nem por isso menos oportuna e brilhante) exortação de Kant, “ouse pensar por si mesmo”. Os papas, obviamente, preferem que os crentes lhes terceirizem o cérebro. A partir daí, a cabecinha vazia de Mary Dove tentou explorar sua “informação privilegiada” e passou a dourar a pílula. Conheçamos a “profundidade” “não corriqueira” do “nada óbvio” comentário da parva:

Mary Dove disse:

“A engenharia teológica tem tudo a ver com Hegel e nada a ver com Kant. Tudo a ver com Platão e nada a ver com Aristóteles.”

Profundidade de Wikipedia.

“Agora um pouco menos de "tudo a ver" e de "nada a ver".
Krinein não faria jamais o gênero da teologia em primeiríssimo lugar pelo posto que ocupam os tais "dogmas de fé" na construção epistêmica (?)do pensamento teologal católico.”

Ho ho ho! Quanta profundidade! A pílula já dourou, parva. Tire do forno antes que queime!

“Só isso já separa radicalmente a filosofia kantiana da exegese teológica católica. Kant não ‘interpreta’ a realidade como os teólogos o fazem. Fazem e entregam o ‘conhecimento interpretado’ pronto - mostrando o passo a passo do seu preparo, é claro, como também a limpeza da cozinha onde o alimento foi preparado - para ser consumido pelos fiéis.”

Hum... Tipo.... Não ouse pensar por si próprio.

“Kant, por sua vez, almeja que o homem saia da sua menoridade intelectual e pense por si mesmo. Não entrega nada de bandeja. Quem quiser - não seguir - mas compartilhar o conhecimento a partir dos postulados dos quais Kant parte, terá que gastar os próprios neurônios.”

Hum.... Tipo.... Ouse pensar por si próprio.

“Assim sendo, como é que Kant, o filósofo das três críticas, para quem o conhecimento só pode advir de distinções, para quem Die gedanken sind frei, poderia ser compatível com o fechado mundo do pensamento teológico?”

Ho ho ho! Nada como uma citação em alemão sem tradução! A pílula doura que é uma beleza. “Ela pensa em alemão e, descuidada, se esquece que os demais mal e mal conhecem o português”, é o julgamento que espera da platéia imaginária para qual ela escreve. Como Kant, para quem “os pensamentos são livres”, poderia estar alinhado com o pensamento teológico?
No fim das contas temos.... tipo... Como o filósofo do “ouse pensar por si próprio” pode ser compatível com o “não ouse pensar por si próprio”?

Pensier profondo! (La Bohème - Primo Quadro)
Quidquid latine dictum sit altum viditur = qualquer coisa dita em latim parece profunda. Em alemão também, he he he!

“Kant não combina em nada com aquele quarto fechado do Castelo do Barba Azul, intocável, intangível, Das ist verboten, não abra a bocetinha de Pandora, ou então os atrevidos virão surgir todos os "males do mundo" atacando como um bando de morcegos sugadores de sangue.”

Tipo, Kant não tem nada a ver com o “não ouse pensar por si próprio”.

“Kant não proibe que se coma o fruto da Árvore da Ciência do Bem e do Mal, muito pelo contrário: exige que se coma desse fruto, com casca e caroço.”

Tipo, Kant não tem nada a ver com o “não ouse pensar por si próprio”. Muito pelo contrário: tem tudo a ver com o “ouse pensar por si próprio”.

“A mim me parece que a Igreja Católica, por questões de controle ideológico do seu rebalho, quer mantê-lo para sempre na menoridade intelectual.”

Tipo, a Igreja Católica prefere o “não ouse pensar por si próprio” para controlar os que não pensam por si próprios.

“O que não impede de haver católicos geniais, como os há. Mas impede terminantemente de se afirmar que não há impedimentos de arché entre o exercício crítico kantiano e a verdade exegética teologal.”

Tipo, não misture o “ouse pensar por si próprio” com o “não ouse pensar por si próprio”, são água e óleo, como Tom e Jerry, como Platão e Aristóteles, como Hegel e Kant, como noz de Mary Dove e massa cinzenta, he he he.

“Concordo, humildemente - sem ironia nenhuma - com os pontos de vista sobre esse tema dos professores Roberto Romano (pelo aluno se conhece o mestre) e Orlando Tambosi.”

Ufa! Acho que a pílula queimou!

Ignore-me doravante, ok?

Catellius disse...

Obrigado ao:

Bocage, pelo "espuma de hidrofóbico",

e a um certo

Simão Bacamarte, pelo "supositório de fluoxetina efervescente"

C. Mouro disse...

Caracoles!
...Eu aprecio em demasia os teus comentários. Gosto do estilo.

...Mas isso dá trabalho, embora por vezes seja divertido se ficamos nas bobagens.

A po(br)etiza ...vibrei com essa, foi GENIAL! ...é alguém com quem não vale a pena perder tempo, é patética - já viste - não tem nada para acrescenntar a ninguém; é pertubada das idéias, me parece.

Nem ouso arriscar nada lá. Pois não sai uma "briga" razoável, não dá nem chance de brincar saudavelmente. É baixaria que nem mendigos bebados conseguem equiparação, e o tom é trágico demais. Melhor deixar para lá. Aquilo ali não vale nem pelo divertimento. ...Eu não sabia, mas já vou retribuir: que fique em paz com suas po(br)esias ...achei show essa.

Abração
C. Mouro

PS - um comentário saiu duplicado, apague um deles.

C. Mouro disse...

Fui lá conferir.

...hehehe! o traste é demente mesmo. Não lhe restou outra saida ante tua brilhante resposta. ...O surto da demente no post "Um papa antikantiano" foi sequencia de um outro - não lembro o nome - 3 ou 4 posts antes. Lembro-me que a po(br)etisa (...gostei!) chegou a me acusar de fazer macumba para ela ...hehehe! ...Pode uma coisa dessas?

Tudo por conta de sua paranóia e "rebanhosidade" e realização or tabelinha.

Ela pensou que eu estava desdenhando da linguagem e "em consequencia" dela que é "das letras".
Ora, é algo assim como um corintiano suspeitar que estão falando mal do seu time e partir p/ o ataque.
...Depois ela se desesperou com a possibilidade de eu provar que ela errou no seu top. ...Seria uma boa discussão que levaria a reflexões sobre os "subentendidos" onde a lógica pode corrigir a linguagem, ou disfarçar os erros. ...ou então... e ela surtou de vez, falando de macumba e morte que eu até pensei que daquele jeito ela acabaria num hospital. ...melhor não arriscar tal coisa apenas por divertimento.

Abraços
C. Mouro

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