27 julho 2007

A Trajetória da Geração de 68 ao Poder

A Geração de 68 é um símbolo para muitos jovens. É a geração dos hippies, da paz e amor, da Era de Aquarius, daqueles que iriam mudar o mundo. Hoje, em 2007, estão chegando aos 60 anos e, no Brasil, são a geração que fundou o PT e chegou ao poder com Lula. A nossa Geração de 68 pregava a Luta Armada e nutria grandes simpatias por Cuba. Pretendo analisar a sua trajetória até o poder e mostrar quanto daquele romantismo restou e quanto apenas virou hipocrisia.


Há algum tempo assisti a uma entrevista do José Dirceu ao Roberto D’Ávila onde falava de sua vida e de como a sua militância política começara. Segundo ele, tudo começou quando ele, um jovem e bonito aluno de direito da PUC/SP, organizou uma rebelião para que as turmas separadas de homens e mulheres passassem a ser mistas. Como disse uma vez o José Genoíno, enquanto ele trabalhava nos Congressos da UNE o Dirceu “passava o rodo”.

Há alguns anos, perambulando por um sebo, encontrei um livro organizado pelo Guido Mantega, então porta-voz dos economistas do PT, chamado Sexo e Poder. Segundo João Domingos, no artigo de Mantega “Sexo e Poder nas sociedades autoritárias: a face erótica da dominação” podemos ler: “...a construção do homem novo e a conquista da liberdade vão muito além da destruição do Estado capitalista.” Hoje, 30 anos depois, podemos nos arriscar a dizer que a Revolução Sexual e a erosão dos valores vitorianos não destruiu o capitalismo.

Todos conhecem a outra expoente da sexualidade do PT paulista, a ministra do Turismo Marta “Relaxa e Goza” Suplicy. Ela é talvez a principal expoente feminista pela libertação sexual do partido, participando todos os anos da passeata dos GLBTS, embora, segundo seu filho Supla, não seria mais do que uma burguesinha se não fosse o seu pai, o ilustre senador Eduardo Suplicy. Foi ele quem, ainda nos anos 80, propôs o Programa de Garantia de Renda Mínima. Seria assim quase um “pai” do Bolsa Família.

Se bem que é opinião comum até entre os petistas que este ícone da ética seja meio lesado. Vai ver foi por isso que a Marta, então prefeita de São Paulo, deu-lhe um pé na bunda para ficar com o franco-argentino Luis Favre - ou seria Felipe Belisário Wermus, envolvido no esquema de Caixa 2 do Partido dos Trabalhadores e na negociata envolvendo a Portugal Telecom juntamente com Naji Nahas, o homem que quebrou a Bolsa de Valores do Rio de Janeiro em 1989, quebra da qual esta Bolsa nunca se recuperou? É muito irônico! De mulher do “homem perfeito” à mulher de bandido.

Segundo os boatos, quem lucrou dando este “corner” em Nahas foi um jovem economista chamado Daniel Dantas, do qual, segundo se comenta, o professor Simonsen disse tratar-se do aluno mais brilhante que já tivera. De fato, mais tarde Nahas se aliaria à Telecom Itália e ao PT contra Dantas na disputa pela Brasil Telecom. Dantas contrataria a Kroll para espionar a cúpula petista e acusaria o governo Lula e o PT de tentar cobrar US$ 50 Milhões para que a Anatel e os fundos de pensão estatais o apoiassem na questão da Brasil Telecom.

Em 1968, o jovem cheio de hormônios José Dirceu participou do rompimento com o Partidão e se aproximou de grupos como a ALN liderada por Carlos Marighela e Dilma Roussef. A sua decisão pela luta armada duraria pouco, pois no mesmo ano foi preso no XXX Congresso Nacional da União dos Estudantes (UNE), realizado em um sitio em Ibiúna em São Paulo – aliás, coisa de “gênio” aquele congresso supostamente secreto. Em seguida, é trocado pelo Embaixador americano seqüestrado pela ALN e MR8 e é exilado.

No exílio fez supletivo de guerrilha em Cuba mas não se tem conhecimento de nenhuma ação em que tenha estado envolvido. O engraçado é que os velhos comunistas ainda têm mágoa destes caras da Geração de 68 que declararam guerra aos militares e foram para o exílio enquanto eles ficavam aqui levando porrada. Mais tarde, a Geração de 68 pratica o segundo rompimento com o Partidão fundando o PT em 1980.

Com a fundação do PT, a Geração de 68 começa a desistir da luta armada como caminho para se chegar ao poder. O discurso agressivo nacionalista e anti-corrupção do PT foi muito bem sucedido na década de 80 e nos estertores do pior governo brasileiro do século XX, o governo Sarney, que terminou o mandato com inflação de 80% ao mês. Eles talvez conquistariam o poder se não fosse pela intervenção da Rede Globo, que editou o debate com o Collor e explorou muito bem o episódio do seqüestro do empresário Abílio Diniz por um guerrilheiro esquerdista chileno. Não podemos esquecer também da amante do Lula e da sua filha fora do casamento que lhe causaram algum embaraço e da ameaça do Collor com a 'pasta'. Enfim, na ocasião o Lula afinou e segundo gente que era do partido na época foi tomar uísque com a direção da TV Globo.

Nesta época, o PT ainda acreditava nas Comunidades Eclesiais de Base como uma forma de aproximação com o povo. Mais tarde, o Bolsa Família se mostraria muito mais eficiente. De fato, o Bolsa Família foi capaz de substituir a perda de parte da classe média após o Mensalão. Mesmo nos piores momentos o PT sempre teve o apoio do MST, da CUT e dos sindicatos de servidores públicos - a burguesia de estado -, que, em geral, foram comprados com bons aumentos, embora tenham de tolerar chefes geralmente incompetentes oriundos do partido, como o Milton Zuanazzi, presidente da ANAC, que de vereador amigo da Dilma e sem experiência em aviação civil virou a principal autoridade civil na área.

Na década de 90, após a derrota de Lula duas vezes para FHC, a cúpula petista percebe a necessidade de mudar a orientação do PT, e José Dirceu é encarregado de subverter a ordem petista com o Campo Majoritário, cujo poder se sobrepõe as tendências, disciplinando-as. Mais tarde, Lula adota uma linha quase hippie de paz e amor chamada de “Lula Light” sob a orientação do publicitário Duda Mendonça e conquista o centro do espectro político.

O PT aceita que o povo não gosta de inflação nem de bravatas do tipo que não fará o pagamento da divida externa e o IBGE mostra que com o fim da inflação começa-se a redução da concentração de renda. De fato, a proposta de FHC, pai da teoria da dependência e ex-discipulo de Florestan Fernandes era reduzir o Estado e desta forma atacar a burguesia que vive as custas dos favores deste. Chavez e a sua boli que o digam.

Semana passada, discutindo com alguns ex-alunos da Maria da Conceição, que comemoravam a morte do ACM, eles me diziam que Dirceu é na verdade um herói, um verdadeiro Robin Hood que descobrira um novo caminho para a Revolução Socialista, o caminho da corrupção. Segundo eles, o abrandamento do discurso petista e a adoção do Caixa 2 punha o partido em condições de igualdade na disputa eleitoral com os demais partidos permitindo-lhe efetivamente chegar ao poder. Para eles, é natural que diante de uma burguesia corrupta a melhor estratégia seria adotar o seu jogo e usá-lo contra os próprios burgueses.

Embora o Caixa 2 tenha dado melhores condições de disputa eleitoral ao PT, foi o Bolsa Família que efetivamente deu a Lula a sua reeleição com os fantásticos índices de aprovação em torno de 80% no Nordeste. Cristóvam Buarque não hesita em afirmar que o Bolsa Família é corrupção. É coronelismo mas é realpolitik e funciona. Acho que nunca o certinho do Eduardo Suplicy imaginou a utilidade eleitoral de sua idéia, que visava dar cidadania às pessoas e não construir o maior curral eleitoral que já se viu na história deste país. O Cristovam Buarque foi o homem que teve a melhor idéia daquela geração propondo o Bolsa Escola, ou seja, a extensão do sistema de bolsas para os alunos carentes desde o ensino fundamental.

A partir disto, o aparelhamento do Estado passa a ser na verdade condição necessária para que os recursos do Estado sejam desviados para os movimentos sociais aliados do governo e da “Revolução”. Afinal, se os grandes fazendeiros “roubam” o Banco do Brasil, por que os Sem Terra e outros movimentos sociais não têm direito a algum recurso a fundo perdido do Tesouro? Isto é apenas distribuição de renda. E se existe corrupção nas estatais e nos fundos de pensão, que se cobre a parte do partido e dos aliados. E para isto ser feito da melhor maneira é preciso nomear os companheiros de confiança para estes cargos, independente das suas qualificações profissionais.

