05 dezembro 2013

Thammy Gretchen e Jean Wyllys para casal da FIFA

A política de cotas racistas chega a Globo. Em uma disputa para ver quem iria ser escolhido pela FIFA para casal que iria apresentar os sorteios da Copa, o casal derrotado, Lazaro Ramos e Camila Pitanga, joga a cartada da discriminação racial. Os blogueiros chapas-brancas petistas já entoam em coro a questão da discriminação racial.

Realmente, como dizia a música, que país é este? Agora, o fato do casal escolhido pela FIFA ser branco pesa contra eles. Este é o resultado desta política de ódio e divisão social inspirada em algum tipo de marxismo gramsciano do Partido dos Trabalhadores. Como diziam os romanos, dividir para governar. Talvez o marxismo tenha alcançado sua forma mais sofisticada na fusão com o pensamento político italiano.

O PT quer nos governar por meio de uma ditadura bolivariana e pela ditadura do politicamente correto. O esquema da primeira é o controle dos meios de comunicação e reforma política enquanto que a segunda passa pelo dogma da dívida social. Sob este dogma se escondem políticas racistas e odiosas implantadas pelo governo petista com o objetivo espúrio de criar uma política racial no Brasil.

Ao invés de se tentar encontrar os problemas do subdesenvolvimento e negociar saídas eficazes, prefere-se o caminho da mistificação que passa pela busca de culpados históricos e criação de vítimas presentes que serão demandantes de políticas injustas que aumentarão o ressentimento e a divisão do país.

Aliás, por que ficar só no critério da cor na escolha do casal da FIFA? Porque tem que ser um casal jovem, bonito, bem-sucedido...? Por que não pode ser um gordo, velho, homossexual? Neste sentido, proponho então uma solução de conciliação: Thammy Gretchen e Jean Wyllys; e não se fala mais nisso.

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