08 janeiro 2008

Unidos contra a liberdade

Os muçulmanos da Europa multiplicam-se como ratos e passam o dia com o traseiro voltado para Alá, o mesmo deus de Abraão, e a oca cachimônia para Meca, a usufruir do bem-estar social de que as esquerdas tanto gostam, e com as bênçãos do Papa. O que é realmente prejudicado com o crescente fanatismo bovino dessa desocupada massa de manobra de mulás (sem acento) raivosos?

Segundo a jornalista e escritora italiana Oriana Fallaci, uma das principais críticas do Islã na atualidade (falecida recentemente), a Igreja Católica, apesar de parecer alarmada diante do avanço muçulmano na Europa, dá inestimável apoio econômico e político a fanáticos islâmicos. Padres católicos batalharam arduamente pela implantação de um importante instituto islâmico de Paris, um centro de difusão de ódio ao ocidente, cujo diretor foi preso por estar ligado à Al Qaeda; padres dão abrigo a muçulmanos clandestinos e até financiam a construção de mesquitas.

O principal alvo do ódio islâmico não é o cristianismo. É a liberdade das mulheres, a liberdade sexual, o laicismo, a democracia, o sufrágio universal, os direitos humanos - tudo o que foi conquistado a duras penas nos últimos dois séculos, a despeito da fortíssima oposição dos líderes católicos, que na época gozavam de bastante poder terreno (o único que há). Revelador é o fato de que há grandes comunidades de cristãos na Síria, e em outros países árabes, que vivem em relativa harmonia com muçulmanos (comprovei-o pessoalmente). São atrasados, misóginos e supersticiosos, ao contrário dos europeus. O que mais incomoda os muçulmanos, mais uma vez, não é o cristianismo. A estratégia de alguns líderes católicos, portanto, é deixar que o islamismo faça o serviço sujo contra o laicismo e liberdade europeus, para depois se apresentarem como defensores dos valores ocidentais e ganharem poder em uma Europa cada vez mais acuada e dividida. Socialistas, não por coincidência, tendem a ser posicionar em favor dos muçulmanos em quaisquer questiúnculas. Estão juntos no anti-americanismo, no anti-capitalismo, no anti-consumismo. Falando nisso, quando não há Natal consumista, quando ricos não gastam com o supérfluo o ano inteiro, acaba faltando o essencial na mesa do pobre.

Os católicos, assim como os socialistas, costumam se posicionar ao lado dos palestinos, independentemente da situação. Porque eles também adoram os oprimidos, adoram mendigos em suas escadarias... O Vaticano costuma criticar as represálias de Israel, enquanto é relativamente tolerante com as ameaças dos extremistas palestinos. Faz pronunciamentos padrão, sem qualquer veemência, quando estes demonstram intolerância. O jornal do Papa, o Osservatore Romano, chegou a acusar os israelenses de extermínio! Recentemente, um bispo do Vaticano participou de manifestações contra Israel e em favor dos palestinos e, diante do microfone, (palavras de Oriana Fallaci) deu "graças, em nome de Deus, aos kamikazes que massacram os judeus nas pizzarias e supermercados, além de chamá-los de 'mártires que vão à morte como à uma festa'".

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Reportagem de Tom Heneghan, da Reuters, de dois anos atrás:

Absorvido o impacto dos ataques de 11 de setembro de 2001, alguns cardeais católicos da Europa querem conquistar os muçulmanos como aliados para uma ameaça a ambas religiões — a falta de religiosidade na vida moderna.

Os líderes da Igreja católica, hoje reunidos em Roma para eleger o sucessor do papa João Paulo 2o, expressaram preocupação com o Islã logo depois dos ataques contra Nova York e Washington em 2001, e chegaram a encarar o islamismo como um rival espiritual para o novo pontífice.

Mas agora muitos deles, incluindo vários papáveis, estão reforçando a necessidade de trabalhar com o mundo islâmico, e não contra ele. O islamismo é a segunda maior religião na Europa. Essa união, para eles, seria uma contribuição para a paz.

"Cristãos e muçulmanos que vivem juntos devem tentar se encontrar e dialogar para rebater os rumores de um choque de civilizações", disse recentemente o cardeal de Milão, Dionigi Tettamanzi, pedindo aos italianos que tentem conhecer melhor os muçulmanos.