Mas política também é aprendizado e o PT aprendeu com a cassação de Collor. Construiu uma maioria no Congresso com cargos, emendas no orçamento, favores e por que não, dinheiro (o Mensalão). Hoje, o PMDB é o melhor partido que o dinheiro pode comprar e com ele o governo consegue maioria no Congresso, elege os presidentes das duas Casas e controla a agenda legislativa. Afinal de contas, por que o PMDB luta há meses para nomear diretores na Petrobras? Será preocupação para que esta empresa seja bem administrada ou uma maneira de garantir o seu quinhão no butim?

Ate a UNE que gerou grandes lideranças no passado como Jose Serra que foi seu presidente em 63/64 e foi exilado, hoje virou capacho do governo. No exterior, ao invés de cursinho de guerrilha Serra fez doutorado em Economia em Cornell e foi professor em Princeton. De volta ao Brasil, se tornou professor da UNICAMP, propôs a lei que capitaliza o BNDES com 40% dos recursos do FAT, a principal fonte de recursos para o setor privado, alem da conhecida lei dos genéricos. Hoje, esta UNE, outrora maternal dos futuros politicos, apóia o Lula na crise do Mensalao e vive do comercio entre fraudulento e negligente de carteirinhas de estudante.

O próprio Mensalão não é algo sem precedentes. Quem não se lembra da denúncia de que o Maluf estaria comprando os membros do colégio eleitoral em 1986 ou de que o FHC teria comprado votos a R$ 200.000 por cabeça para aprovar a sua reeleição em 1996? Portanto, o Mensalão é apenas uma questão de aprendizagem.

Quanto à Globo, em breve ela enfrentará a concorrência da TV Lula, capitaneada pelo Franklin Martins, que certamente está ansioso para dar o troco na emissora que o demitiu. A Veja vai mal das pernas, a Primeira Leitura fechou e a imprensa é constantemente atacada por membros do governo, senão pelo próprio Lula. Enquanto isto, a imprensa amiga do governo vai se fortalecendo financeiramente com o aparecimento de patrocinadores dispostos a por dinheiro a fundo perdido em diversos órgãos. A circulação da Carta Capital cresce cada vez mais.

As resistências vão cedendo e a “Revolução Socialista da Geração de 68” vai se tornando uma realidade. Não pela Revolução Sexual, não com a libertação da mulher, não pela Luta Armada como fez o seu ídolo Fidel, não com o combate à corrupção, não com as Comunidades Eclesiais de Base mas com um líder sindical carismático semiculto e com muita corrupção.

O grande general sifilítico Mao conquistou a China com a Grande Marcha. Lênin conquistou uma Rússia esgotada pela Primeira Guerra Mundial e cuja elite afrancesada havia perdido o contato com as bases sociais. Lula dominou o Brasil com um pouco de corrupção e com o Bolsa Família. E a TV Lula só tende a aumentar esta hegemonia dando a cobertura “correta” aos acontecimentos nacionais e se preparando para ser uma alternativa caso um dia se tenha que chegar ao extremo de discutir o controle “democrático e social” da concessão da TV Globo.

45 comentários:

C. Mouro disse...

"Afinal, se os grandes fazendeiros “roubam” o Banco do Brasil, por que os Sem Terra e outros movimentos sociais não têm direito a algum recurso a fundo perdido do Tesouro?"

Bem, desde os primordios do PT, JP Bisol já se valia do BB.

E podemos perceber que o descarado avanço nos cofres publicos através das indenizações por "perseguição política" na dita dura, apenas reflete a sede de dinheiro fácil por parte de tais "idealistas". Tão logo assumem o Poder plenamente, sem condições de estabelecerem o arbítrio - ditadura - arranjam um jeito de "meter a mão na bufunfa" legalmente. Basta fazer leis para legalizar o ilegitimo ...hehehe!

Abs
C. Mouro

André disse...

Que foto jeca, primitiva — mas perfeita, é a cara dessa escumalha que está no poder. Parece coisa saída lá da Via Campesina Sendero Luminoso.

“Sexo e Poder nas sociedades autoritárias: a face erótica da dominação”.

Há, há, as porcarias q esses moleques escreviam...

Suplicy pode ter feito coisas boas, mas há muitos anos não passa mesmo de um lobotomizado.

Daniel Dantas é um exemplo de safado inteligentíssimo.

Toda a briga entre Dantas e o PT, na figura do Gushiken e dos fundos de pensão, foi bem explicada pelo Mainardi em duas colunas seguidas, muito interessantes, em 2005.

Os “guerrilehiros”de esquerda eram uns ineptos. Se a nossa ditadura tivesse sido mais profissional, mais competente, teriam prendido todos. E, se ela tivesse sido cruel como a argentina ou chilena, é bem possível q hoje simplesmente não houvesse PT, pela eliminação do pessoal q viria a formar seu núcleo — além de tantos outros, menos importantes. Bom, talvez até houvesse um PT hoje, porém emasculado, mais domesticado.

Ah, sim, não haveria PC do B também. Talvez nem o PPS.

Os governos Sarney e Lula serão duas notas de rodapé trágicas na história do Brasil. O Sarney já é, o Lula vai ser.

“Eles talvez conquistariam o poder se não fosse pela intervenção da Rede Globo, que editou o debate com o Collor e explorou muito bem o episódio do seqüestro do empresário Abílio Diniz por um guerrilheiro esquerdista chileno.”

Interessante isso.

“De fato, o Bolsa Família foi capaz de substituir a perda de parte da classe média após o Mensalão.” Sem dúvida...

Minha família é toda de servidores públicos. São raros os que não são petistas ou de esquerda de um modo geral.

“ex-alunos da Maria da Conceição, que comemoravam a morte do ACM, eles me diziam que Dirceu é na verdade um herói...” Se pudesse, francamente, fuzilaria todos.

O PT pode acabar virando um PMDB: o partido de esquerda enorme e fisiológico.

“Franklin Martins, que certamente está ansioso para dar o troco na emissora que o demitiu” E como! Aquela cara de tamanduá deprimido não me engana.

A Veja vai mal das pernas? Não sabia, mas duvido. A Primeira Leitura era do Reinaldo Azevedo e outros caras. Era legalzinha. E a Carta Capital não vai tão bem assim, apesar da propaganda oficial. A IstoEra, a propagadora de dossiês falsos, anda melhor, ao q parece.

Bom final de semana pra todo mundo!

André disse...

Sunset on Cuba

On Thursday, a year to the day after Cuban leader Fidel Castro's (so far) final public address to Cuba, his brother Raul -- younger at 76 -- addressed Cubans in Fidel's place. In his speech Raul said that should Washington be willing and civil, he stands ready to open negotiations with the administration that follows U.S. President George W. Bush's.

Formally Raul's government is only provisional, but Fidel, 81, unlikely will be returning from his botched surgery of last year to his formal role as head of government. Whether that is a "good" or "bad" thing for Cuba is an issue better left to historians and the Cuban people, but what we at Stratfor can do is pass judgment on Cuba's weight with and without Fidel at Cuba's helm.

Geopolitics is first and foremost the study of place. At Stratfor we look to geography to guide our analyses and forecasts in the belief that people's attachment to a specific geography shapes their culture, economic and political life. Amalgamated, this enables them to form nations, the building blocks of the world in which we live.

One of the simplest examples with which to illustrate this point is the United States. From the viewpoint of geopolitics it does not matter whether any particular American is a gay Hispanic hairdresser in downtown Spokane, Wash., who revels in all things New Age or a suburban Asian housewife in the exurbs of Orlando who thinks Yanni should be flayed alive.

All ultimately hail from the same geography -- the United States -- and this provides one with the sense of identity that tends to supersede all else. Carrying forward the example, Americans, like all other nationalities, act as a unit -- which thankfully (from Stratfor's viewpoint) makes them rather easy to predict. In the case of Americans, their common background of living in a huge country with a seemingly never-ending array of natural riches has made Americans both unrealistically optimistic and confidently arrogant: Americans are convinced things should and will get better, just as every American pioneer found yet more bountiful land across every horizon. And so Americans are baffled by negativity, convinced that those who disagree with them -- even other Americans -- are simply ignorant.

Another defining characteristic of the geopolitical framework is that it ignores the role of the individual. Well over 99 percent of the human population conforms to the idea of nationality, and nearly all of those remaining are satisfied with celebrating their uniqueness in a personal way. Most world leaders fall into the 99 percent. Ho Chi Minh, Adolf Hitler, Helmut Kohl and Theodore Roosevelt all were utterly replaceable. All simply acted out the nationalist ambitions of their respective nations.

