06 abril 2014

Se houvesse democracia no Brasil do século XIX

Texto mui levemente adaptado de comentário anônimo em A democracia é uma M*, atribuído ao misterioso C. Mouro:

Se no século XVIII e XIX houvesse democracia como a que se pratica, sobretudo no Brasil, até hoje haveria escravidão dos negros.

Os escravos poderiam votar, mas os candidatos seriam escolhidos pelas cúpulas partidárias. Para se formar um partido teria-se que ser senhor de engenho com apoio de certa porcentagem da população, e tudo deveria ser conferido pelos mandantes vigentes: os brancos altamente beneficiados pela escravidão democrática dos negros.

Tudo que dissessem os escravocratas moderados - sim, porque abolicionistas jamais conseguiriam criar partidos - contra os escravocratas seria considerado ofensivo pelo TRE e assim haveria multas e proibição de uso do tempo pelos moderados.

As verbas e tempo de propaganda, mesmo que os brancos escravocratas se dissessem igualitários, seriam muitíssimo maiores para os grandes partidos escravocratas, que facilmente, através de seus filiados e quadrilheiros, criariam inúmeros partidos escravocratas para comporem apoio aos grandes e se beneficiarem de ainda mais verbas e tempo de propaganda.

Brancos receberiam promessas de vantagens com a escravidão dos negros, alguns negros seriam privilegiados como feitores, haveria regras partidárias com boa estratégia para inibir novidades e favorecer o de sempre, toda a apuração das urnas ficaria sob a tutela dos senhores de engenho.

Assim (salvo talvez por pressão externa - eu, Catellius, observo), se houvesse democracia nos seculos XVIII e XIX, até hoje os negros seriam escravos de brancos, e mesmo de alguns negros, e tudo na forma democrática e popular tão defendida por pavões que invocam a rota bandeira da democracia para abafar a bandeira da liberdade. A velha confusão de palavras, a manipulação semântica tão utilizada pela política.

Depois de a palavra "igualdade" ser exigida entre indivíduos perante as leis, sem hierarquia social e privilégios, imediatamente usaram a mesma palavra "igualdade" mas com o sentido de igualdade material, a fim de confundir e manter a diferença entre os indivíduos. Assim, igualdade já não correspondia à ausência de privilégios legais para indivíduos numa sociedade hierarquizada, mas exatamente ao oposto: indivíduos com privilégios de ação e imunidades legais ilegítimas, sob pretexto de imporem uma igualdade material - injusta, com o mérito desprezado.

Para se combater clamores pela liberdade, confunde-se esta com democracia, como se fossem sinônimos. Ninguém mais defende a liberdade, mas apenas a democracia para eleger os Senhores da Sociedade, os quais sobre esta impõem suas vontades, caprichos, subjetividades e, sobretudo, impõem o custeio de seus luxos e manias à sociedade que trabalha e produz.

Enfim, os senhores democraticamente eleitos criam as regras democráticas que permitem que as mudanças só aconteçam para que tudo permaneça o mesmo.

18 comentários:

Anônimo disse...

Democracia nao e uma solucao em si mas um caminho ... Um caminho que consider a os homens Como sao. Se os homens fossem anjos nao haveria necessidade de lei, instituicoes nem democracia.

Anônimo disse...

Grande Catelius!

São palavras mágicas que encantam os tontos. Acho que o ser humano persiste deslumbrado com a linguagem eficiente que o diferencia dos demais animais. Assim, tão deslumbrado que ainda não consegue perceber direito oq é a linguagem como transmissão de informação precisa. por isso insiste em perceber a linguagem como transmissão de emoção - e de forma binária - como se a entonação conferisse o significado a palavra. tal qual os animais ditos irracionais transmitem entre si mais emoção que informação. Um rugido ou um miado, movimentos, grunhidos, uivos e etc..

Os deslumbrados ainda assim percebem a linguagem e toda palavra pode significar qualquer coisa sobretudo em dicotomias "isso bom" ou "isso ruim" ...uga uga!!! ...hehehe! Sob percepção emocional e não racional.

Democracia não significa liberdade e mesmo numa ditadura pode haver muito mais liberdade que na mais democrática das democracias.

Não por acaso os estatistas de todos os tempos e sobretudo os tais de socialistas usam as palavras sem qualquer pudor racional. Assim podiam chamar a Alemanha Oriental (socialista - só tontos falam na idiotice "comunista", exatamente por não darem qq importância ao significado das palavras - de república democratica da alemanha ...rsrs Bem como estes ratos nunca se coraram ao dizerem-se "libertadores" como gostavam de nomear suas quadrilhas com nomemscomo "exército da libertação nacional" e afirmarem desejar a libertação das massas, dos pobres, trabalhadores e etc.. mais pitoresco ainda os jovens nos anos 60 e 70 adorarem dizerem-se "rebeldes" ...certamente os rebeldes mais submissos e todos os tempos, pois que ambicionavam serem COMANDADOS por líderes "libertadores" que libertariam populações impondo - DITANDO - seus desejos, manias, opiniões e sobretudo custeio de seus caprichos às populações "libertadas" para obedecerem bovinamente os líderes que as libertariam através da servidão e obediência ...hehehe!!!

