12 agosto 2010

Muçulmanos usam o pênis como arma na Escandinávia

Janer Cristaldo


Comentei há pouco o espantoso número de estupros na Suécia, que coloca o país apenas abaixo do Lesotho, na África, no que diz respeito a estes crimes. Uma boa amiga de Estocolmo me envia uma página do Brottsförebyggande Rådet (Brå) – Conselho de Prevenção do Crime, do qual extraio apenas dois dados. Em 1988, o total de crimes denunciados na Suécia era de 1.086.211. Em 2009, subiu para 1.405.626. A incidência de crimes sexuais, nos mesmos anos, é respectivamente, 5.269 e 15.693. Isto, enquanto a criminalidade em geral aumentou em 29%, os crimes sexuais aumentaram em quase 200%. Atribuo este aumento à crescente onda de imigrantes muçulmanos e pelo jeito não me engano.

Coincidentemente, recebo via um amigo de Porto Alegre, um relatório de 2005, do mesmo Conselho, o Brå, que esclarece melhor a questão. Segundo o documento, a proporção de estupradores nascidos no estrangeiro é quatro vezes maior se comparada às pessoas nascidas na Suécia. Estrangeiros residentes da Argélia, Líbia, Marrocos e Tunísia dominam o grupo de suspeitos de violação. Segundo estas estatísticas, quase metade destes criminosos é composta por imigrantes. Na Noruega e Dinamarca, sabe-se que os imigrantes não-ocidentais, o que freqüentemente significa muçulmanos, são largamente representados nas estatísticas de estupro. Em Oslo, em 2001, imigrantes estavam envolvidos em dois em cada três casos de estupro. Os números na Dinamarca são idênticos, e maiores ainda em Copenhague, com três imigrantes em cada quatro casos. Segundo Ann Christine Hjelm, advogada que investiga crimes na Suprema Corte sueca, 85% dos estupradores condenados no país nasceram em solo estrangeiro ou são filhos de pais estrangeiros.

A situação é tão grave que algumas suecas estão reinventando um cinto da castidade às avessas, isto é, cinto que é controlado por seu usuário em vez de ser controlado por outra pessoa. O aparelho exige duas mãos para ser removido e espera-se que dissuada os estupradores. Segundo uma pesquisa on line do Aftonbladet, 82% das mulheres têm medo de sair ao escurecer. Outro esporte dos imigrantes é apunhalar suecas em discotecas.

Um mufti declarou em Copenhague que mulheres que não portam véus estão “pedindo para serem estupradas”. Para estes pobres diabos, uma mulher sueca independente não é uma mulher sueca independente. É apenas uma “puta sueca”. E como tal pode ser tranqüilamente estuprada. Se for árabe, não. Pois não é o mesmo violentar uma sueca e uma árabe. “A sueca recebe um monte de ajuda depois, além disso já foi fodida” – afirma Hamid, participante de uma gangue de violadores. - “Mas a árabe têm problemas com sua família. Para ela, é uma grande vergonha ser violentada. Para ela, é importante ser virgem quando casar”.

O número de estupros cometido por imigrantes muçulmanos no Ocidente é tão extremamente alto que é difícil vê-los apenas como atos aleatórios de indivíduos - continua o relatório do Brå. Mais parece ser guerra. Muitos muçulmanos vêm a si mesmo como um exército conquistador e as mulheres européias são simplesmente botim. As mulheres ocidentais não são vistas pelos muçulmanos como indivíduos, mas como “as mulheres deles”, as mulheres que “pertencem” aos hostis infiéis. São botim, para serem tomadas, até que a terra dos infiéis um dia caia, como se crê, nas mãos dos muçulmanos. Mulheres ocidentais são baratas e repulsivas. Nós, muçulmanos, estamos aqui para ficar, e temos direito de tirar vantagens desta situação. É nossa visão que deve prevalecer. As mercadorias ocidentais, como a terra onde agora vivemos, pertencem a Alá e aos melhores homens – seus crentes. Mulheres ocidentais pertencem também fundamentalmente a nós – são nosso futuro botim.

