01 junho 2008

Gente que não é igual a gente

Hoje, assisti a entrevista da ministra Dilma Roussef ao Jô Soares. A impressão que tive é que hoje a ministra está mais para nacionalista do que para esquerdista. Mas o mais importante, ela não é uma pessoa normal. Me fez lembrar da entrevista do homem mais rico do Brasil, o Eike Batista, que estava agitadíssimo como se tivesse formiga na cadeira, parecia estar cheirado. A diferença é que a droga da ministra é o poder.

Aliás, este Eike Batista é muito doido. Conta-se que ele estava de casamento marcado com uma socialite quando um amigo resolveu lhe dar de despedida de solteiro uma global e não é que o cara acabou casando com a Luma. A Dilma, por sua vez, não fica atrás, jovenzinha ainda planejou o roubo do cofre do ex-governador Ademar de Barros que ficava na casa da sua amante. Conseguiram levar uma pequena fortuna.

Confesso que em meu machismo acho difícil tolerar uma mulher tão ostensivamente peniana. Ela se comporta como se tivesse um pênis de 3 metros. Segundo me consta ela gosta, em reuniões fechadas ou em reuniões não tão fechadas assim de tirá-lo e balança-lo para quem quiser ver. Se preciso ela bate ele na mesa ou na cabeça de um Mané. O fato é que qualquer um tem o direito de se impor, é um direito. Como dizem os militares, manda quem poder e obedece quem tem juízo.

E, convenhamos, o ser humano é uma raça miserável. Você vai ao cinema e uma filha da puta mãe de família senta atrás de você e fica chutando a sua cadeira. Aí você fica pensando em como é que alguém que supostamente ama um filho pode ter tão pouca consideração pelas pessoas que a cercam. Aliás, eu acho que pessoas gripadas deveriam ser proibidas de andar de elevador ou de freqüentar ambientes fechados. Isto é muita desconsideração com os demais que podem contrair doenças. Mas a raça humana é assim, de um lado, temos estas criaturas obcecadas por poder e de outro temos umas criaturas incapazes de olhar além de seus próprios umbigos.

Dizem que muitos ascetas indianos decidiram não se reproduzir para encerrar o ciclo cármico de miséria em que estamos enredados. Talvez o problema seja este. Os caras sensatos viram o horror da nossa situação e desistiram e, enquanto isto, os insensatos povoaram o mundo e reproduziram as suas neuroses. Se bem que se a vida fosse ruim não teria tanta gente desesperada quando percebe que o fim está próximo.

Bem, enquanto estivermos por aqui, não faltará animação. Sempre teremos as Dilmas e os Eikes prontos para tentar enrabar a todos e os mais normaizinhos com as cabecinhas enfiadas em seus próprios rabos. O mundo está condenado ao caos. Paz somente se alguém conseguir a tal paz interior. Enquanto isto, o melhor que fazemos é termos uma democracia pois pelo menos assim a gente troca o violador de tempos em tempos.

4 comentários:

André disse...

Heitor, essa Dilma quando era adolescente/jovem devia ser uma daquelas comunistas ultrafanáticas, chatas, mal amadas, ratinha de diretório acadêmico de faculdade... no caso dela, está mais pra ratazana.

E ela parece mesmo um Dilmão.

O pior não é a mãe de família (ou não-mãe) que chuta a sua cadeira no cinema, mas aquela que vem com trezentas crianças na fila (geralmente é uma tia), não sabe o que vai ver, fica enchendo a coitada da moça da bilheteria de perguntas, depois ainda pergunta pras crianças o que elas querem ver, aí começa aquela discussão idiota e inevitável... mais de dez minutos pra comprar entrada.

“muitos ascetas indianos decidiram não se reproduzir para encerrar o ciclo cármico de miséria em que estamos enredados” Às vezes concordo com os ascetas.

C. Mouro disse...

...hehehe!
Se não me engano o hinduismo budismo ou lao raio que for, defende que só quando o homem não tem mais ilusões ele consegue começar a entender a realidade; Ou algo semelhante a isso. Que aliás é óbvio. Já que a ilusão existindo encore a realidade.

"Sempre teremos as Dilmas e os Eikes prontos para tentar enrabar a todos (...) O mundo está condenado ao caos. (...) Enquanto isto, o melhor que fazemos é termos uma democracia pois pelo menos assim a gente troca o violador de tempos em tempos."

O problema da mudança de violador tem se mostrado temerária. Afinal, cada novo violador porta "arma" mais grossa e comprida que o anterior.
...Assim não dá para ser feliz não!

"Tolerar o mal écombater o bem."

"Tudo que o mal precisa para prosperar, é que os bons sejam bonzinhos com ele"

A única medida viável é usar cintode castidade sem chave, na solda mesmo. ...E ir tocando o barco.
A politica sempre foi a mesma, e já não existe nada mais de filosofia, tudo é, já, ideologia. Essa guerra começou contra os estóicos, vencida pelos ideológicos ainda no sec XX.

Abs
C. Mouro

Ricardo Rayol disse...

Voua li me matar e já volto

Catellius disse...

"A única medida viável é usar cintode castidade sem chave, na solda mesmo"

Ha ha ha!
Só hoje que li isto aí. O Mouro era impagável!

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