Enfim, o decadente Império Romano pariu a forma perfeita de fazer o mal através da falação do bem e tudo foi percebido de forma que chegam a pregqar a liberdade através da escravidão, a justiça(social) através da injustiça, o direito através da vontade dos que comandam a força (nem Rousseau entrou nessa, só não percebeu que o mais forte não se tratava de humano, mas de uma organização superior ao individuo que nela reinasse). Enfim, os tais rebeldes eram os mais obedientes e subservientes às lideranças que já se teve noticias ...hehehe!

Aliás, a palavra "cidadania" é outra que de uns bons anos para cá foi prostituida e perdeu seu significado. Se antes significava tratamento igual para todos os cidadão por parte da lei, agora já se misturou a desfrutes materiais quye em nada se relacionam com a idéia inicial de cidadania. Antes cidadania significava que o individuo não sofreria restrições pelo governo, agora ja significa até o usofruto de privilégios ante outros cidadão por parte do governo. Ou seja, e antes apenas negava ação do governo contra indivíduos, agora é ação a favor. ...PQP!!! ...tudo bem aceito nos meio universotários.

Veja só, estabelecem cotas raciais sob a égide do anti racismo e em nome da igualdade e mesmo do favorecimento dos mais fracos AS VERBAS DEMOCRÁTICAS e DEMOCRATICOS TEMPOS DE PROPAGANDA para partidos políticos são MAIORES quanto maior o partido. Ou seja, os maiores partidos auferem maiores verbas e tempos e os nascentes são olhidos em sua atividade politica ...e viva a democracia. ...hehehe! ...seria como um imposto progressivo as avessas, onde os maiores percentuais de imposto incidissem sobre os que ganham menos ...hehehe!!!

Abração!
C. Mouro

Anônimo disse...

(Continuando)

Enfim, não tem jeito. Até terroristas, assaltantes e assassinos treinados e financiados por ditaduras genocidas se diziam democraticos ...rsrs Queriam impor a ferro e fogo uma republica democratica tal qual a da China, de Cuba ou da Coréia do Norte ...que os financiavam e treinavam (Coréia fora) ...e jornalistas e profs assim diziam a seus rebanhos sedentos por palavrório desconexo ...hehehe!!

Aliás, nada mais desconexo e contraditório do que o besteirol marxista que tanto sucesso fez e faz dentre os intiligentis. ...rsrs us intilequituais ...tudo bem que rola um jabá pra eles e bufunfa não falta, mas...

Tem muito p escrever por conta desta idiotice, mas ha que ressaltar a supressão da idéia de liberdade através do falatório sobre a maravilhosa democracia que liberta ...hehehe! Tanto liberta que nela oque mais ha são proibições, nunca se proibiu tanto, nunca o governo se fez tão intrometido e impositivo como com o avanço da democracia. Quanto mais democracia, mais proibições democraticas ...veja se não é similar ao fenomeno religioso que ao se apossar das mentes e impor-se como "bem maior" para a humanidade não fez outra coisa senão produzir proibições. ...no caso socialista, proibições religiosamente aceitas, defendidas e obedecidas pelos "rebeldes" que cultuam comandantes, no caso Br da época o Coma Andande Fidel ...rsrs o libertador e democrático ...hehehe!!!

Veja só, a idéia politica de lancçar culpas sobre a sociedade culpando-a por males generalizados é uma reedição da atribuição de culpa como aquela que o filho do homi morreu por nos os culpados. A culpa da pobreza é da riqueza e etc.. Pobres são bons e ricos maus...

Já de muito os homens são maus e as mulheres as vitimas. A sociedade discrimina a mulher os negros e demais coitadinhos (coitadismo foi a moral cristã que inventou: coitadinhos são bons e os não coitadinhos são maus e têm obrigação de servir aos coitadinhos)...

Enfim, sem me estentes em confabulações, o fato é que o IPEA inventou mais uma pesquisa - muito séria - em que constatou que a sociedade em vasta maioria apóa o ataque a mulheres que usem roupas provocantes ...quá quá quá!!!

Só imbecis poderiam crer em tal patacoada, mas eles estão tão seguros que fazem o que quiserem com a opinião publica (ou publicada), TÃO SEGUROS DO EFEITO ESPIRAL DO SILÊNCIO que não se dão qualquer limite e acabam produzindo imbecilidades fraudulentas ...mas essa do ataque a mulher provocante não deu certo, saiu pela culatra e ai basta um desmentido afirmando ter sido um engano Potaqueoparil ..imbecis dos mais descarados.
A idéia era culpar a sociedade pelos ataques às mulheres ...hehehe!

Hoje eu já soube por uma pesquisa, destas mui idôneas, que a desigualdade social aumenta os infartes nos "excluidos" ...e vamo qui vamu!!!!