But from time to time a truly exceptional person rises to the top of his or her nation's leadership, and leads a country to make an impact on the world grossly beyond what any sane analyst would expect.

Fidel Castro was one of those individuals. Cuba is a country of approximately 10 million people parked squarely in the path of maritime traffic to a major coast of a global superpower. Therefore, for security purposes, it was and remains a strategic imperative for the United States that Cuba be at least neutral, if not outright allied, with the United States. A hostile presence on Cuba, whether Cuban or a third power, could threaten shipping to and from the Gulf Coast.

When Castro rose to power the island had been not only under de facto U.S. control for decades, but for a long time even had a clause in its constitution explicitly enabling U.S. military intervention at the time and place of Washington's choosing. Through a combination of personal charisma and savvy diplomacy Fidel not only swept away those links, but also secured Cuba's independence from U.S. influence and sparked anti-U.S. feelings on a continent-wide basis throughout Latin America that, for the most part, endures today.

Again, judgment as to whether that is a good or bad thing is something we will leave to others -- our point is that Fidel mattered much in the same way that Nigeria matters. For a lone personality to affect the ebb and flow of the power of nation-states -- much less a superpower -- is a very rare boast that can only be claimed by precious few people throughout history. Other examples include Pope John Paul II for his role in undermining Soviet rule in Central Europe, Israeli Prime Minister Golda Meir for developing a nuclear arsenal that forced the Soviet Union to treat her tiny country as a near-equal, and maybe -- just maybe -- Colombian President Alvaro Uribe Velez, who, by negotiation and military leadership, might prove capable of sealing the regional splits that until now have made Colombia ungovernable and therefore a marginal power.

Cuba, by dint of the luck of the geographic draw, lies in the United States' shadow, and therefore Raul's call for better relations is not so much a bold stroke of statecraft but an admission of the inevitable. Cuba's day in the sun is over. In time, Raul could prove to be a competent leader -- and ending the half-century standoff across the Florida Strait would be no small accomplishment -- but he is no Fidel.

Catellius disse...

A imagem ficou engraçada, he he.
Eu queria ter posto mais umas estrelinhas, uns ramos de pé de café, umas faixas, he he, para dar bem a cara de "feudo bananéio", hua hua hua. Mas por falta de tempo foi essa porcaria mesmo.

eleitor disse...

Bush signs law tightening review of energy deals
Washington—President George W. Bush July 26 signed into law a measure increasing the scrutiny of deals involving foreign acquisitions of US companies and assets, including oil companies, electric utilities and energy-related
entities. The Foreign Investment and National Security Act of 2007 passed both the House and Senate in recent months. The act could make it more difficult for international companies to buy US assets, especially energy and infrastructure companies. The bill revises the structure and function of an interagency commission called the Committee on Foreign Investment in the United States, which was established in 1975 to ensure national security is not compromised when companies with ties to other governments buy US companies. In 2005, CFIUS came under heavy fire from US lawmakers when China National Offshore Oil Corporation attempted to buy Unocal. Lawmakers said CFIUS should have done more to block the deal, arguing it would harm national security by giving China access to the company’s energy resources. CFIUS was faulted again when a Dubaibased company won a contract to manage several major US ports.—Cathy Landry

eleitor disse...

Vcs defensores dos entreguistas do PSDB não passam de uns colonizados...Viram como é nos EUA quando os chineses ou sauditas ameaçam comprar empresas americanas...

Bocage disse...

Recuso-me a discutir um texto escrito na língua dos demônios imperialistas do capitalismo selvagem, rsrsrs

André disse...

Ué, o Eleitor voltou? Estava até agora votando...

“The act could make it more difficult for international companies to buy US assets, especially energy and infrastructure companies.” Sim, só q isso é comum por lá, nada de surpreendente.

“to ensure national security is not compromised when companies with ties to other governments buy US companies” Ainda mais quando envolve a segurança nacional, eles são muito sensíveis com essas coisas.

“….was faulted again when a Dubai based company won a contract to manage several major US ports”

Essa questão já está sendo resolvida, Dubai deve conseguir o que quer e deve dar tudo certo. Se é q já não foi resolvida.

Eu não defendo os entreguistas do PSDB. Primeiro, pq eles não eram entreguistas. Segundo, pq eu defendo uma direita infelizmente inexistente, em nada parecida com o PSDB. Terceiro, pq entreguista sou eu, não o PSDB.

Eu “entregaria” todas as estatais para o capitalismo malvado com o maior prazer, todas de uma vez só. E muitas outras coisas mais...

E Dubai não fica na Arábia Saudita... É um dos Emirados Árabes. Como eu já sou um traidor, passo logo o link da CIA, meu empregador ocasional, com o mapinha:

https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/geos/ae.html

Outra coisa: Dubai tem simpatias xiitas, como outros membros dos Emirados. Apóia o Hezbollah, p. ex., e ajuda o Irã em alguns negócios. Bem diferente da Arábia Saudita, q é uma "powerhouse" do sunismo.

E eu, Bocage, tão vendido sou q nem me importo em discutir um texto escrito na língua do Grande Satã norte-americano. Meu deus, sou um caso perdido mesmo...

***************

Sobre o problema com Dubai (2006):

Washington has tried to draw a line between Muslim states that have cooperated with the United States in due course -- regardless of what their earlier behavior might have been like -- and those states that it still doesn't trust. It distinguishes in this way between, for example, Syria and Kuwait. The former has always been seen as hostile to the United States, the latter has been a mainstay of American strategy since its liberation by the United States in 1991. The rest of the Muslim world is distributed along a continuum between these poles.

Washington's only hope for something approaching a satisfactory outcome in Iraq was to work with factions it never would have spoken to prior to 2003. Its hope for a satisfactory outcome in the global war with the jihadists was in getting Saudi intelligence to work with the United States. That also required actions and compromises that would not have been made before 2003. Finally, in order to reshape the Muslim world, the United States needed to have relations with countries that did not have immaculate records but which, on the whole and for a variety of reasons, now found it in their interest to work with Washington.

For Saudi Arabia, the motivating factor was fear. For the UAE, it was greed. To be more fair, the UAE is something like a Switzerland: Its business is business, and it tilts its politics in such a way that business is likely to be good. The Islamic world is a complex place, and there are many players. If the United States is to be successful, it must divide, manipulate and conquer that world along the lines of its complexity. The Sunni-Shiite fault line is one axis, but the division between countries that are motivated by mercenary considerations, as opposed to those that have more complex motives, is another.

The UAE wants to do business, and it is good at it. One of its businesses is managing ports. Purchasing a British company in the same industry is a natural thing to do in business; the fact that the purchase in question would give the UAE company oversight of ports in the United States is another attraction of the deal. The attraction is not that the UAE could facilitate the movement of al Qaeda operatives into the United States; that is not what the UAE is after, since it would be bad for business. What it is after is the profits that come from doing the business.

Now, some argue that this business deal will make it easier for al Qaeda operatives to get into the United States. We find that doubtful. Al Qaeda operatives -- the real ones, not the wannabes -- if they are out there, will get into the United States just fine by a number of means. And if they try to slip a bomb into a container ship, it won't be one sent from a Muslim country -- the level of scrutiny there is too high. It would be from a place and under a flag that no one would suspect for a moment, like Denmark. At any rate, given what it means to "operate a port," the risk to the United States from having a British company manage its ports is about the same as that from the UAE: Has anyone noticed that holding a British passport these days is no guarantee of loyalty to Western ideals?

The point here is not to argue the merits of the Dubai ports deal, but rather to place the business deal in the context of the U.S. grand strategy. That strategy is, again, to split the Islamic world into its component parts, induce divisions by manipulating differences, and to create coalitions based on particular needs. This is, currently, about the only strategy the United States has going for it -- and if it can't use commercial relations as an inducement in the Muslim world, that is quite a weapon to lose.

The problem has become political, and stunningly so. One of the most recent opinion polls, by CBS, has placed Bush's approval rating at 34 percent -- a fairly shocking decline, and clearly attributable to the port issue. As we have noted in the past, each party has a core constituency of about 35-37 percent. When support falls significantly below this level, a president loses his ability to govern.

The Republican coalition consists of three parts: social conservatives, economic conservatives and business interests, and national security conservatives. The port deal has apparently hit the national security conservatives in Bush's coalition hard. They were already shaky over the administration's personnel policies in the military and the question of whether he had a clear strategy in Iraq, even as they supported the invasion.