Para o cardeal de Bruxelas Godfried Danneels, isso é ainda mais necessário por causa da crise da religiosidade. As igrejas se esvaziam cada vez mais na Europa, enquanto as pessoas se voltam para modas espirituais, para o secularismo ou simplesmente adotam a indiferença à fé.

"Só há uma coisa importante na Igreja e no mundo, e é manter viva a idéia de Deus e o caráter espiritual do ser humano e do mundo", afirmou ele na semana passada.

A Europa, reduto do cristianismo, hoje abriga cerca de 15 milhões de muçulmanos, cuja lealdade à crença deixa muitos líderes católicos com inveja. A militância islâmica incluiu o medo e a desconfiança nas relações com essa religião. Mas, para o cardeal de Veneza Angelo Scola, que acaba de lançar uma revista sobre a união entre cristãos e muçulmanos, será na Europa, onde as duas fés se opõem desde as Cruzadas, que ambas vão finalmente se entender.

O próprio papa João Paulo II. incentivou mais relações com o Islã e visitou uma mesquita de Damasco em 2001.

O cardeal de Londres Cormac Murphy-O'Connor acredita que há poucas oportunidades para realizar tal diálogo em países predominantemente muçulmanos, mas disse esperar que as inter-relações no Ocidente "cresçam e façam incursões" nos países islâmicos.

Essa opinião, porém, não é unânime. O cardeal Joseph Ratzinger, o fiscal doutrinário de João Paulo 2o., rejeitou no ano passado a idéia de a Turquia entrar na União Européia*, afirmando que o Islã era uma outra cultura, e que os turcos deveriam se agrupar com os árabes.

"É muito comum na Itália os padres citarem Oriana Fallaci", disse o padre Daniel Madigan, especialista em Islã da Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma, referindo-se à autora de best-sellers que criticam o Islã e os países árabes.

Para Dalil Boubakeur, chefe do Conselho Muçulmano Francês, que representa a maior comunidade islâmica da Europa, a visão conciliatória está se disseminando. "O Islã e a Igreja viram-se ambos defendendo a fé, o sagrado, as tradições e o respeito pelas estruturas", afirmou.

Ao mesmo tempo que busca mais diálogo, a Igreja tem falado mais abertamente sobre seus problemas com os muçulmanos, como a repressão religiosa em países como a Arábia Saudita
.

* Observação: Logo após a declaração, Ratzinger visitou a Mesquita Azul (imagem que ilustra o post) em Istambul e declarou-se favorável à entrada da Turquia na União Européia. O ardiloso teocrata parece jogar dos dois lados. O que a Europa tem que fazer, de uma vez por todas, é manter as rédeas curtas das lideranças cristãs e sufocar as pretensões islâmicas com leis rígidas, proibir madrassas, expulsar mulás fanáticos, proibir o véu, o abominável som amplificado dos muezins, que perturba a paz, dispersar manifestações contra liberdade de imprensa, contra a democracia, etc.

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Oriana Fallaci: “La Fuerza de la Razón” (indicado pelo Janer Cristaldo)

Esta Iglesia Católica que, con el pretexto del ‘querámonos-bien’, no se limita a ejercer la Industria de la Beneficencia de la que ya he hablado. Es decir, la industria gracias a la cual a los inmigrados musulmanes los recibe cuando desenbarcan, los esconde en sus albergues, les procura asilo político y subsidios estatales, amén de bloquear sus expulsiones u obstaculizarlas… En Francia, por ejemplo, les cede incluso los conventos y las iglesias. Les construye incluso las mezquitas.

(En Clermont-Ferrand fue el proprio obispo Dardel el que cedió a los inmigrados musulmanes la gran capilla de las hermanas de San José, según cuenta Alexandre del Valle. Capilla que ellos transformaron inmediatamente en mezquita. En Asnières-sur-Seine fue la Congregación Católica la que vendió a los inmigrados musulmanes los edificios más bellos, edificios en los que ellos construyeron una mezquita con una Escuela Coránica vecina. En París fueron los sacerdotes Gilles Couvreur y Christian Delorm los que apoyaron la fundación del Instituto Cultural Islámico de Rue Tánger, instituto dirigido por el fundamentalista argelino Larbi Kechat, después arrestado por sus vínculos con Al-Qaeda. En Lyon fue el cardenal Decourtray el que mandó construir la Gran Mezquita…)