A massa esta aí para ser moldada à conveniência dos moldadores. Afinal, crédulos em asneiras desde que entoadas na tonalidade certa para o momento. Rosna-se que a desigualdade social é causa de cardiopatia e pronto, em meio ao pieguismo moralóide milenar, que tanto o Poder tem sabido aproveitar, não é dificil ARREBANHAR ovelhas crédulas, ansiosas por se moldadem à MODA do momento e copmo não se importam com significados nada entendem e apenas seguem.


Forte abraço
C. Mouro

...e la nave va...

Anônimo disse...

Cheio de erros de concordancia, tempos verbais, sintaxe e etc. mas não dá para ficar prestando atenção nisso. Afinal as palavras nem são tão importantes ...rsrs

Abração
C. Mouro

Anônimo disse...

A grande merda é que aqueles que vivem do Poder de usurpar e, sobretudo, EXTORQUIR em vez de viver do trabalho trocado espontaneamente com os demais sabem muito bem manipular. Sabem usar de ardis perfeitos, sobretudo para a porca vaidade humana (no Eclesiastes percebemos que tal é velha conhecida) que torna humanos irracionais em cordeiros de rebanhos pastoreados por espertalhões.

...e o pior é que a vaidade (desejo de ser "melhor" comparativamente seguindo a MODA, e esta uma alegada opinião da maioria sobre "o melhor" ou "coisa dos melhores") é algo tção estúpido que consegue até fazer com que uma "ovelha" se orgulhe de sê-lo por tal ser propagandeado como valorizador do indivíduo. Assim, um vaidoso animal humano despreza sua razão em busca de apoio alheio, como se tal o convencesse de sua virtuose e brada que é "um servo do senhor todo poderoso" ...nem mesmo reflete que se tal senhor existisse e de fato apreciasse a servidão alheia como que um explicito reconhecimento de sua superioridade, não seria um deu, mas um idiota tão vaidos qto qq humano estúpido; estúpido porque não quer reconhecer-se em si valorizando a própria opinião sobre si mesmo, mas sim a opinião alheia como se mais competente que a própria, daí mais valiosa. Portanto, um deus sabio, poderoso ou não, jamais desprezaria a própria opinião sobre si para obter efusivas exibições de uma ralé sedenta de seus favores a ponto de rastejarem para agrada-lo pelo fato de se agradarem de tal. Ou seja, o tal deus não se distinguiria da ralé humana, sofrendo da mesma estupidez vaidosa para tentar convencer-se pelo que capta com a visão, ou qq outro dos 5 sentidos, não dispondo do sexto sentido que é a inteligência. Esta capaz de filtrar e analisar as informações obtidas pelos outros 5 sentidos e conceber uma informação verdadeira. Pobre deus não dispõe do sexto sentido e por tal despreza-o ...hehehe!

...perdi qse tudo que escrevi aqui, por sorte tinha copiado esta parte... pqp!

Anônimo disse...

Ótimo texto.

Peço desculpas pelo assunto fora de tópico, mas você já considerou fazer uma conta para o Pugnacitas no Facebook, Catelli? Ficaria mais prático para ler, comentar e divulgar os textos.

Abraço

Zéfiros Blog

Raphael

C. Mouro disse...

Ética e ideologia ou as duas éticas - 13 – 12 – 2002 — C. Mouro

Aquilo que considero o origem de toda merda moral ideológica:
Afinal, até mesmo a escravidão/servidão, se em tempos propagandeada justificável como tributo ao mais forte e mesmo como valorizadora se aceita como de direito do senhor, também foi propagandeada, no caso dos negros, ideológica, como necessária em nome de um bem maior, já que argumentava-se ser esta necessária para a alimentação do povo, em nome de uma salvação. Afinal, ideologia parte e se justifica nos FINS que alega-se esta realizará como bem compensador ou redentor. Ao contrário uma teoria parte de principios e conhecimentos prosperando coerentemente para um conhecimento maior. Ideologias são amontoados de afirmações, mesmo desconexas e contraditórias, que se justificam no objetivo supremo/redentor que alegam almejar.

Ética absoluta ou ética relativa, negativa ou positiva? ...As duas éticas, eis a questão!

Concordo que é uma pretensão exagerada de minha parte me intrometer em questão de epistemologia, etimologia ou lá o que seja. Porém, se antes não explicitar meu ponto de vista, é provável que algo se perca no que pretendo comentar.

Bem, por ética entendo o raciocínio que estuda os valores morais como princípios ideais da conduta humana. Também se dá como os princípios morais restritos a grupos específicos, formando um “código de ética”. Ou seja, ética seria o estudo das possibilidades morais visando descobrir o que seria a moral ideal. Tal termo, na minha opinião, na ausência de outro, deveria ser mais específico do que me parece ser. Eu diria mesmo que ética deveria significar o estudo da justiça, ou então que se criasse um termo para tal significado, embora tenhamos o direito, já tão deturpado. Chego mesmo a discordar de sua utilização como moral específica, ou apêndice moral, para determinados grupos, na forma de “código de ética”. Discordando de, por vezes, esta ser usada com viés escatológico (de eskhatos, para destino final) e até etológico, costumes.
Na minha opinião a ética gera conceitos morais, anuindo ou não com os valores das morais possíveis, ou mesmo pode criar a moral baseada nas conclusões sobre o comportamento adequado.