Another part of the national security faction consists of those who believe that the Muslim world as a whole is, in the end, united against the United States, and that it poses a clear and present danger. Bush used to own this faction, but the debate over the ports has generated serious doubts among this faction about Bush's general policy. In their eyes, he appears inconsistent and potentially hypocritical. Economic conservatives might love the ports deal, and so might conservatives of the "realpolitik" variety, but those who buy into the view that there is a general danger of terrorism emanating from all Muslim countries are appalled -- and it is showing in the polls.

If Bush sinks much lower, he will breaks into territory from which it would be impossible for a presidency to recover. He is approaching this territory with three years left in his presidency. It is the second time that he has probed this region: The first was immediately after Hurricane Katrina. He is now down deeper in the polls, and it is cutting into his core constituency.

In effect, Bush's strategy and his domestic politics have intersected with potential fratricidal force. The fact is that the U.S. strategy of dividing the Muslim world and playing one part off against the other is a defensible and sophisticated strategy -- even if does not, in the end, turn out to be successful (and who can tell about that?) This is not the strategy the United States started with; the strategy emerged out of the failures in Iraq in 2003. But whatever its origins, it is the strategy that is being used, and it is not a foolish strategy.

The problem is that the political coalition has eroded to the point that Bush needs all of his factions, and this policy -- particularly because of the visceral nature of the ports issue -- is cutting into the heart of his coalition. The general problem is this: The administration has provided no framework for understanding the connection between a destroyed mosque dome in As Samarra, an attack against a crucial oil facility in Saudi Arabia, and the UAE buyout of a British ports-management firm. Rather than being discussed in the light of a single, integrated strategy, these appear to be random, disparate and uncoordinated events. The reality of the administration's strategy and the reality of its politics are colliding. Bush will backtrack on the ports issue, and the UAE will probably drop the matter. But what is not clear is whether the damage done to the strategy and the politics can be undone. The numbers are just getting very low.

Bocage disse...

George Carlin: A maior estupidez Humana, a religião

C. Mouro disse...

....hehehe!

"Como eu já sou um traidor, passo logo o link da CIA, meu empregador ocasional, com o mapinha:"

...bem, poderiamos seguir então o US EM TUDO, né não?
Mas e a China? ...que tal em resposta usar medidas que a China usa - "até países comunistas fazem assim e assado e blá blá blá"

...hehehe! ...estes tipos são uns figuraços.

Abração
C. Mouro

anonymo disse...

Vcs sao mesmo uns porcos imperialistas...O Lula vai entrar para a historia como o homem que acabou com o coronelismo no Nordeste, implantou o Bolsa Familia que reduzira as desigualdades neste pais, criou as quotas que permitira aos negros oprimidos a ascencao social alem de permitir aos trabalhadores finalmente terem chegado ao poder....

André disse...

Lula é uma variante do coronel nordestino, a diferença é q ele veio de baixo. Mas a mentalidade de verminose raspa-prato é a mesma. Lula é nosso esquistossomo voraz. Imenso. Mutante.

Nenhum trabalhador chegou ao poder, só sindicalistas (e sindicalista trabalhador é uma contradição em termos) e radicais de classe-média. Vagabundos, enfim.

"Ascensão", escreva direito, Zé Mobral!

Os afroblacknegões que estão no poder chegaram lá não por mérito, mas por canetadas de Virgulino Ferreira, o Lampião, bandoleiro das terras nordestinas, vulgo Luis Inácio. Cotas não servem pra nada. Depois, isso daqui não é Pretória. Há racismo, claro, mas não há tensão racial ou violência decorrente disso. Mas o PT bem q gostaria se fosse assim... eles sempre souberam como explorar uma desgraça...

anonymus, o autentico disse...

Nao tenho nem palavras...
Mas nao se preocupem que vcs nao vao ganhar em 2010...
A Petrobras, o Banco do Brasil, a Telebras, a Infraero tbm nao pode ter abertura de capital,...
Nao podemos nos esquecer do PAC que finalmente e a retomada do crescimento...
E como disse o Lula, o Brasil foi consertado repartindo de forma mais justa o pao deste pais...
E como disse o presidente, so e contra a transposicao do Rio Sao Francisco os membros da elite que nao sabem o que e caregar uma lata de agua por 4 leguas porque tem uma perrier na geladeira.

Gandra disse...

Se escreve anonymous, com O, seu anarfa

"Mas considerando que a praxis num contexto teórico-prático consubstanciado na coisificação do indivíduo enquanto ser absoluto faz-se relativo. Assim podemos facilmente perceber que sob uma visão ontologicamente deontologica o ser "a" é também o não-ser "b" que se realiza na praxis em forma de síntese reontologica e passa a ser o "dever ser". Portanto, em consequência de uma visão escatologica tudo pode ser qualquer coisa, donde podemnos concluir que uma UMA CAIXA VAZIA NÃO É UMA CAIXA ONDE TUDO ESTÁ AUSENTE, MAS SIM UMA CAIXA CHEIA DE NADA OU CHEIA DE ESPAÇO VAZIO.
Da mesma forma escatologica teório-prática contextualizada enquanto coisa real, também podemos facilmente perceber que a ESCURIDÃO NÃO É AUSÊNCIA DE LUZ, MAS SIM UMA LUZ NEGRA que se acende - embora que dentro de uma visão dialética profusa pode ser uma luz que se apaga.

Tudo então se dispõe num contexto de realtividades absolutas que que fazem do "ser" um "não-ser", objetivamente falando. Logo onde "a" parece ser "a" o "b" parece ser "b" mas introjetando-se um contexto transcendente escatologico aquilo que é "é" será também aquilo que é um "não-é" ....hehehe!"

hehehehe
Esse Mouro é uma figura

Ricardo Rayol disse...

Por que todo petista imbecil é anonimo? Caraca isso que eu camo de um tratado, deu uma aula de história política. Estou convidando para uma blogagem coletiva no dia 02 de agosto. Maiores informações no Jus Indignatus.

André disse...

Zé Mobral:

“A Petrobras, o Banco do Brasil, a Telebras, a Infraero tbm nao PODEM ter abertura de capital”, “só SÃO contra a transposicao do Rio Sao Francisco...”

“repartindo de forma mais justa o pao deste pais...” Que piegas!

“porque tem uma perrier na geladeira” Impagável!

C. Mouro disse...

Grande André, esse tipo está de sacanagem, não está falando sério não.
Me recuso a crer haja alguém assim. É só sac anagem.

Abraços
C. Mouro

anonymos sim por que nao disse...

Sacanagem foi o desmonte do estado brasileiro no governo do FHC. A privatizacao da Vale, da Telebras, suspensao de contratacao para o servico publico.
O povo agora nao esta mais alienado gracas ao bolsa familia.
Estamos a caminho de uma sociedade mais solidaria e quem nao estiver satisfeito que se mude para Miami.

André disse...

C. Mouro, nem vou mais me dirigir a essa figura.

Mas existem tipos assim, conheço vários, inclusive dentro da minha família. Mas alguém já me disse q "amigo a gente escolhe, parente a gente não escolhe". Por isso muitas vezes os amigos são infinitamente melhores e mais importantes para nós q alguns parentes.

Claro q eu também me recuso a crer q haja gente assim, mas há, e aos montes. Contudo, o Millôr disse uma vez q o idiota é evitável, pode e deve ser evitado, sem grande dificuldade. Ele estava falando sobre o erro q é encarar o tolo como uma fatalidade inevitável q nós temos q agüentar, como se fôssemos obrigados a isso, como se não tivéssemos saída. Nada disso. De um modo geral, a gente acompanha um bobo até onde a gente quer, mas sabendo q podemos "desligar" dele a qualquer hora.

Bom sábado pra vc!

Que esquisitice: "o povo está menos alienado por causa do bolsa-família". E o q uma coisa tem a ver com a outra? Alienação?

André disse...

Triste, mas também um pouco engraçado:

O desempenho da equipe cubana presente aos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro ficou acima do esperado na modalidade "deserção". Nos Jogos de Winnipeg, em 1999, treze atletas escaparam, mas nenhum deles tinha a importância do boxeador Guillermo Rigondeaux Ortiz, bicampeão olímpico e mundial. Estrela internacional, ele era, até cair fora, motivo de orgulho do regime ditatorial de Fidel Castro. Rigo, como é chamado em seu país, foi um dos quatro cubanos que fugiram no Rio, logo nos primeiros dias dos Jogos. Os outros três foram o também boxeador Erislandy Lara, campeão mundial dos meios-médios, o jogador de handebol Rafael Capote e o técnico de ginástica artística Lázaro Lamelas. Aos 26 anos, invicto há 104 lutas, Rigondeaux era o que se pode considerar uma celebridade em Havana. Como todos os atletas de alto nível, desfrutava "regalias" em meio à penúria em que todos os cubanos são forçados a viver. Tinha direito a um carro e uma cota de gasolina acima dos 25 litros mensais (quantidade insuficiente, note-se, para viajar entre Rio e São Paulo até no mais econômico dos automóveis). Além disso, dispunha de telefone, um emprego na burocracia estatal e uma cesta de alimentos que incluía leite, carnes e frutas. Para os padrões cubanos, Rigondeaux levava um vidão.

