10 setembro 2018

Petistas (e também Psolistas, PCdoBestas, MSTetas, etc.)

P - Como sabemos que um pirata é filiado ao PT?
R - Usa dois tapa-olhos.

- O petista foi reprovado no teste de urina. Está exigindo política de cotas.

P - Qual é o nome que um discípulo de Boulos dá a um caramujo?
R - Bichinho irrequieto.

P - O que um Petista de Guaranhuns espera depois de uma longa seca?
R - Que as vacas deem leite em pó.

P - Por que os Petistas vivem em casas redondas?
R - Para os filhos não poderem mijar nos cantos.

P - Por que os discípulos de Boulos leem os jornais nas esquinas?
R - Para o vento passar as folhas. (Ops. E sabem ler?)

P - Qual é a diferença entre o câncer e um petista?
R - O primeiro pode evoluir.

P - Qual é a melhor universidade do mundo?
R - A UFRJ. Entram petistas e psolistas e saem engenheiros.

 - Lema dos discípulos de Boulos: Mais vale morrer de frio do que trabalhar para aquecer.

- Lema dos discípulos de Stédile: Mais vale uma mão inchada do que uma enxada na mão.

P - Quanto tempo leva para uma petista fazer um aborto?
R – Nove meses.

- O PT tem seus altos e baixos. Gente de baixo quociente intelectual e gente com alto quociente de estupidez.

P – O que nasce do cruzamento de um porco e um morcego?
R – Um petista praticando asa delta.

P – Qual é a parte da moto que os discípulos de Boulos mais gostam?
R – Do descanso.

P – O que um discípulo de Boulos faz após um dia de trabalho?
R – Tira as mãos dos bolsos.

P – Por que tem tanta gente do PSOL no RJ e tanta gente do PCC em SP?
R – Os paulistas puderam escolher primeiro

P – Por que os Psolistas gostam de sombra?
R – Porque merda derrete ao sol.

P – Qual é a diferença entre um prego e um petista?
R – O primeiro tem cabeça.

P – Onde um discípulo de Stédile guarda o dinheiro?
R – Debaixo da enxada. Ninguém mexe.

P – Por que integrantes do MST e MTST se levantam de madrugada?
R – Para ficarem mais tempo sem fazerem nada.

P – Por que membros do MST não tomam leite gelado?
R – Não conseguem enfiar a vaca na geladeira.

P – Como um Psolista arranja dinheiro para comprar um aparelho de DVD?
R – Vende a televisão.

P – Por que membros do MST e MTST não pegam AIDS?
R – Não levantam o C* para nada.

P – Por que discípulos de Boulos são baixinhos?
R – Porque os pais lhes dizem, quando são crianças “coma, filho, para quando você for grande poder trabalhar”.

P – Como um petista mata uma minhoca?
R – Enterra-a viva.

P – Alguém pergunta ao petista: “Por que arrancou dois dentes no mesmo dia?”
R – O dentista não tinha troco.

P – Um discípulo de Boulos fala para outro: “vai chover” e ouve:
R – Vai você!

- Um Psolista casou com uma francesa e colocaram o nome do filho de Jesuíno. “Je” da parte da mãe, “Suíno” da parte do pai.

P – Qual é a diferença entre fazer um eleitor do PSDB e um do PT?
R – No primeiro caso, pega-se uma vasilha e vai-se enchendo de estrume até a metade. Se encher até em cima sai um petista.

P – Por que Lula nunca erra?
R – Porque errar é humano.

- Filosofia dos discípulos de Boulos e Stédile: Penso logo exausto.


16 maio 2018

Traiano in Tracia - 2 Sketches



Acima, esboço para a abertura da ópera "Trajano na Trácia", em italiano, que estou compondo para a Stara Zagora Opera House, na Bulgária (antiga Trácia). A ópera durará aproximadamente 60 minutos e, provavelmente, estreará em julho de 2019 nas ruínas do anfiteatro romano de Stara Zagora, antiga cidade de Augusta Traiana.
Abaixo, esboço para um quinteto no 2º Ato.