Isso posto, digo que a ética a que me refiro nada tem com pretensos fins para a humanidade ou com grupos humanos, mas sim com o uso dos meios que os indivíduos utilizam para atingir um fim qualquer. Desta forma entendo que, como não poderia deixar de ser neste “mundo binário”, que se possa conceber duas éticas: uma que visa combater o MAL e outra que visa aumentar o BEM. De modo que a primeira preconiza que o ser humano deva evitar sempre praticar o MAL. Neste caso o indivíduo deve ser punido quando pratica o MAL, sobretudo consciente; como recurso último, ante a impossibilidade de impedi-lo. Consentindo então que o MAL deva ser usado unicamente contra o MAL, visando impedi-lo e desestimula-lo, e sob nenhum outro pretexto mais. Já a segunda, preconiza que o ser humano deva praticar sempre o BEM, e neste caso deve ser até punido, como recurso último para coagi-lo, quando não o pratica, omitindo-se de faze-lo sem motivos justificáveis ante a autoridade que o julga (e que detém o Poder de puni-lo). Consentindo então, a segunda ética, que se pratique o MAL contra a omissão na prática do BEM. De forma que esta visão ética consente na prática do MAL, como recurso último, para induzir um BEM compensador. Ou seja, não preconiza a punição do MAL por ser ele um MAL, mas sim pelo fato de não ser um BEM, valendo o mesmo para a omissão. Portanto, para esta segunda ética, a posição neutra, ou omissa, é considerada também punível por não atuar em função do BEM.
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(continua)

C.; Mouro disse...

Temos então a ética com duas finalidades: coibir o MAL ou induzir ao BEM. Para a primeira, bom e respeitável é todo aquele que não pratica o MAL; mau e imputável é todo aquele que faz MAL a outros. Pela segunda visão, bom e respeitável é todo aquele que pratica o BEM; mau e imputável é todo aquele que não o faz. Ou seja, numa visão o responsável pelo MAL é somente aquele que o pratica, e, na outra, a ausência de ação favorável gratuita torna-se um tanto responsável pelo MAL alheio apenas por não fazer-lhe o BEM. Logo, para a “ética a favor do BEM” (ascética?) a honestidade não possui valor, mas apenas a “bondade”, mesmo que realizada a custo de males afirmados menores, compensáveis pelo BEM maior assim considerado. Tolerando-se e até defendendo o MAL em nome do BEM. Contrariando a “ética contra o MAL” (estóica?) que só tolera o MAL contra o MAL, a fim de elimina-lo.
É fácil perceber que na visão da “ética contra o MAL” apenas o indivíduo que pratique o MAL contra qualquer outro que não o tenha antes praticado, será considerado nocivo, mau e passível de punição. Logo, quem não pratica o MAL é absolutamente respeitável. É uma “ética absoluta” sem erro de interpretação. Quando muito poderia haver erro apenas na interpretação do que seja BEM ou MAL, embora de fácil metodologia para a perfeita compreensão deste. Ou seja, MALé tudo aquilo que o indivíduo não quer para si, logo não lhe deve ser imposto. Neste caso, independente das interpretações alheias, quem decide o que é bom ou MALpara si é o próprio indivíduo, que não poderá impor sua visão a quaisquer outros sobre o que seja BEM ou MAL para estes. De forma que numa divergência inconciliável a separação, a não relação, é o último recurso: a inércia entre contrários: relações não obrigatórias, pois que estas constituem-se em MAL, pelo menos, para uma das partes (permanece a não relação existente ou acaba a relação: o respeito absoluto entre indivíduos, a não agressão é o princípio ante a idéia, que surge, de direito). Já na visão da “ética a favor do BEM” qualquer indivíduo que não pratique o BEM, podendo faze-lo, será considerado mau e até punível, ou no mínimo moralmente inferior e um tanto menos respeitável. Assim a dupla prática torna complexo o julgamento, vez que a idéia de BEMmaior pode justificar um MAL menor, segundo julgamentos ou afirmações pessoais. Esta pretensão de ampliar o BEM faz com que se tolere um MAL considerado compensável pelo BEM que dele possa advir. De forma que a visão do que seja MAL ou , autoriza os indivíduos a interferirem na vida alheia, sob alegação de impor o BEM, mesmo que outros o considerem um MAL. É uma “ética relativa” com possibilidade de inúmeras interpretações quanto a intensidade compensável do MAL e compensadora do BEM. Podendo também haver erro na interpretação, sincera ou não, do que seja MAL ou , sem o princípio da inércia. E, neste caso, a visão alheia é relegada a segundo plano ante a “obrigação” de praticar o BEM, assim entendido, mesmo contra a vontade de quem assim não o interpreta. Sendo então passível de coerção. Essa “ética relativa” tende a justificar os meios pelos fins, tornando um tanto problemáticas as relações humanas. Pois que a preconização de fins, até utópicos, tende a fazer com que se examine com menor rigor os meios propostos para alcança-los. Com isso a possibilidade de fins desejáveis ou de aparência desejável, possíveis ou não, se sobrepõe ao julgamento dos meios que se propõe, ou apenas se pretende praticar, para supostamente atingi-los. Ou seja, perde-se completamente a idéia de justiça, superando-a pela idéia, falsa ou não, do “BEM maior” como objetivo supremo. Favorecendo a tendência de considerar que os meios supostamente capazes de atingir tal objetivo supremo, serão sempre “justos”, pelo simples fato de se realizarem em nome de um “BEM maior”, que poderá mesmo compensar o MAL deixado no pretenso “caminho do BEM”.