Ao pular fora da equipe, ao fim da primeira semana dos Jogos, ele sumiu de vista. A primeira notícia de seu paradeiro surgiu na quinta-feira, quando a academia Arena Box Promotion, de Hamburgo, na Alemanha, estampou sua foto no site, para anunciar que ele e seu colega de fuga são seus mais novos atletas. "Teremos muito orgulho em recebê-los. Rigondeaux vai disputar pelo menos doze lutas por nossa academia e ganhará, em cada uma delas, muitos milhões de dólares", afirma o dono da academia Arena, o ex-boxeador alemão Ahmet Öner, em férias em Palma de Maiorca, na Espanha. Öner admitiu a VEJA que financiou toda a operação de fuga dos atletas cubanos, o que incluiu a contratação de advogados – entre eles, claro, um cubano residente em Miami, chamado Tony Gonzalez. Öner afirma que pagou 800 000 dólares a Rigondeaux e aos encarregados da operação, valor que não inclui as despesas com aluguel de avião e todo o aparato necessário para ludibriar as autoridades cubanas e brasileiras.

Já abalados por um desempenho abaixo do esperado no quadro de medalhas, os dirigentes ficaram ainda mais estressados com as deserções. Fidel Castro espumou de raiva. O ditador emitiu uma nota oficial em que chamou os fujões de "traidores". Öner já havia levado outras três estrelas do boxe cubano, no fim do ano passado, durante um torneio na Venezuela. Entre eles, o peso pesado Odlanier Solís, considerado o sucessor dos lendários boxeadores Teófilo Stevenson e Félix Savón. Desde o fim da União Soviética, em 1991, quando o governo cubano perdeu a principal fonte de financiamento, as deserções de atletas se intensificaram. Pelo menos oitenta deles escaparam, a maioria durante competições internacionais. A fim de evitar as fugas, os agentes de segurança cubanos mantêm uma vigilância cerrada sobre os atletas. Na Vila Olímpica montada no Rio de Janeiro, a liberdade dos atletas cubanos era apenas aparente. Para conseguir escapar, o jogador de handebol Rafael Capote teve de margear os limites da vila até encontrar uma brecha de meio metro entre dois muros. Ele fugiu correndo por mais de uma hora, para depois tomar um táxi para São Paulo.

Entre uma fuga e outra, a delegação cubana no Pan-Americano liberou o seu espírito capitalista. É comum entre atletas que participam de eventos internacionais a troca de uniformes e a venda de um e outro produto, para reforçar o orçamento apertado de estudante. Mas os cubanos se destacaram pela avidez com que se entregaram a esse comércio. Sua principal mercadoria eram os charutos. Eles preferiam receber o pagamento em dinheiro, mas aceitavam alegremente o escambo quando se tratava de equipamentos eletrônicos. No Rio, o que esteve em alta foram os aparelhos de DVD portáteis. Outro objeto do desejo cubano eram os perfumes, de qualquer marca. E aí valia frasco aberto, mesmo que usado e quase no final. O produto é raro e caro na ilha, onde não se encontra nada que não seja o básico. Os cubanos também aproveitaram para tirar a barriga da miséria. "Em vez de tranqüilidade, os dirigentes cubanos priorizaram a proximidade do restaurante na hora de escolher os apartamentos em que iriam ficar na vila. Os atletas entravam e saíam o tempo todo do restaurante", disse a VEJA um veterano de competições olímpicas envolvido na organização.

A penúria cubana é velha conhecida, mas há episódios que chegam às raias do absurdo. Graças a suas vitórias olímpicas, o corredor Alberto Juantorena ganhou um carro de presente de Fidel Castro. Oito anos depois, contudo, ele não conseguia trocar os pneus do automóvel. Eram artigos inexistentes na ilha. Durante uma turnê internacional, Juantorena aproveitou para comprar o jogo de que precisava no Japão. Ele contrabandeou os pneus para casa nas próprias malas e na bagagem de amigos. Com histórias assim, de fugas e aviltamento dos direitos individuais, a ditadura cubana segue derrapando, cada vez mais desgastada e careca.

Heitor Abranches disse...

Piadinha

Por que os cubanos não podem ter um time de esportes náuticos?

Porque senão ele fugiria inteiro....rsrsrs

Simone Weber disse...

Este tema é emético.
O PT é desonesto e honesto. O Lula é pobre e rico. O Estado é onipotente e impotente, pode ser capitalista e socialista, defender e perseguir a liberdade, ser injusto para promover a justiça.
Um povo adestrado a aceitar contradições, paradoxos, é um povo fácil de manipular. As pessoas mal saem das fraldas e já aprendem que Um é igual a Três, pão pode ser efetivamente carne humana, o homem é mortal e imortal.
Catellius, a luz comportar-se ora como onda ora como partícula é algo contraditório?

Beijocas a todos.

A Super Lingua disse...

Se esta moda pega...o PT acaba.


28/05/2007 - 10h00
Ministro japonês se suicida em meio a escândalo por corrupção

Patricia Souza Tóquio, 28 mai (EFE).- O ministro da Agricultura, Florestas e Pesca do Japão, Toshikatsu Matsuoka, se suicidou hoje após ter sido envolvido em um escândalo por suposta malversação de fundos públicos, o que representa um novo golpe para o primeiro-ministro Shinzo Abe.

Segundo a imprensa japonesa, esta é a primeira vez que um ministro se suicida no Japão desde a Segunda Guerra Mundial.

Matsuoka, de 62 anos, foi encontrado em sua residência de Tóquio pelo secretário e por um guarda-costas e, apesar de ter sido levado rapidamente a um hospital, teve a morte confirmada às 14h (2h de Brasília), informou a agência local "Kyodo".

O político deixou uma nota em seu quarto na qual explicava as razões do suicídio, cometido horas antes de seu comparecimento em um comitê parlamentar para falar sobre as crescentes acusações de malversação de fundos.

De acordo com a imprensa local, a Polícia informou que Matsuoka se enforcou aparentemente com uma corrente para cachorros em uma porta do salão de seu apartamento, em um edifício residencial para parlamentares no centro de Tóquio.

O Governo japonês confirmou a morte do ministro, mas não citou a causa, embora Abe tenha qualificado o ocorrido como "muito lamentável". O premier se disse "comovido e muito envergonhado".

Este é um novo golpe para o primeiro-ministro Abe, que todo o tempo defendeu Matsuoka e em apenas oito meses no poder enfrentou vários escândalos envolvendo membros do Governo.

A notícia, que comoveu a classe política japonesa, chegou à oposição enquanto se preparava para fazer outras perguntas para Matsuoka, acusado de envolvimento em atos de corrupção, a maioria antes de ser nomeado ministro, em setembro.

A mais grave, por sua maior implicação política, diz respeito a doações de até US$ 107 mil recebidas durante três anos, até 2005, de 14 construtoras que concorriam a projetos públicos vinculados a seu departamento, segundo a "Kyodo".

Em outro escândalo, o político teria recebido, durante cinco anos - até 2005 -, contas de luz e gás no valor de US$ 165 mil do organismo que administrava seus fundos, apesar de viver em uma residência do Parlamento, onde não pagava por essas despesas.

Na semana passada, quando foi perguntado no Parlamento a respeito, Matsuoka assegurou que comprava garrafas de água de meio litro que custavam US$ 41.

Além disso, foi interrogado com a suspeita de que, junto a outro parlamentar, aceitou US$ 16.500 em subornos de uma companhia madeireira com sede em Hokkaido, no norte do Japão.

A oposição pediu repetidamente a demissão do ministro, membro do Partido Liberal Democrático (PLD), no Governo, e parlamentar pela província de Kumamoto (sudoeste) desde 1990.

Embora o Governo japonês não afirme abertamente, a imprensa e políticos japoneses falam com clareza que se trata de um suicídio e ressaltam como motivo a crescente pressão a que o ministro estava submetido.

Um alto representante do PLD, que não quis se identificar, disse à agência "Kyodo" que o político possivelmente se viu encurralado pelas alegações sobre as doações recebidas de empresas do setor florestal.

"Parecia muito deprimido depois das acusações. (...) Claro que será um golpe para a Administração de Shinzo Abe", disse outro membro do partido governamental.