Esta Iglesia Católica que, en el fondo, está de acuerdo con el Islam porque los curas se entendien entre ellos. Esta Iglesia Católica sin cuyo imprimatur el Diálogo, perdón, el Monólogo Euro-Árabe no habría podido comenzar ni mantenerse durante ya más de treinta años. Esta Iglesia Católica sin la cual la islamización de Europa, la degeneración de Europa em Eurabia, nunca habría podido verificarse. Esta Iglesia Católica que calla incluso cuando el curcificado es ofendido, humillado, definido como un cadaverito desnudo, retirado de las aulas escolares o arrojado desde las ventanas de los hospitales. Que además calla sobre la poligamia y sobre el repudio y sobre la esclavitud. Porque en Islam la esclavitud no es una infamia que atañe a los tiempos pasados, señores del Vaticano.

16 comentários:

André disse...

Beethoven 7th Symphony

1st movement (mas completa, o cara postou os seguintes)

Carlos Kleiber

http://www.youtube.com/watch?v=s1qAWcd4rr0&feature=related

Pena que não tem a 4a Sinfonia com ele. Essa faz falta.

Catellius disse...

Uma excelente - excelente mesmo - versão da 4ª é com o Gardiner. Julgo-a melhor do que sob a batuta do Kleiber (filho). Vou ver se me conecto hoje ao MSN e lhe passo os quatro arquivos, se você aparecer. Vou "ripá-los" depois do almoço.

André disse...

Obrigado. E ainda nem passei para o HD os arquivos q ainda tenho q gravar num DVD de MP3 pra vc (o q falta: Bach, Vivaldi e umas poucas óperas).

Demorei demais pra gravar esses todos q estão aí com vc pq fiz do pior jeito, faixa por faixa, como se fosse um cd normal. Burrice. Deveria ter ripado direto, enchendo o disco de pastinhas com as faixas dentro, pra posterior navegação via menu do dvd player ou dvd do PC.

André disse...

Mas a 5a do Carlos Kleiber é maravilhosa. E a 7a também. Estão nos cds q eu te entreguei aquela vez.

O que sei é q as relações entre a Igreja Católica e o mundo islâmico não são nada boas.

Diplomaticamente eles nem se falam mais. Com os outros cristãos, os do Oriente, a relação é boa.

Socialistas sempre ficam do lado errado.

Mas se as duas religiões se incomodam com a falta de religião, elas podem ir para aquele lugar.

“O cardeal Joseph Ratzinger, o fiscal doutrinário de João Paulo 2o., rejeitou no ano passado a idéia de a Turquia entrar na União Européia, afirmando que o Islã era uma outra cultura, e que os turcos deveriam se agrupar com os árabes.”

Há vários outros motivos para a Europa não querer a Turquia na EU, alguns dos quais seguem abaixo. Mas o Ratzinger está certo: são culturas diferentes e a Turquia deveria se agrupar com os árabes (mas isso também não vai dar muito certo, turcos e árabes nunca se deram bem, vide Lawrence da Arábia e seu Os Sete Pilares da Sabedoria). Os turcos deveriam se agrupar com povos de origem turca, quem sabe. Acho q nada nunca vai dar certo. Os turcos podem até se beneficiar da zona econômica da EU, mas não virar membro integral e ter acesso livre continente adentro (full membership).

Em Istambul (Constantinopla é um nome infinitamente mais belo) ele não iria dizer outra coisa. Mas acho q ele não gosta mesmo.

*************

European Union: Stringing Turkey Along for Geopolitics

The planned Oct. 3 start of negotiations for Turkey's entry into the European Union has hit yet another roadblock, this time over Austria's insistence that Turkey be offered a special partnership rather than full membership. Turkey repeatedly has said it will settle for nothing less than full membership, and Turkish Foreign Minister Abdullah Gul has threatened to skip the meeting if a finished negotiating framework is not presented.

Though Austria's position might seem obstructionist, Vienna is expressing the same opinion as other EU members -- but doing it openly instead of feigning commitment to the process. For many reasons, these negotiations will never result in an offer of full membership to Turkey:

1) It is a Muslim country. Islam phobia currently is strong in countries such as the Netherlands, France and Germany, which are experiencing a strong popular backlash against their large Muslim communities. Several countries have tightened their immigration laws in response to citizen demands to slow the growth of their Muslim populations. It is unlikely, then, that they would be willing to welcome a Muslim country into their bloc, where it would have a significant voice in the way the Union is governed.