Comentei, há alguns anos, manchete que me surpreendeu no Aftonbladet:

Stockholmarnas farligaste gator

Ou seja, as ruas mais perigosas de Estocolmo. Ora, quando vivi lá, em 71/72, não havia uma única rua perigosa na cidade. Eu vagava de ilha em ilha, nas noites brancas dos hiperbóreos, sem sensação alguma de perigo. Há alguns anos, o mesmo Aftonbladet listava mais de cem ruas perigosas. Que ocorrera de lá para cá? A invasão muçulmana.

A Suécia está se entregando de mãos atadas aos imigrantes árabes e seus bárbaros costumes.

2 comentários:

blaise2 disse...

Não mostram a origem dos bandidos Não mostram a origem dos bandidos quando são negros e/ou árabes,mulçumanos ou não,mas quando são brasileiros estampam em letras garrafais,caso recente de quatro brasileiros que estupraram uma jovem durante uma viagem de trem Espanha-França.
Se for caso de prostituição então o bicho pega.Tanto homens quanto mulheres,só botam lupa quando se trata de brasileira/o,como se a prostituição fosse invenção nossa e não tivesse vindo nas caravelas...Como se nos zilhões de páginas de sexo , de todo tipo,pornografia até com animais,na internet,o sotaque mais comum fosse o nosso.Portugal trouxe para a colônia da América a putaria e contou com a expertise francesa[ algumas belgas que se diziam francesas pra valorizar o passe,um bordel com uma madame Henriette era um luxo só...],mas pros europeus e seus jornais as putas(e travestis) são só brasileiras.Tugas enchem a boca quando se referem às mulheres brasileiras como putas por vocação,mesmo que nunca tenham posto os pés naquelas bandas lusas e não concorram com as putas locais,nem outros empregos,nem maridos...Se esquecem de que "quem puxa aos seus não degenera"...
A indústria da prostituição rende mais do que a das drogas, e até mais do que petróleo e siderurgia,o idioma dominante na net é o inglês,a mercadoria mais comum vem do leste europeu e da Ásia que não poupa nem suas crianças.
Por isso não sei se tenho pena quando vejo no que a Europa está se transformando,uma Eurásia,ou Eurábia.Novidade não é tanta assim ,afinal,pois quando queremos pôr um espanhol em seu devido lugar basta dizer "mouuuuro" e baixam a bolinha,quase choram quando chamamos a Espanha de Mourolândia.É divertido esse jogo de espezinhar egos inflados de quem renega seu passado nada glamuroso lá ou cá.Deslumbrados tem aos montes!
Ao contrário do Canadá,que dá grande preferência a brasileiros nas cotas de imigração legal por não formarem guetos religiosos ou políticos,se integrarem facilmente e trabalharem muito( palavras de autoridades canadenses da área,não minhas),a Europa sempre deu preferência aos 'oriundi' de suas ex-colônias da África,mas não das Américas...Há mais gente 'moura' na Espanha do que de todas as suas colônias americanas,filhos,netos de espanhóis,sua gente que tanto rejeitam,não?A França abriu as pernas pros árabes,em nome de um certo sentimento de culpa pela colonização daquela crista da África,com vantagem de não serem tão,eh,como direi?,escurinhos...Até parece que na terra de tantos filósofos e historiadores não estudam História,não sabem dos avanços da mouraria sobre seus quintais?Das invasões anteriores?Não deixaram nada de bom?Na Espanha,ao menos,o que se tem de melhor talvez venha daqueles tempos,embora reneguem de pés e mãos juntas.
Certo,o Martel botou pra correr a mouraria,o cristianismo bem serviu a tal tarefa "saneadora".Na verdade Martel adiou uns seculozinhos o filme "Mouro Reloaded".A notícia ruim é que nem um cristianismo sedento de poder e muito sangue existe mais pra empatar o jogo.No lugar dos mouros impuseram as trevas...Noves fora,sobrou alguma coisa boa de toda essa lambança que,bem ou mal,faz a roda da história girar.
segue...

blaise2 disse...