Após ser eleito no final de setembro pelo Parlamento, o primeiro-ministro sofreu uma constante queda da popularidade durante meses. Nos últimos tempos, porém, se recuperou e alcançou um apoio de 41%.

Segundo a "Kyodo", esta é a primeira vez que um ministro japonês em exercício se suicida desde a Segunda Guerra Mundial (1939-45), apesar de pelo menos quatro parlamentares japoneses terem se matado nos últimos anos.

Roberto Eifler disse...

Belo texto, Heitor, que se lê com prazer. Concordo com o seu “pessimismo resignado” e só tenho algumas observações a fazer.

Primeiro, me parece óbvio que a ideologia da G-68 apenas encobre a busca de poder. A ideologia é descartável. Aliás, as ideologias sempre duram menos que os homens que elas levaram ao poder. Quando se busca o poder, os fins justificam os meios e as razões justificam os fins.

Na luta pelo poder, no Brasil, a ascensão da G-98 não significa progresso nem involução: apenas alternância de poder dentro da estrutura-Brasil. Saem os coronéis fazendeiros, entram os coronéis sindicalistas. O socialismo, como idéia, tem a elasticidade do hímen complacente: aceita todas as penetrações.

Por isso não creio em grandes mudanças, mesmo que a dinastia Lula se perpetue no poder. Certos conceitos, é claro, tenderão a ficar hegemônicos, como tudo o que for “socialistamente correto”, mas, fora a moda, o dia-a-dia brasileiro não vai mudar. A única novidade foi a ascensão de uma nova classe e sua entrada na luta pelo poder entre as classes tradicionais. De Gaulle sempre chamou os soviéticos de russos, porque eles sempre agiram como russos. E Fidel Castro não conseguir fazer com que os cubanos deixassem de ser cubanos. Nós brasileiros continuaremos brasileiros, apesar desse socialismo sindicalista-universitário que chegou - brasileiramente - ao poder. Já engolimos outros sapos.

Um abraço.

André disse...

"De Gaulle sempre chamou os soviéticos de russos, porque eles sempre agiram como russos." Bem lembrado, Eifler.

"Nós brasileiros continuaremos brasileiros, apesar desse socialismo sindicalista-universitário que chegou - brasileiramente - ao poder. Já engolimos outros sapos." Ha, ha, gostei do "universitário". E penso o mesmo q vc.

Catellius disse...

Excelente comentário, Eifler. O povo continua o mesmo, apesar da alternância de poder; e um povo x tenderá a sempre produzir políticos y. Tenho esperanças de que um dia a mentalidade do povo brasileiro evoluirá. E acho que a Simone tocou em um ponto importante. O nosso povo precisa trucar mais, duvidar, precisa de senso crítico. E, já que sonhar é bom, precisamos de políticos que se matem quando forem pegos roubando.

Simone, acho que não é contraditório, he he, porque ser onda não implica em não ser partícula. Já ser honesto implica em não ser desonesto.

André disse...

Catellius, obrigado por passar lá no meu site.

É, tomara q a mentalidade do brasileiro mude nos próximos 150, 200 anos.

C. Mouro disse...

Qual é o teu site, André?

ROÇA COISA É OUTRA LIMPA disse...

Catellius disse...
Excelente comentário, Eifler. O povo continua o mesmo, apesar da alternância de poder; e um povo x tenderá a sempre produzir políticos y. Tenho esperanças de que um dia a mentalidade do povo brasileiro evoluirá. E acho que a Simone tocou em um ponto importante. O nosso povo precisa trucar mais, duvidar, precisa de senso crítico. E, já que sonhar é bom, precisamos de políticos que se matem quando forem pegos roubando.

Na China são mortos pelo estado, no Japão se matam por vergonha, ou antes que a quadrilha o mate de maneira bem pior, pela possibiliodade de que ele entregue o resto da turma.
Por aqui nada acontece, a não ser um show de votos para o dito cujo na eleição seguinte.

Ed disse...

Duas constatações:
- esse Heitor tem tempo sobrando, pela qtd de coisas que escreve.
- esse texto não tem pé nem cabeça começa por um lado dá mil voltas a assuntos diferentes (interligados, mas nem tanto que mereçam abordagem única.)
O pior é que todo texto deve concluir voltando ao ínicio para que a abordagem desenvolvida leve à lógica da conclusão a partir do título e do preâmbulo. O articulista perdeu-se no desenvolvimento e não chegou a lógica conclusiva nenhuma (que advenha do título, do preâmbulo e do desenvolvimento do texto).
At last: O tal Daniel Dantas nem por 50 milhões de dólares dá para apoiar e não tem credibilidade. Nenhuma afirmativa dele deveria ser reproduzida por quem quer ter a credibilidade.

Heitor Abranches disse...

ed,

Obrigado pela apreciacao e pela leitura.

Inseri um paragrafo introdutorio para melhorar a contextualizacao do texto.

André disse...

Catellius, excelente aquele e-mail da ponte-túnel de Oresund!

Grande C. Mouro, meu site é o www.execout.blogspot.com

“O pior é que todo texto deve concluir voltando ao ínicio para que a abordagem desenvolvida leve à lógica da conclusão a partir do título e do preâmbulo.”

Nossa, que lindo, parece professor de redação de cursinho.

“O tal Daniel Dantas não tem credibilidade.” Ele não precisa muito disso. É um operador muito específico, num nível muito alto e excelente no q faz, não um político. E, de qualquer maneira, quem está realmente por dentro do q ele faz (pouquíssima gente, claro) sabe o q, dentro do q ele diz, merece ou não algum crédito.

“nenhuma afirmativa dele deveria ser reproduzida por quem quer ter a credibilidade.” Credibilidade, não “a” credibilidade. E, se essa regra fosse seguida, ficaria difícil reproduzir quase tudo o q muita gente diz. Comentários devem ser interessantes e pertinentes, não necessariamente emitidos por gente com “credibilidade”.

Como diria o C. Mouro: “Raios parta!”

Eduardo Silva disse...

Partindo para uma visão filosófica.........
"Partido dos trabalhadores". Eu fico pensando se realmente é possível uma entidade metafisíca como é um grupo, um simples globo gregário humano, é possível de pensar por si mesmo independente dos indivíduos que o compõe.
Assim me torno mais límpido: nós indivíduos nos vemos epistemologicamente, ou seja, através dos sentidos, e como vemos um grupo, afinal o que é um grupo? E como dotar um grupo de racionalidade como a de um indivíduo. Os trabalhadores organizados formam uma entidade racional que prevalece sobre suas opiniões individuais, ou as decisões deliberadas do Partido é apenas resultado da inter-relação cognitiva entre eles?
Eu acredito que ver uma instituição, como o PT, como um ser super-estrutural(aqui não na denotação marxista) é uma metafísica, assim como é atribuir ao boi um sentido divino.

Assim, o PT não é resultado de individuos que se subordinam a uma entidade maior, ele se confude com os seus integrantes, e pior, se confunde mormente com os integrantes que são os caciques, fazendo não um ente gregário mas fantoches nas mãos dos grandes ventrílocos, como o Lula, o Dirceu e etc..

C. Mouro disse...

"Massa é um grande corpo sem cabeça"

Uma massa organizada é um imenso corpo controlado por uma pequena cabeça.
Uma ideologia é um software instalado nas cabeças preguiçosas ou ansiosas por comando mais qualificante. E, é claro, este "software" não tem algoritmos perfeitos. Assim, é preciso intervenção arbitrária para solucionar impasses, surgindo então a necessidade de líderes (cabeças) para guiar a massa estúpida e pretensamente orgulhosa por participar de um "grande corpo" mais potente, mais grandioso, mais forte e com uma cabeça superior àquela que os pedaços desse corpo julgam ter.
Essa sensação de pertinencia a um "todo melhor" realiza como pedaço àqueles que em si inteiros desprezam-se como indivíduos, ansiosos então por pertencerem a "corpos coletivos" pretensamente virtuosos onde se possam realizar, iludindo-se desesperadamente com as virtudes que alegam. É o coletivismo, que é capaz de permitir ao indivíduo tomar para si as virtudes dos "pedaços" do "corpo coletivo virtuoso" e ao mesmo tempo enxotar deste "corpo virtuoso" os pedaços que se espuseram sem as virtudes alegadas:
Se, por exemplo, se o socialismo produziu facínoras que causaram miséria e opressão, estes não são "socialistas de verdade", não são contabilizados na conta do socialismo, por seus adeptos. Mas qualquer sucesso, macabro que seja, os adeptos contabilizam como virtude DOS SOCIALISTAS. ...Uma beleza mesmo: os fracassos são dos indivíduos, mas os sucessos pertencem ao todo. ...hehehe! é ridiculo que torcedores cujo time venceu um campeonato digam "eu sou campeão" ...hehehe! e comemorem não o espetaculo que possam ter visto, ou que existiu, mas apenas a vitória, feia ou bonita, merecida ou não. ...uma estupidez prá mais de metro e meio. ...hohoho!