2) It is too big. With 70 million people, Turkey would be the second-largest EU member after Germany. Within a decade -- due to the high growth -- Turkey would become the Union's largest member, giving Turkey the largest delegation in the EU Parliament and a powerful voice in the bloc's future. Europeans do not trust Turkey enough to give it this level of power.

3) It is agrarian. The European Union supports some of the most generous agricultural subsidy regimes in the world in the form of the Common Agricultural Policy. The high payouts that farmers enjoy likely will be reduced when the EU budget is renegotiated in 2006, but at current levels, 46 percent of its budget is spent on subsidizing agriculture. Even considering agriculture's importance for many new EU members in central and Eastern Europe, no country is as agrarian as Turkey, where agriculture accounts for 36 percent of employment. Farmers across the EU will rise up in protest before they see a large proportion of their subsidies diverted to Turkey.

4) It is poor. Turkey's gross domestic product per capita is only 27 percent of the national average. This would make Turkey the poorest member of the Union -- excluding EU hopefuls Romania and Bulgaria. Turkey would receive the largest proportion of EU economic development benefits designed to bring poorer regions up to the Union average, taking money that previously went to other member states. Many EU states want to block Turkey's membership bid in an effort to retain the large sums of money they now receive, while others want to avoid throwing large sums of money into what they see as a money pit.

5) It is unpopular. For strategic reasons, some governments might possibly support Turkey's membership bid. With Turkey as an EU member, for example, a federal system in Europe would be out of the question, meaning London would achieve its goal of blocking such a system. Paris would support the bid because Turkish membership would turn Europe into an expansive and powerful force. The problem is, European citizens strongly oppose such a move. A poll by Eurobarometer revealed that only 35 percent of Europeans support Turkey as an EU hopeful. Several countries already have promised to hold referendums if the issue ever comes up for a vote -- an unlikely possibility considering that negotiations are projected to last 10 years at least. Recent polls have revealed that opposition to Turkey's membership is as high as 70 percent to 80 percent in France and Austria. Only one veto is needed to block Turkey from being allowed to enter the Union -- and several countries are poised to vote Turkey down in referendums.

6) It has enemies. Turkey will face two historical enemies within the bloc: Greece and Cyprus. Greece has recently taken a much softer approach toward relations with Turkey, but Cyprus has shown several times during recent negotiations over the declaration and negotiation framework that it is willing to make the membership process as difficult as possible.

Given all of these reasons, Turkey has little hope of ever joining the European Union. The EU so far has appeared to support Turkey's membership bid in order to maintain good relations with its large neighbor to the east. Turkey sits precariously close to much of the turmoil in the Middle East and the EU wants to do everything it can to keep the country from tilting toward the Islamist extremism that is prevalent in many of its neighboring countries. Europe is afraid if it totally shuts the door on Turkey, the country will start to identify with its Middle Eastern neighbors instead of the West.

The outcome of these negotiations is clear: Turkey will not receive full membership. The real issue, then, is whether the Union will be able to tell Turkey how it really feels without alienating the Turks.

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http://execoutcomes.wordpress.com/2007/11/05/turkey-a-regional-power/

http://execoutcomes.wordpress.com/2007/12/01/the-past-parsing-the-popes-remarks/

André disse...

Faltou essa, importante:

http://execoutcomes.wordpress.com/2007/11/02/turkey/

Catellius disse...

Acabei de escrever no Rodrigo Constantino, sobre medicina alternativa (escrevi algo parecido para o Heitor antes de montarmos o blog):

Os críticos da "alopatia" dizem que a medicina ocidental é muito cara e não consegue se livrar dos efeitos colaterais, he he. Todo homeopata e acupunturista gosta é mesmo de uma morfina na hora que o boticão começa a apertar...