(continua)

C. Mouro disse...

É fácil presumir que, o que chamo de “ética relativa”, é responsável pela moral ideológica, uma vez que se entenda ideologia por uma análise das idéias, ou receitas, que poderão proporcionar o fim almejado, segundo a visão de quem as propõe ou deseja impô-las.
Quando a ética concebe a idéia de ideal moral, pode faze-lo visando os meios ideais de convivência entre os indivíduos ou visando um “fim supremo” pretensamente compensador. Então o “ideal social” será concebido como os meios justos para a convivência ou como o fim “mais justo” a ser alcançado, capaz de justificar injustiças compensáveis. Portanto, na “ética relativa” a justiça dos meios se sujeita à idéia de um “objetivo supremo” que os justifique. Enquanto o que chamo de “ética absoluta” detém-se na análise da própria convivência, dos meios, independente de pretensos “objetivos supremos”: só a conduta justa conduz ao resultado justo. Na “ética relativa”, o objetivo “mais justo” determina a conduta “justa”.

É fácil prever que quando os fins determinam os meios, então a priori “justos”, muitos poderão conceber inúmeros ideais para tentarem justificar a moral que lhes convém ou que acreditam proporcionará os fins almejados como ideal, o “BEM compensador” ou “objetivo supremo”, segundo a própria visão. É inegável que com tal visão de ética (relativa) proliferarão inúmeros “ideais redentores”, que tentarão justificar inúmeras idéias, oferecidas para atingi-los, desconsiderando-se completamente o indivíduo, que deverá então ser coagido para ...um “ideal coletivo” ou ‘objetivo supremo”. ... e eu já expus minha opinião sobre “coletivismo”. O fato é que um ou mais “objetivos supremos” darão origem a ideologias aparentadas (amplas ou restritas). Não raro funestas, para dizer o mínimo.
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Bom, quando utilizei as palavras “supostamente” e “pretenso” anteriormente, não o fiz por uma desconfiança preconceituosa e nem com a intenção de desqualificar intenções. Mas o fiz pelo fato de que meios propostos ou meramente efetivados sob a égide de se atingir “fins supremos”, sobretudo em futuro incerto, podem conter em si erros de avaliação, por melhores que possam ser as intenções alardeadas com base na “ética relativa”. Ressalto aqui que segundo a “ética absoluta” esta questão inexiste, pois que por esta jamais haverão “fins supremos” que possam justificar quaisquer meios danosos, até pelo fato de esta se reportar unicamente ao MAL que se apresente, visando combate-lo inclusive com um MAL contrário, independente de qualquer vislumbre de “um futuro sem MAL” ou “futuro utópico” a seduzir corações, sinceros ou não. Enfim, aquilo que chamo de “ética absoluta” só consente no MAL contra o MAL, e nunca no MAL em favor de um BEM compensador ou futuro incerto. Deste modo, o MAL jamais terá origem na “ética absoluta” embora possa originar-se na “ética relativa”.

Pretendia ainda falar de como a ética cria a idéia de valor do indivíduo, ante sua própria razão e para os demais. Seja por reconhecer-lhe a propensão para negar-se a prática do MAL ou para a pratica do BEM. Estabelecendo uma escala para os valores e conceito para os indivíduos, ante a própria razão e ante o julgamento dos demais, segundo a ética predominante.
Parece-me que atualmente a benevolência é mais valorizada do que a honestidade. ...mas isso é um outro assunto.
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Isso posto, levanto a questão do MAL pelas ideologias. ...que talvez ainda comente.
Abraços.

C. Mouro disse...

Vemos assim, facilmente, que a democracia é ideológica, considerada um bem compensador e um objetivo supremo0 que tudo justifica se em seu nome proposto.
Como ideologia não se prende a principios ou coerência temos democracia com variados sabores. Diga-se democracia segundo o interesse de cada democrata.
Logo, não espanta que tenha existido a Republica democratica da Alemanha e nem mesmo que grupos de maniacos associados a espertalhões totalitários se afirmassem libertadores ou democraticos.

Salafrários a soldo de ditaduras genocidas e admiradores de Guevara afirmando-se paladinos na luta por democracia contra a ditadura. Tão pouco pode espantar que na atual democracia brasileira, que chega-se afirmar estado de direito, o TSE proiba determinadas propagandas partidárias sob o argumento de ofensivas e sobretudo que IMPECÍLHOS sejam criados para impedir a expressão politica e a criação de partidos.

Não espanta que se tente processar uma jornalista que afirma entender a revolta de linchadores ante a negligencia e safadeza das leis democraticas e seu judiciário (impropriamente chamado de justiça, como se o arbitrio deste "interpretando" leis arbitrárias fosse a expressão da justiça - manipulação semantica óbvia, para confundir).

