06 dezembro 2013

Mandela e as Cotas Raciais Petistas


Morreu um homem que contribuiu para que não houvesse mais uma guerra civil na África. Um homem que tinha um sonho, um projeto de país que unia brancos e negros. Sem ele, talvez a África do Sul tivesse se tornado mais um campo de batalha e não teríamos mais um BRIC, mas uma nova Etiópia marcada pela fome e pela guerra. Este é um de seus legados. É em cima dele que o Partido dos Trabalhadores tenta vender seu projeto de cotas raciais. Nada demais nisto; político é assim mesmo; enterro vira palanque.

Ao contrário dos petistas, que pretendem dividir o Brasil pela cor da pele, Mandela buscou unir o seu país em torno de um projeto de desenvolvimento nacional. O projeto de desenvolvimento petista baseado no endividamento da população parece que atingiu seu limite. O PIB do terceiro trimestre foi negativo, a dívida pública cresce, as taxas de juros sobem, a inflação está no teto e os técnicos do Tesouro Nacional se insurgem contra as manobras contábeis para esconder o que todos sabem.

Uma coisa que nos ensina a política venezuelana é que quando não é possível resolver os problemas do país, é o momento de encontrar inimigos externos, fabricar crises artificiais ou dividir a população. A política de cotas é isto, é uma semente de discórdia plantada na esperança de colocar brasileiro contra brasileiro, divididos entre vítimas e algozes. Este é o tipo mais odioso de político, aquele que semeia o ódio e a divisão.

Este tipo de política surge quando um partido acha que está acima do país, que tudo vale a pena pelo poder, quando perde a noção de que é um partido que representa uma opinião e não a verdade. Este partido marxista gramsciano junta o idealismo alemão com os métodos políticos italianos. O resultado do idealismo alemão todos já conhecem, o nazismo, e o resultado da política italiana maquiavélica é a desconfiança e o terror. Um país não pode avançar com base no ódio e na desconfiança.

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