O interessante é que pelo "modelo chinês" a eficiência e o custo de remédios como o tamiflu são superados não com acupuntura ou com outros placebos mas com a famosa "medicina ocidental". Os erros e efeitos colaterais da medicina científica podem ser explicados. Os acertos da medicina supersticiosa como a homeopatia, baseados em testemunhos, preferem enfocar apenas os "sucessos" e não encontram explicações lógicas para os casos que não deram certo. Para cada sucesso há um fracasso, e poucos recorrem a essas práticas quando o problema é realmente sério. O fato é que sem penicilina, antibióticos e o conhecimento dos micróbios (Pasteur) e a conseqüente busca pela assepsia da medicina ocidental, a população do mundo seria "cavalarmente" menor - quem sabe aí não está o "grande mal" da medicina ocidental (para os nazistas e eugenistas)? - perpetuar genes fracos de pessoas que estariam condenadas à morte aqui, na China, Índia e alugares? Finalizando, dos quarenta e seis jornais da Associação Médica Chinesa, nenhum é dedicado a práticas tradicionais chinesas. Na arquitetura, o feng shui, por exemplo, um tipo de acupuntura arquitetônica, recheado de superstições, é mais valorizado por aqui do que entre profissionais sérios do oriente, apesar de em prédios como Hong kong Shangai Bank terem usado o feng shui para agradar gregos e troianos - mais por um esforço de Norman Foster, o inglês que projetou o edifício....

Eu, o irmão de meu sócio, minha esposa e várias pessoas conhecidas tentaram a acupuntura em alguma situação e não obtiveram bons resultados. O irmão de meu sócio estava com uma violenta dor nas costas; depois de sessões inócuas com um renomado acupunturista, consultou um médico, melhorou e pronto.

Por isso que se usa muito o "comigo deu certo" na acupuntura, ou "vi uma cirurgia no Discovery em que fulano era sedado com agulhas". Já viu alguém falando que foi ao médico e "deu certo"? Não. Dirá "estava com tal problema e tive que ir ao médico", apenas.

E como podemos dar o nome de "medicina alternativa" a uma prática que apenas alivia a dor - e não alivia na maioria dos casos?. Aliás, placebo, sugestão e outros funcionam, segundo estatísticas, em 20% dos casos. É o caso da cápsula de farinha e de qualquer falsa droga.

Catellius disse...

correção:

China, Índia e algures?

ao invés de "alugares", he he.

Heitor Abranches disse...

A política é realmente impressionante. Os interesses afastaram as igrejas cristãs e muçulmanas e agora os interesses podem juntá-las...

Catellius disse...

Quando o inimigo comum estiver fora de ação, pode deixar que rottweilers e pitbulls retornarão contentes para sua tradicional rinha...

Ricardo Rayol disse...

Não entendi bem o contexto do primeiro parágrafo. è o mesmo que dizer que os católicos proliferam como ratos e colocam suas bundas nos bancos da igreja

Heitor Abranches disse...

GRANDE PARTE DOS EMPENHOS FEITOS PELO GOVERNO LULA NO FINAL DE 2007 SÃO ILEGAIS!

1. As despesas empenhadas e não liquidadas ou não pagas vão para restos a pagar e abrem orçamento do ano seguinte.

2. Mas para isso é necessário que no mínimo as despesas relativas aos empenhos estejam em execução, ou mesmo no limite, estejam em licitação com o edital publicado.

3. Quando um governo emite empenhos de despesas em final de exercício, especialmente investimentos, que não estão em andamento e sequer estão em licitação, comete uma grave ilegalidade, pois está abrindo um orçamento paralelo sem qualquer conexão com o orçamento em execução e muito menos com o orçamento do ano seguinte que sequer foi votado.

4. Foi isso o que o governo Lula fez: empenhou despesas sem conexão com execução ou mesmo licitação publicada. Isso cria um orçamento sem conexão à lei. É crime de responsabilidade dos mais graves na administração pública, passível mesmo de impedimento do presidente.

5. Cabe a oposição e mesmo ao MP analisar os empenhos feitos na segunda quinzena de dezembro e destacar deles aqueles sem referência a execução ou licitação, e questionar no STF sua validade e paralelamente preparar a acusação ao presidente por crime de responsabilidade.

6. Alguns destes empenhos são fáceis de verificar como investimentos do PAC em nível de estados e municípios que estes sequer iniciaram o processo licitatório. São casos evidentes por si mesmos e que devem ser levados ao STF e a ação contra o presidente.

Heitor Abranches disse...

SÍNDROME DE COPENHAGUE!

Trecho de artigo de Moisés Naím - Editor Chefe da revista Foreign Policy sobre as FARC e a reação em países europeus! El País!