Abraços
C. Mouro

A Língua disse...

DENÚNCIA: "Lei" pró-RAPTO de CRIANÇAS!
Escute a gravação do programa de rádio em formato MP3 anexado.
ESPAÑOL: el texto ultimo

Marco Aurélio Garcia não é somente o verme que gesticulou obscenamente à publicação de uma suposta única culpa pelo acidente omicida *em bando (ver final do texto) à TAM-TAM por um telejornal, mas ele é o $atâniko que junto com Mulla criou o seu monstro "BURRO-CHÁVEZ". Os feitos de Marco Aurélio e Mulla estão funcionando rapidamente na Venezuela. Não foi à tôa que Mulla foi fortalecer comício de BURRO-CHÁVEZ no lado Venezuelano da fronteira como ele fez com Hierbo-Kokarales.

O banditismo institucional do narkotráfico e terrorismo ESTÁ PRESTES A CONSOLIDAR UMA "LEI" DE **RAPTO INSTITUCIONALIZADO** DE CRIANÇAS A PARTIR DE 3 ANOS DE IDADE pelos sentinelas do terror dos AGENTES IMPLANTADOS PELO PT de Marco Aurélio Garcia e Mulla, os SENHORES DO POC-POC NAS ENTRANHAS DAS NÁDEGAS DOS POVOS, sejam RAPTADAS na presença dos pais e internadas em ambientes chamados de "círculos infantís" e que sejam lavadas mentalmente sob as orientações dele! A TUTELA DAS CRIANÇAS FICARÃO NAS MÃOS DO "DES-GOOVERNO COMUNISTA DE CHÁVEZ". As crianças de 3 a 10 anos de idade só poderão visitar os pais duas vezes por mês. A partir dos 10 anos elas serão conduzidas para qualquer lugar do país de acordo com as necessidades estratégicas do "governo" para que elas sirvam aos interesses da "nação socialista bolivariana" até chegarem à maioridade quando elas só terão direitos (emprego, crédito, documentos) se servirem de joelhos ao des-governo comunista e "esquizofrenista" del "burro-chávez".

As crianças serão lavadas mentalmente com: distorção do cristianismo, comunismo com teorias $atânikas de leninismo, marxismo e leituras de beria. Beria foi o criador das teorias comuno-satânicas de dominação dos povos através da oferta de narcóticos aos jovens para destruição das forças moral e física advindas da consciência dos povos. INCLUIE-SE NISSO A TÁTICA DA IMPOSIÇÃO DO ESTUPRO ENTRE HOMENS E LIVRE CONSUMO DE DROGAS EM ORGIAS GAYS ambos martelados pela Marta Suplicy, a agente facilitadora do seqüestro de Abilio Diniz, fato que TODOS ESCONDEM! Cinicamente ela foi empossada no Ministério do Turismo sem qualquer preparo técnico e moral para tal função.

Na Rede Bandeirantes de Televisão, Marco Aurélio Garcia defendeu "Burro-Chávez" com todas as forças dele, afirmando que a Venezuela continua sendo "democrática"... uhmmmm... Nunca vi sistema eleitoral ser usado para rastreamento de oposicionistas para tirar-lhes o direito a emprego, passaporte, e crédito. Isso é democracia?

Não se esqueçam que Mulla, Marco Aurélio Garcia, Dirceu, Chávez, Fidel e 150 GUERRILHAS NARKOGUERRILHEIRAS formam o FORO DE SÃO PAULO! As condições em Venezuela são por enquanto distintas das brasileiras. Para vocês ainda não é possível avançar a este extremo, "ainda". Por enquanto. Mas, considerando a persistente alienação, a ignorância presunçosa e a teimosa estupidez de nossa gente que continua sem atentar para a atuação nefasta do Foro de São Paulo - minuciosamente planejada; que faz por não entender que a perda do pátrio poder sobre filhos será mais um eventual item na lista de leis do movimento do "krime kommunista organizado", ALÉM DAQUELA DO ABORTO E DA PREMIAÇÃO MILHIONÁRIA DE TERRORISTAS DE 64, que começa com o golpe induzido ao desarmamento da população, segue com as tais cotas raciais, com leis lenientes para com criminosos (lei que desconsidera hediondos todos os crimes como lavagem de dinheiro, tráfico de armas, terrorismo) e leis que privilegiam escandalosamente perversões sexuais; que acredita que o tsunami de corrupção escancarada nas instituições governamentais resulta apenas da falta de vergonha na cara de politiquelhos prostitutos que continua achando que Mulla e sua quadrilha comuno-petista são só uns pobres diabos corruptos e incompentes que mantém a crença cretina de que o comunismo acabou com a implosão das URSS... A propósito a Geórgia é uma ditadura comunista na Europa cuja agora é o novo fornecedor de armas à Venezuela junto com a Rússia de Putin, outro que articula a volta do comunismo e vendeu 9 submarinos avançados à Venezuela, uma frota nova já maior que a nossa atual que está defasada!

Considerando tais coisas, podemos prever que a implantação destes currais comuno-doutrinários para a infância brasileira será apenas questão de tempo. A PROPÓSITO, ELES EXISTEM: AS ESCOLAS E A UNIVERSIDADE DO MST!

BRASILEIROS, ENTÃO ACORDEM DO TRANSE!

Assunto: Perdida de la Patria Postestad en la Venezuela chavista - IMPORTANTE! DIFUNDANLO!!!

Amigos,

El archivo anejo es un poco "pesado" pero deve distribuirse ampliamente, pues es de importancia máxima.

Hace un rato recibi comentario de un corresponsal venezolano cuestionando como pueden las personas salirse de vacaciones cuando el país se desploma y pregunta se los hijos se molestan demasiado en non tener vacaciones.


Como el audio anexo habla del futuro de la educcación y de la Patria Potestad de los niños en Venezuela, creo ser muy oportuno oír y reflexionar sobre la denuncia gravisima que hace ahí.

Abajo comentario de un amigo cubano que conoce mejor que todos lo que significa esa nueva ley.


Saludos, Gracia.

Por favor distribuyan esto. Es importante que se sepa. La educacion, formacion politica y destino de los niños en Venezuela a partir de los 3 años estara a cargo del gobierno de Chavez. Escuchen la grabacion adjunta - es corta - y se leen los articulos 3 y 4 de las nuevas leyes sometidas a la Asamblea Nacional chavista.

Agustin Blazquez

A Língua!
www.alingua.blogspot.com

*em bando significa que houve conivência da ANARCHIA dos petistas em aceitar propina da TAM-TAM e outras regalias em troca de aprovação de laudos de checagem de manutenção FRAUDADOS pela direção da TAM-TAM bem como permitir a operação de aeronaves com lotação no limite em pistas curtas. Um A320 opera seguramente em Congonhas com todos os mecanismos em ordem e com no máximo 156 passageiros e porão não lotado. O avião que caiu tinha problemas com reversores que são UTILÍSSIMOS, PISTA ESCORREGADIA, asa com uns 50% de combustível o que é muito peso, 187 passageiros mais tripulação. Essa aeronave operava nessas condições com LENIÊNCIA do DESGOVERNO FEDERAL+INFRAZERO com pagamento de propinas da TAM. Quem do Ministério Público quiser saber, é só contatar A LÍNGUA!

A Língua disse...

Faltou o anexo

Escute a gravação do programa de rádio em formato MP3

Catellius disse...

Grande André,

you're most welcome!

Caro Eduardo,

Obrigado pelo retorno e pelo fomento do debate saudável!
De fato, o PT não é um ser consciente e munido de livre-arbítrio, mas tem sua doutrina e seres bovinos são capazes de agir em seu nome. Uma grande instituição como o PT passa quase a ter vida própria e a lutar selvagemente para se perpetuar no poder, apesar dos homens que a integram possam ser bons maridos, bons pais e "bons camaradas". O documentário "The Corporation" mostra isto muito bem (apesar dos inúmeros exageros). O PT e a ICAR, que já estiveram muito conectados, agem como psicopatas, justamente porque têm apenas interesses e mais nada. São "seres" descerebrados e fortes que não querem morrer, são paquidermes que temem uma mísera formiga; temem-na de tal modo - que entre pela tromba (como o candiru, he he, porque os acéfalos só têm a tromba inferior), pelo traseiro - e assim só se locomovem aos pulos, aos trancos e barrancos, produzindo sibilos horríveis, ameaçando...