Ataca-se a jornalista afirmando que esta defende a justiça com as proprias mãos e tal é repelido não com argumentos sobre a superioridade ética da submissão às leis e ao judiciário, mas sim com caretas de indignação e repúdio estéril, com gritos de horror, xingamentos e acusações de babarie para atingir a vaidade dos que não se querem barbaros. Como se mais civilizado e justo seja um bandido de qse 18 anos, com inúmeros assassinatos, roubos, sequestros e etc. (crimes contra inocentes) ser liberado com ficha limpa após umas semanas detido para "recuperação" causando ainda mais prejuizo a população vitima, sem atendimento de saude ou segurança sob alegação de poucos recursos.

QAs vitimas são vitimadas por bandidos inumeras vezes sob a louvação democratica e "civilizada" do Poder estabelecido que se impõe como "salvação maior" compensadora e AUTOREDENTORA.

...mas incentivar invasões de terras e qq imóvel com uso de violência e mesmo assassinatos, ISTO NÃO É CONSIDERADO APOLOGIA AO CRIME. Embora esbulho seja crime segundo as leis e sobretudo espancamentos, depredação de patrimônio e assassinatos sejam crimes tipificados em lei.

...mas o que democraticamente vale para um lado, não vale qdo os interesses do Poder estatal esta em jogo ...e vice-versa.

Catellius disse...

Bravo, Mouro!

Posso publicar?
Abração!

C. Mouro disse...

Claro, mas carece de revisão, já que minha preguiça impede que eu o faça.

Eu outro dia estava dando uma olhada nuns textos e lembrei deste que praticamente considero a essência daquilo que penso.

Um forte abraço!
C. Mouro

Catellius disse...

Salve, Raphael!
Tenho medo de ir para o facebook e meus parentes e amigos me encontrarem, e eu ter que ficar curtindo fotos, rsrs.

C. Mouro disse...

A majnipulação moral!!
Ora, essa educação ostensiva é meramente uma tática política de quem sabe manipular a moral.
Vejamos:
Quando da tal dita dura (a mais mole que se tem noticia) o grito dos "rebeldes" (os rebeldes mais submissos que se tem noticia, pois que ansiosos por obedecerem líderes "alfa" a gerir a vida de todos) era sexual e liberdade era a exposição de nudezs contra a tal dita dura. Os nababos artistas, cineastas e que tais se esmeravam em seus filmes de péssima qualidade em simular pornôs proibidos pela milicada sob cabresto conservador. A nudez era mal fotografada e demasiado fora de contexto, mas incensada pela esquerdiotagem como rebeldia.
Já de muito não há como negar a absoluta hegemonia da doença socialista (comunismo é fantasia injusta e impossível, mero objetivo supremo e redentor para justificar os meios efetivamente almejados como objetivo real) e como não poderia deixar de ser: a esquerda passou a deplorar a nudez como exposição feminina e passou a cercear. As TVs ja não exibem as belas bundas das dançarinas como faziam na época da dita dura.

Curiosamente tanto mais a esquerda (socialismo como ideologia de infra e super estrutura para reivindicar o PODER TOTALITÁRIO do Estado ierarquizado sobre a sociedade) se faz hegemonica e diminui a concorrência entre grandes empresas tipo bancos, mercados, distribuidoras... Ora, quantos bancos haviam concorrendo entre si na época dita pró-capitalista??? ...e atualmente quantos bancos concorrem pela clientela???

Nada de anormal, afinal o subverme brizola acabou com as pequenas empresas de onibus forçandoa-as a se venderem ou associarem às grandes. Assim, as grandes reinam em seu oligopólio e toda sorte de empecilhos é colocada contra a iniciativa despolitizada. Nem mesmo as vans, criação espóntanea de individuos empreendedores, conseguiu permanecer sem a interferência politica no comando de cooperativas. O patrão do povo não permite nada fora do chicote de seus capatazes. Com os supermercados a tendencia é a mesma do que ocorreu com os bancos.

EMFIM:
A religião esquerdista ou socialista sabe muito bem manipular a moral. Manipulam a moral não com argumentos mas com caretas, gritos de indignação, e o pieguismo sentimentalóide implantado já ha milenios como método politico para dominar massas.