De esta manera, ahora al síndrome de Estocolmo podemos añadir el síndrome de Copenhague: el raro proceso mediante el cual la ideología y la politiquería se mezclan con la ingenuidad y la ignorancia para justificar crímenes de lesa humanidad, siempre y cuando no sucedan en el país de los afectados por el síndrome. Es fácil imaginar que los civilizados jueces de Copenhague hubiesen llegado a una opinión muy diferente si las víctimas de las FARC fuesen daneses en lugar de colombianos. Basta averiguar un poco y con algo de honestidad para descubrir que las motivaciones ideológicas que alguna vez tuvieron las FARC ya no existen. Hoy en día la retórica que iguala a las FARC con los movimientos de liberación nacional sólo sirve para ocultar el hecho de que se han convertido en una cruel fuerza mercenaria del narcotráfico.

Catellius disse...

"Não entendi bem o contexto do primeiro parágrafo. è o mesmo que dizer que os católicos proliferam como ratos e colocam suas bundas nos bancos da igreja."

Grande Rayol,

Os muçulmanos rezam cinco vezes por dia com a cabeça (oca) voltada para Meca e agachados, com o traseiro voltado para o céu, ou seja, para Alá.

Abraço

Roesler disse...

Muito mais fácil é lutar contra outra religião ignorante do que contra a sensatez. Nada mais natural que se unam, católicos e maometanos, posto que padres preferem padres, tanto como amigos quanto como inimigos.

Bocage disse...

Feliz 2008, amigos do Pugnacitas!

Reportagem de 27/12/05:

"O número de casamentos entre católicos e muçulmanos na Itália aumentou cerca de 10% apenas neste ano, com cerca de 20 mil matrimônios do tipo registrados, segundo dados divulgados por representantes da Igreja Católica."

The following are the positions of scholars and Islamic laws on
marriages bewteen Muslims and non-Muslims:

MUSLIM WOMAN AND NON-MUSLIM MAN:

Islam considers the husband head-of-the-family and therefore
requires that a Muslima cannot marry a non-Muslim because she
will be under the authority of a non-muslim husband.
(...)

MUSLIM MAN AND NON-MUSLIM WOMAN:

MARRIAGE WITH CHRISTIANS AND JEWS: The marriages between Muslim
men and CERTAIN non-Muslim women is allowed. However, certain
restricitions exist on such marriages, especially if they occur
in non-Muslim lands where Islamic law and religion is not
prevailing.
(...)
3- It is required that the women should be practising their
religion at the time of marriage and they are not practically
"Mulhid" (atheist). To any women, who doesn't believe in God,
religion, God's message and doesn't practise any religion at
all, the "nikaah" (marriage) will be INVALID and according to
"shari'ah" (Islamic Law), such a couple is involved in sin
.
(...)

Rsrsrs

Bocage disse...

Carlos Esperança:

Enquanto o judaísmo e o cristianismo se vão desabituando de torturar e matar hereges e recorrem cada vez menos à censura, não por falta de vontade e de bons conselhos dos seus livros sagrados, mas porque o clero foi metido nos eixos, o Islão continua fiel à palavra de Deus na louca felicidade com que lapida mulheres, degola homens e treina mártires.

Até na imitação pedófila do profeta, que «casou» com uma menina de nove anos, graças à riqueza da viúva que desposou primeiro, até nisso os crentes tribais o imitam com desvelo.

Claro que as três religiões são farinha do mesmo saco e o Corão é o plágio grosseiro dos mitos judeus e cristãos, mas falar de humanidade ou de moral a respeito das religiões urge esquecer os livros sagrados e ouvir os pregadores que, por ignorância e bondade, podem eventualmente reflectir os princípios humanistas do Iluminismo.

Quando uma alimária como Moisés ordena aos pais que apedrejem os filhos até à morte para punir a indisciplina (Deuteronómio); quando se descende de Abraão, um selvagem que estava disposto a sacrificar o filho porque o Deus da sua cabeça estúpida lho tinha pedido; quando se acredita num Deus que fez o Mundo em seis dias, não é na religião que crê, é num rol de mentiras e num manual de terrorismo.

Foi neste clima de demência que os santos padres da Inquisição descobriram que havia mulheres que fornicavam com o diabo, que Pio IX descobriu a virgindade de Maria e os trogloditas do Islão fanatizam crianças que se imolam castos com sonhos eróticos das 70 virgens que os aguardam, sem saberem que são um erro de tradução que queria dizer «passas de uvas brancas doces» e que acabam por morrer e matar a troco de uma cesta de fruta que não existe.

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