Excelente comentário, grande Mouro!

Quando um poder civil mantém estreitas ligações com um poder religioso - na verdade, qualquer ideologia - a massa acéfala ganha vida. Do mesmo modo que uma mulher que tem relações com um padre pode virar uma mula sem cabeça, sem razão, dominada pelos instintos, piromaníaca, quadrúpede; a massa acéfala tem todas essas características.

E se cruzarmos uma mula-sem-cabeça com um tucano sem bico nasce A Língua, he he...

Abraços a todos

Edison disse...

Lula não "saiu de baixo" . Sempre esteve lá.

Engajado disse...

Parem de falar do Lula seus animais ignorantes porque enquanto ele estava lutando e sendo preso esses filhinhos de papai estavam tomanco picolé e brincando de militar. É fácil ficar criticando-o chamando de apedeuta quando ele deu tudo de si pela justiça e pela causa operária, dos QUE FAZEM ESSE BRASIL ANDAR! Então, seu retardado, escreva textos melhores e vá estudar ao invés dfe ficar sacaneando um lutador, um exemplo para nosso país!

Engajado disse...

E eu estou falando com esse Mula aí chamado A Língua

Bocage disse...

"tomanco picolé e brincando de militar"

A Língua e o Engajado só podem estar brincando! Este deve ser do Jegue Vermelho e o outro do Jegue Azul.

Ed disse...

Heitor,
Melhorou, mesmo assim apareceu gente para criticar.

O cara que defendeu o DD deve ser daqueles deslumbrados com o sucesso financeiro pela Lei de Gerson.

José Alberto Mostardinha disse...

"O Cristovam Buarque foi o homem que teve a melhor idéia daquela geração propondo o Bolsa Escola, ou seja, a extensão do sistema de bolsas para os alunos carentes desde o ensino fundamental."

... mas os brasileiros "espertos" em vez de concentrarem os votos neste homem resolveram aplicá-los numa direita incompetente e inócua.

Cristovam Buarque, já na altura, pretendia investir na educação, a maior riqueza de qualquer país.
E ao investir na educação também estava a investir na segurança pública.

Todo o mundo sabe o que fazem pelas ruas as crianças que não tiveram acesso á educação.
Todo o mundo sabe o que vão ser esses homens de amanhã.


Abraço,

André disse...

“A propósito a Geórgia é uma ditadura comunista na Europa cuja agora é o novo fornecedor de armas à Venezuela”.

A Georgia mal possui armas para si mesma, tem duas regiões separatistas, etc. Talvez se fosse uma Ucrânia, essa sim uma competente fabricante de armas, apesar de viver afogada em outros problemas...

Chavez com submarinos russos? Provavelmente os velhos classe Kilo, Romeo ou Victor. Ou algo “novo”, reciclagem dessas classes antigas.

Edison disse:

Lula não "saiu de baixo" . Sempre esteve lá.

É isso aí!

Lula, um lutador, um dos que “FAZEM ESSE BRASIL ANDAR!”

Ah! Mestre Lampião, o maior opereteiro (operário, não fazedor de óperas) do ABC! Nosso Padim Ciço com a foice e o martelo! Nosso Padim Lênin! Aquele que faz justiça, mas não é justiceiro! Nosso Silva! Nosso Messias do semi-árido!

André disse...

Brazil: Philips Joins The 'Tired'

Cansei, a new campaign born from the recent TAM Flight 3054 crash in Brazil and intended to harness public outrage over government failures at all levels, could introduce a new degree of corporate involvement into the relationship between the government and the public. It will face significant obstacles to maintaining credibility as a nonpartisan movement, however.

Analysis

An unusual political movement, thus far based primarily in Sao Paulo's upper and middle classes, has just been launched in Brazil to demand better governance. It is formally called the Civic Movement for the Rights of Brazilians, and is being spearheaded by the Sao Paulo branch of the widely respected Brazilian Bar Association (OAB-SP), the organization established by the constitution to test and certify Brazil's lawyers.

The Brazilian subsidiary of Holland's Royal Philips Electronics precipitously decided July 27 to join this group, hoping to maintain its claim to nonpartisanship in the process. If other companies follow suit, this movement could usher in a new dynamic in the three-way relationship among large companies, the government and the public. Even if Philips withdraws its participation, the campaign could be the seed of a movement strong enough to give the Brazilian Social Democracy Party (PSDB) -- the main opposition party -- an edge going into the 2010 presidential election.

The movement's campaign title is "Cansei," which translates as "I'm tired and I've had enough." It was launched July 26 in the wake of Brazil's worst-ever airplane disaster, the TAM Flight 3054 crash on July 17. Cansei demands accountability not only for the nation's troubled air-traffic control system but also for multiple instances of alleged government mismanagement, negligence and corruption from the local to the federal level. Participants claim its purpose is not to target the administration of President Luis Inacio "Lula" da Silva per se, but rather to overcome complacency regarding a series of public and social ills. However, it has no clear agenda or demands yet -- and crafting a platform without attracting accusations of partisanship will be a significant challenge.

The minds behind the operation, including OAB-SP President Luiz Flavio Borges D'Urso and Business Leaders Group President Joao Doria Jr., claim Brazil has so many scandals that no single one remains in the public consciousness long enough to generate a demand for change. This is a rather uncontestable point; from unchecked gang violence to public works corruption scandals to congressional bribery schemes, one scandal piles on the next and those pushed down the queue tend to be buried. Brazil's Federal Police (equivalent to the U.S. FBI) has been remarkably active during the past few years investigating and exposing many of these scandals, but few of those indicted actually served jail time. The most clear and damaging effect of Brazil's corruption problems and political upheaval has been the series of delays and failures in implementing infrastructure expansion programs associated with the president's Growth Acceleration Program.

Despite Cansei's critical stance toward government performance, it claims to be nonpartisan, equally critiquing failures at the state and city levels where a variety of parties are in charge. If Cansei can maintain its credibility as a nonpartisan group, it could attract a significant following -- from grassroots to the halls of industry. This will be a tough claim to maintain, however, in the face of cries that it is an opposition front. Already the president of the ruling Workers' Party (PT) has publicly claimed Cansei is hiding its political motivations and is a front for PSDB. In addition, the umbrella Workers' Central Union, which has close ties to the PT, has started a spoof countercampaign focusing on the plight of poor workers, similarly called "We're tired."

The day after Cansei's launch, the top leadership of Philips in Brazil decided to join the campaign, claiming it complements the company's ethic of social responsibility. Philips is monitoring the reactions generated by its participation. A company spokesperson said July 30 that it could reconsider its affiliation with the campaign if Cansei takes on the appearance of a tool of the opposition, rather than a respectable outlet for Philips' commitment as a responsible corporate citizen. If Philips withdraws from the campaign early, it would not lose much, and it would have made its point. However, other companies likely would view Cansei with increased caution. The duration of Philips' participation is the canary in the coal mine for Cansei's appeal to the broader business community.

Although Philips reports it has received many words of encouragement for its decision thus far, its involvement in Cansei could certainly backfire. Not only could the government retaliate, but Brazil's geographical and class divisions could come into play.

A satirical piece called "Os Neocansados" (essentially, "The Neo-Tireds") in the Folha de Sao Paulo called the campaign an initiative of the "white, southern elite." Da Silva's main opponent in the 2006 presidential race, the center-right Geraldo Alckmin, hails from Sao Paulo and garnered a great deal of support in the relatively wealthy southern section of the country, while Lula swept the poor northeast and interior regions. If the Cansei campaign is perceived as an attack by Alckmin's support base on the current government, affiliation with Cansei could rub poorer Brazilians the wrong way.

However, the Cansei campaign could generate a following across the entire nation. Few Brazilians would disagree with the group's rhetoric so far. Cynical weariness at government failure is a basic component of the Brazilian spirit, as is optimism for the future of the country as a whole. Seldom has there been a mechanism to connect the weariness with the optimism and direct them into an outlet for constructive action.

In the wake of the TAM Flight 3054 crash, national emotions are running high, and Brazil is perhaps even more introspective than it was during the 2006 presidential campaign. The Cansei campaign will likely get a burst of popular support with its moment of silence Aug. 17 (one month to the day after the TAM Flight 3054 crash). After that, it will face the challenge of crafting a more specific agenda without feeding accusations of partisan objectives. The most likely outcome is that, despite its best efforts, the campaign will be too politicized for ongoing corporate participation, and companies will continue their lobbying efforts more quietly through their trade associations. This does not mean the campaign will be ineffective, however. Whether intended or not, the Cansei campaign could give the PSDB party an early edge in building popular support before the 2010 presidential election.

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