Assim, os defensores do poder totalitário do Estado, xingam e depredam qdo lhes interessa e dizem que tal é forma legitima de protestar e que são guerreiros em combate. Então dão vivas à violência e à covardia com que se manifestam ofendendo e depredando, agredindo e mesmo matando. Enquanto assim procedem valorizando a tal com a ostentação de apoio aos "guerreiros lutadores", aos "bravos rebeldes" que são propagandeados como valores morais elevados (Trotsky bem sabhia da "nossa moral e a deles"). Ou seja, ataques covardes contra indefesos, depredações, xingamentos, assaltos a bancos, terrorismo, bombas, guerrilhas e etc. são propagandeados em exibicionismo sentimental acirrado (sim, não com argumentos, mas com algazarra, caretas e e expressões de afetação moral superior propagandeada) como atitude de "guerreiros rebeldes" em luta.
(continua)

C. Mouro disse...

(continuando)
Porém, ao sofrerem a reação, mesmo que em proporção muitíssimo inferior, imediatamente abandonam a mascara de "bravos guerreiros" e passam a ostentar, então, a propaganda da nova moral que adotam momentaneamente: agora são educados, pacíficos, recatados, condescendentes e humildes servos. Claro, moldam-se à velha moral milenar para resmungarem contra os "selvagens" ou "barbaros" malvados. Igualmente não apresentam argumentos, mas apenas ostentação de sentimentalismo e pieguismo moral contra as reações. Se antes propagandeava a moral valorizadora dos "guerreiros", diante da reação mudam imediatamente e momentaneamente para a propaganda da moral do escravo. Sim, a rebeldia agora, para a nova velha moral deles já não é valorizada, ao contrário agora o vaolor esta na submissão, na resignação, na educação, no recato e etc..

(continua)

C. Mouro disse...

(continuando)

Tudo é propaganda moral!!! ...uma gang tem sua própria moral e a tem porque a propagandeia entre seus membros.
Qualquer grupo que se pretenda dominante tem que ostentar uma moral própria que lhe convenha e propagandea-la entre seus membros para que não sejam SUBJUGADOS pela moral alheia, sobretudo não dominados pela moral que seus adversários exercitam em própria conveniência.
A moral é arbitrária, subjetiva, não tem pretensão ética (ética como filosofia da moral ou pretensa moral objetiva). Exatamente por isso aqueles que se esmeram em propaganda moral geralmente não possuem rigidez moral e comportam-se contraditóriamente. O maior exemplo é exatamente do grupo que ostentando a moral do escravo como meio de valorização do indivíduo, ao ter seu grupo como hegemonico imediatamente esqueceu sua pregação de "dar a outra face" e preconizar o perdão e sobretudo o "amar o seu inimigo" e passou a perseguir insanamente os divergentes de seu grupo apelando para a expropriação, a tortura com os mais medonhos requintes de crueldade e a execução também com absoluta crueldade.
Isso parece contraditório à esse grupo que pregava o amor, submissão e o perdão quando inferiorizado???
...Não há de fato contradição qdo o arbitrio moral para o momento é mera estratégia daqueles que não desejam a reação de suas vitimas. Aqueles que ambicionam o poder não possuem qualquer pendor para a ética e as morais que exercem segundo a conveniência do momento é apenas uma EFICIENTE ESTRATÉGIA para subjugar TOLOS que se deixam ENGABELAR por essa manipulação moral tão característica dos covardes.

Não estranha que os antes "guerreiros rebeldes" tão incisivos em seus ataques e ofensas agora se recolham com voz embargada a ostentar seus novos apelos morais em favor da boa eduação, do pacifismo, da resignação e CIVILIDADE quando não lhes é conveniente a moral do guerreiro, do rebelde, do bravo lutador.

Esses tipos COVARDES são mestres na manipulação moral.
Estúpidos são aqueles bocós inseguros que correm a moldarem-se a todo apelo moral ansiosos por serem valorizados moralmente pelos grupos mais histéricos, mesmo que formados por seus algozes. O desejo de moldarem-se à quialquer propaganda moral os faz parecer cortiça na lagoa, não defendem principios e muito menos raciocinam sobre justo e injusto, certo ou errado, pois que NÃO procuram APOIO em SUAS PRÓPRIAS CONSCIÊNCIAS, mas sim no outro, na suposta "consciência alheia" que mais valorizam. Isso os faz voluveis anas morais que adotam e assim são subjugados e arrebanhados por líderanças propagandeiras.

A arma dos covardes é a moral, o apelo emocional, a subjetividade sentimentalóide. A ética é um apelo racional com pretensão de objetiviodade.
A ética se pauta na pretensão de JUSTIÇA e a moral se pauta no subjetivismo sentimentalóide da "justissa social".

Não me espanta em nada que defensores de guerrilheiros, assaltantes, sequestradores, invasores, vandalos e badereniros em geral em tempos passados, e tempo presente qdo conveniente, apresentem caretas de indignação e reclamem civilidade, bons modos e submissão às leis quando diante de reações a eles inconvenientes.

Os covardes propagandeiam a moral que criminaliza a reação como "maus modos" ou bárbarie e ao mesmo tempo propagandeiam a moral que valoriza o atacante como se um "bravo guerreiro" ou "rebelde em luta" ...rsrs

PULHAS!!! ...nada além disso!!!!

...é dificil ver certas coisas e ficar quieto, então escrevo...