Quando as trevas passaram e floresceu uma parte da Europa que,grosso modo,deu identidade,uma cara própria, àquele jardim do planeta.Fizeram do limão do passado uma bela limonada.Exportaram seus 'valores',sua cultura humanística,coisas que deveriam ser fortes o bastante pra não se deixarem exterminar pela morte lenta.Durou pouco o apogeu.O conforto gera preguiça,acomodação.Escolhas erradas movidas por vantagens econômicas,essa complicação toda de dependência do petróleo,de mercado consumidor,de fonte de matéria-prima,etc.Até a reposição de gente pós duas guerras mundiais,a segunda sendo medonha,seguida de uma encolhimento de natalidade entre os 'europeus puros'(?),obrigando ao processo inverso de exportar seus pobres pelo mundo,agora precisam da mão-de-obra imigrante,mas daqueles que exportaram não querem.Pois então que sejam comidos pelo Islã.
E que os ianques sempre tão espertos percebam o que os espera...Ao ver a barba do vizinho pegar fogo,manda o bom senso colocar as prórias de molho.
Os tais 'latinos' podem não ser os mais bonitos( para o gosto de europeus e norte-americanos,sorry mas estamos sem vikings no mercado),mestiçados que estão,mas dificilmente jogarão aviões contra prédios,contra pentágonos e capitólios da vida...O viés que julgam um tanto "vira-latas",sem apegos ideológicos[ ops!,alerta pro bolivarianismo cubano e mofado ficando resistente aos antifúngicos] e/ou religiosos é o que temos de melhor,não temos vocação pra morrer nem pela nossa pátria,quanto mais por deuses e ideologias nefastas como nazi-comunismo.Esse troço de se explodir em nome de causas,quaisquer umas?não faz estilo dos latinos-americanos.
Mas se Europa e até EEUU gostam da coisa,fazer o quê?Quem morre por seu gosto,acaba por seu regalo.
Estão pedindo água,ajuda?querem se livrar da encrenca que arrumaram por escolha?Não né?Então chorem na cama que é lugar quente,enquanto ainda têm uma.O caminho não é só impedir ou expulsar os indesejáveis,mas substituir pelos não encrenqueiros,já que precisam de imigrantes.Se não entendem isso não merecem solidariedade.São escolhas que fizeram e fazem,que assumam os riscos e consequências.

Voltando às suecas,em particular,se não estão reagindo como deveriam,será que estão gostando da coisa?que parece,parece...Por que não se juntam e começam a cortar alguns sacos e mãos( sem cortar as mãos podem voltar pra muita coisa,matar inclusive).Ah,isso seria a barbárie,o avesso do grau de civilização que tanto prezam?então,meus pêsames( solo de violino,pls).Apostem num céu depois,quem sabe viram Santas Marias Gorettis...São tontas,lá na Suécia não há pena de morte,podem alegar legítima defesa e as prisões lá são verdadeiros spas.Melhores do que os albergues da juventude são!Não foi à toa que Hosmany Ramos elogiou tanto presídio por onde passou não muito longe dali.As suecas que reajam e botem os lambedores de bunda do Maomé pra correr.Puxar uma cadeia não é tão ruim,elas aguentam coisas piores e ler o dia todo não é má pena a se cumprir,é?
Se o Alessandro Serenelli fez o que fez e terminou melhor do que a sua defunta,que o perdoou,por que uma sueca que não morra,mas mate ou sequele um estuprador poderá ter pior vida do que o italiano tarado?Pois,pois.
Que vão à luta,ora bolas!Se organizem contra aqueles politicamente corretos que as governam,que foram eleito/as por elas e que não mudam as leis pra protegê-las,ao contrário,pra proteger estupradores.Façam passeatas,entupam as ruas com marchas e cartazes,até conseguirem o que querem e precisam.Dominadas pelo tédio?Bah,preguiçosas,credo!

Falei,pronto!

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