02 março 2018

As Novas Virtudes

Texto de C. Mouro

A exaltação ostensiva de porcarias, do fácil, do feio, do sujo, do fraco, do pobre, do pulha, é consequência da inveja, uma vingança contra a virtude. Uma estúpida desforra por parte daqueles que em si somente reconhecem o vício, e então se unem para exaltá-lo, ansiosos por fazerem da opinião mais visível a “verdade” consensual. Querem uma "realidade" artificial na qual se sintam mais confortáveis.

Considero que ainda se está na fase binária da razão e assim tudo é julgado por "antagonismos justificadores", de forma que o feio existe porque há o belo, e o admirável só pode existir porque existe o desprezível. Há então a necessidade de inventar antagonismos postiços, na tentativa de elevar vícios à categoria de virtude. É um mecanismo mental de auto-alimentação ou, mais propriamente, de auto-alienação mútua.

Não é fácil criar algo belo, não está ao alcance de qualquer um. Então se exalta ostensivamente o lixo para relegar o belo, o difícil, o forte, o reto, o orgulhoso, o admirável a uma avaliação menor, numa oposição artificial pretensamente esclarecedora. As dicotomias, maniqueísmos e simetrias diversas ainda são usadas para se fabricar polarizações facilitadoras para inculcação. Os tolos apreciam a facilidade das polarizações, para definirem-se perante plateias através do mínimo comum.

É absurdo, mas de fato a larga maioria humana se interessa mais pela opinião alheia sobre si do que pela própria. Sinto-me forçado a homenagear Schopenhauer ao citá-lo nessa sua constatação sobre o desejo de honra (opinião alheia favorável).

Claro que tudo é vaidade e esta constatação é milenar. A vaidade é o desejo pela opinião alheia favorável e é ela que faz da tal espiral do silêncio uma estratégia infalível para conduzir rebanhos humanos.

Acredito que a fabricação de valores anti-natureza (algo bem apontado por Nietzsche, que aproveito para homenagear) foi a forma de oferecer a um povo, cada vez mais explorado por seus governantes, uma compensação moral pelas perdas materiais que lhe seriam impostas.

Assim uma ideologia justificou, no fantasioso futuro sem data e incerto que prometia, as novas virtudes, fáceis de simular e ostentar, que fariam das antigas virtudes, difíceis, os novos vícios.
Tal oferta imediatamente seduziu tudo que não prestava e, ante a ostentação de tão confortável "asinus asinum fricat", acabou por seduzir até parcelas ansiosas não tanto pelos novos valores, mas exatamente pelo "asius asinum fricat". Daí o convívio irracional com as contradições. Afinal a verdade e o interesse, ao entrarem em conflito, induzem à opção pela "realidade irreal"; o absurdo como expressão da "convivência entre contrários".

Assim, o orgulho sincero foi considerado um vício, defeito ou pecado, por ostentar satisfação consigo mesmo, enquanto outros dele não poderiam desfrutar. A humildade, que por definição só pode expressar falsidade ou resignação, se tornou uma virtude a ser simulada como ostentação de virtude, razão para orgulho (no caso postiço). Não há como subverter a realidade, pois ela se manifesta menos perceptível, mas estará lá.

Pela mesma “ilógica” a riqueza foi amaldiçoada e a pobreza elevada à virtude individual. Porém somente para ostentação, já que intimamente não há razão para a fácil pobreza ser considerada uma virtude do indivíduo.

A fragilidade, a servidão, a fraqueza, o mal viver e etc. igualmente foram feitos virtudes novas oferecidas como vingança contra as velhas.

Assim se deu com os valores preconizados pela ideologia da anti-natureza.


Cabanel: Nascimento de Vênus. Arte tida como decadente pelos
cubistas, abstracionistas, dadaístas, críticos de arte, catedráticos, etc.

Cabanel: Nascimento de Vênus. Detalhe

Picasso: Mulher com Colar. "Arte" "genial", um consenso entre os de "gosto superior".

Por fim, até as artes foram contaminadas, e meros rabiscos feios e ao alcance das habilidades de qualquer animal se tornaram "obras de arte". Assim se deu com lixos ditos esculturas e mesmo com grunhidos e palavras soltas e acordes desconexos.

Porém se já não há mais "juízes em Berlim", ao menos é certo que ainda existem muitos com verdadeiros talentos e que os exercitam sem constrangimento. Isso é realmente confortante.
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