C. Mouro disse...

...É curiosa a canalhice que tenta mudar a realidade através das palavras por maiores que sejam as contradições efetivas. Aliás nessa estória ou história sobre contradições e fabricação de alegada realidade através das palavras é procedente destacar a própria falsificação verborrágica sobre contradição proferida pelo politiqueiro que mais contradições produziu em sua FILODOXIA. O tal FILODOXO, propagandeado como filósofo e, para pasmo meu, até de economista chamado, confundiu contraste com contradição e certamente o fez para obscurecer o entendimento da palavra a fim de safar-se da acusação de contraditório em sua logorréia abobrinalética que apenas obteve apoio por fazer-se uma pífia justificação do Poder totalitário do Estado (classe efetivamente organizada e hierarquizada para a EXPLORAÇÃO de populações inrteiras, obtendo capital através da EXPROPRIAÇÃO de trabalhadores empreendedores e produtores ameaçando-os de cadeia e mesmo morte: literalmente ESCRAVIZANDO populações). Ou seja, tal embusteiro fez o mesmo que o ladrão que após roubar sai correndo e gritando "pega ladrão" apontando para os que estão a sua frente. Claro que nessa toada de safadeza e imbecilidade politiqueira o embusteiro e seus interessados aboletados e agregados no Poder ou revoltados com a concorrencia mais capaz apoiaram e financiaram a confusão da palavra IGUALDADE reinvidicada entre INDIVÍDUOS para uma impossivel e injusta igualdade de CONSUMO individual da qual a classe estatal e seus agregados, hierarquizados, não se incluiriam em tal "igualdade" pretensamente material. Assim, surrupiava o apoio à igualdade entre indivíduos (ausência de privilégios para indivíduos) para aderi-lo a prometida igualdade material. Da mesma forma em sua fantasia alegava o fim do Estado para conquistar a simpatia da população escravizada para seu embuste politiqueiro. Afinal, prometia o fim do estado só depois do Estado implantar o Paraíso na terra. Esta a sintese da dialética onde a crítica ao Estado apóia e estabelece o Estado totalitário em nome de seu fim.

Enfim, jamais vi algum jornalista, artista ou salafrário qualquer criticar os xingamentos Geoge Bush (um bosta conservador), não ouvi criticas qdo o abastado radialista saiu de sua mercedes caríssima e comandou um coro chamando Maluf (o aliado do PT) de ladrão. Nem mesmo vi criticas jornalisticas a sequestradores, assassinos, assaltantes e torturadores que não apenas xingavam, mas atacavam covardemente não só governantes mas também CIVIS inocentes.
Nunca vi reclamarem da má educação de sindicalistas xingando os "fura greve" e insuflando a cachorrada a chutar, xingar e mesmo agredir até mortalmente os trabalhadores chamados de "fura greve".
NÃO VI ESSA MIDIA CORRUPTA criticar os vagabundo que foram para a frente do Clube Militar xingar, chutar e cuspir em velhos generais que la chegavam.

Enfim, má educação somente qdo contra a canalha esquerdista que faz do Estado uma associação de senhores e capatazes impondo-se sobre a senzala chamada Brasil.

E um falastrão abaixo do desprezível, que sua ex mulher bem esclareceu ser alguém absolutamente desprovido de qualquer valor moral ou ético e sem noção do que seja dignidade, usa as palavras para falsificar a realidade na mais infame e repugnate retórica de pulhas abaixo de qualquer critica.
Se antes o Rei Sol afirmava ser ele o Estado, agora um cachaceiro tenta convencer ser ele e seus quadrilheiros o povo. Só falta ao pulha afirmar: "O POVO SOU EU!"

Anônimo disse...

Olha só!

A justissia eleitoreira já censurou democraticamente o video do Malafaia.

Lembro que maluf foi censurado e sua campanha punida qdo afirmou que Marta exercitava o "bom mocismo" com a bandidagem.

A justissia bananeira eleitoral cerceia até mesmo o livre debate nas TVs, censura campanhas, regulamenta (lembra a lei Falcão) a propaganda e proibe a livre expressão de candidatos e seus vagabundo propagandistas.

Aliás o Levy (acho que é esse o nome) será processado por não anuir com o viadismo. Dizem que não se pode atiçar opiniões não anuentes com o gaysismo e nem contra comunidades quaisquer. ...dizem que a lei é contra preconceitos...

...mas se pode atiçar preconceitos contra comerciantes, contra empresários, contra ricos e3 mesmo contra partidos supostamente a favor dos ricos ou dos empresários malvados e gananciosos e insensiveis e traiçoeiros e exploradores e etc..

Preconceito contra empresários, empregadores, homens, ricos e brancos de olhos azuis ...ah! isso pode democraticamente! É o preconceito democrático e o ódio democratico de contra uma classe.

Há ódio e preconceitos democráticos e não democraticos. Os democraticos não só são permitidos como incentivados pelos democraticos tribunais de justiça que podem inclusive incentivar a segregação sexual com propaganda que solicita abertamente que mulher vote em mulher. Numa proxima eleição o TSE fará propaganda solicitando que negros votem em negros. ...mas se o contrário acontecer e alguém fizer o mesmo apenas invertendo...
...AH! ...então esse democratico TSE segregaciocista e racista pedirá a prisão inafiançável para tais criminosos horrendo e medonhos. Em seguida faz mais uma propaganda mandando gays votarem em gays.

...mais uns anos e o próprio TSE realizará os votos em nome da população e determinará os eleitos. ...tudo isso democraticamente ...hehehe!

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