04 fevereiro 2010

Cursos Superiores Obrigatórios

Fora medicina, engenharia civil e outras atividades difíceis de fiscalizar ou cujos especialistas tenham vidas humanas nas mãos, penso que todo curso superior deveria ser facultativo, afinal há inúmeras formas de se filtrar um bom profissional, como concursos, provas e o próprio mercado de trabalho. Provavelmente os bons profissionais de qualquer campo continuariam tendo curso superior, e as empresas que contratam sem concurso, analisando currículos, poderiam exigir curso superior, boa aparência, ou o que quisessem.

Um bom efeito colateral seria a diminuição de sabão ideológico usado na lavagem cerebral de calouros deslumbrados com dinossauros comunistas, professores de faculdades que apenas geram mais professores da matéria e dão canudos aos alunos, como sociologia, filosofia e história. Por incrível que pareça, quanto mais desnecessário é um curso, maior o número de socialistas e afiliados à UNE. Estudantes de medicina e engenharias antiamericanos, anti-Israel, esquerdistas? Não tão comuns quanto de filosofia, letras, jornalismo, arquitetura, sociologia, história, biblioteconomia. As faculdades e universidades se veriam livres do aluno que deseja apenas um curso superior. Julgo que restariam aqueles que desejam aprender. O Provão continuaria a existir e deveria ser aperfeiçoado.

Alguns casos:

Concursos Públicos: Se um apedeuta como o Lula passar por todas as fases de um disputadíssimo concurso para Procurador da República ou Juiz do TRT, por que diabos não pode ter interrompido os estudos no primário? Se o seu português é impecável e conhece as leis, regimento interno, etc., qual o problema mesmo? Os ensinos fundamental e médio continuariam a ser obrigatórios para menores. Mas certificados de conclusão dessas etapas tampouco deveriam ser cobrados em concursos públicos ou para alguém advogar, por exemplo.

Arquitetura: as grandes incorporadoras contratam escritórios com bom portfólio, não profissionais com diploma, que se encontram às toneladas, rodando bolsinha em cada esquina. Mesmo no projeto de casas, as prefeituras só aprovam uma edificação que esteja dentro das normas, do gabarito, afastamentos obrigatórios. Qualquer um poderia projetar, se quisesse, desde que estivesse registrado no CREA. Seria passível de ser multado pelo órgão e de ter sua licença cassada. Em matéria de estética e funcionalidade, diploma não serve para absolutamente nada.

Direito: Se um apedeuta como o Lula passar na prova da OAB, qual problema em advogar, mesmo não tendo sequer o segundo grau? Que ele se registre, pague as taxas e defenda seus clientes. Muitos destes provavelmente não escolherão um inexperiente para defendê-los. Os profissionais que tiverem anos de experiência em algum grande escritório de advocacia, possivelmente conhecerão os trâmites burocráticos, as leis, as brechas, saberão redigir, argumentar.

Contabilidade: Funcionários de uma empresa não podem recolher os impostos e pronto?

Jornalismo: Só aqui no grotão se exigia curso superior para jornalista. Um médico não podia escrever diariamente sobre medicina em um jornal. Isto mudou recentemente.

Engenharia civil e outras: Obrigatório. Não existe fiscal que confira ferragens de centenas de pilares em uma obra, traço do concreto, profundidade de uma fundação. Auditorias acontecem após desastres. Confia-se em um engenheiro. Vidas dependem diretamente de seus conhecimentos.

Medicina: Obrigatório. Por motivos equivalentes.

Filosofia, Letras, História, Música: Sem comentários.

Artes: Deveria ser obrigatório até mesmo para a macaca Kate, que interpretou o chimpanzé Xico em uma novela das sete da Globo. Acho que ela não teria muitos problemas em se formar com louvor.

Curso Superior de Teologia: Deveria ser obrigatório, com duração de 20 anos, afinal se está lidando com almas, e os milênios que muitos poderão passar no inferno são uma ameaça mais grave do que uma Casa de Deus com vigas mal dimensionadas cair na cabeça dos fiéis. Deveria haver uma residência de no mínimo 10 anos e um celibato obrigatório. O exercício ilegal da profissão deveria acarretar em prisão e multa.

Hoje o curso é barato e com pouca carga horária. Uma vergonha! O Curso Superior de Teologia do DF, cuja mensalidade é de irrisórios R$ 21,00, foi criado em 1986 pelo cardeal José Freire Falcão, e tem o seguinte programa:

Área Teológica

- Antropologia Teológica I, II e III;
- Cristologia I e II;
- Eclesiologia;
- Introdução à Teologia;
- Liturgia Fundamental;
- Liturgia Temporal;
- Mariologia;
- Missiologia.
- Moral Especial;
- Moral Fundamental I e II;
- O Pensamento Teológico Contemporâneo;
- Sacramentos I e II;
- Teologia Fundamental;
- Teologia Pastoral;
- Trindade;
- Patrologia I e II;
- Pneumatologia;

Área Bíblica

- Apocalípse;
- Atos dos Apóstolos;
- Cartas Paulinas;
- Evangelho de João;
- Evangelho de Lucas;
- Evangelho de Marcos e Mateus;
- Introdução Geral à Bíblia;
- Livros Históricos;
- Livros Sapienciais;
- Pentateuco;
- Profetas I e II.

Área Filosófica

- Antropologia Filosófica;
- Ética Filosófica;
- Filosofia Contemporânea;
- Filosofia da Religião;
- Introdução à Filosofia.

Área Complementar

- Catequética I e II;
- Doutrina Social da Igreja;
- Ecumenismo e Diálogo Inter-religioso;
- Estágio Pastoral I e II;
- Evangelização na América Latina;
- Fundamentos Pedagógicos.
- História da Igreja I e II;
- Metodologia Científica;
- Religiosidade Popular e Seitas;

Disciplinas Optativas

- Comunicação e Expressão I e II;
- Direito Canônico I, II e III;
- Ensino Religioso I e II;
- Fenômenos do Espiritismo;
- Filosofia Tomista;
- Grego Bíblico I e II
- Hebraico
- Introdução à Música Litúrgica
- Técnicas de Comunicação;
- Teologia da Vida Espiritual I e II.

CARGA HORÁRIA

1.620 horas-aula (deveria ser 16200 horas, no mínimo, e residência)

EXIGÊNCIAS PARA INSCRIÇÃO

Carteira de Identidade;

Uma foto 3x4 (recente);

Pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$ 35,00 (trinta e cinco reais).


MENSALIDADE

O valor mensal por crédito é R$21,00 (vinte e um reais).

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Se houvesse um curso superior para estelionatários – do tipo que vendem terreno no céu e jamais entregam - e fosse obrigatório, garanto que não conviveríamos com tantos desses por aí. Fica aqui minha sugestão.

15 comentários:

Janer disse...

Pois, Catellius,

16200 horas dariam menos de dois anos corridos de curso. Digamos que uns quatro em currículo, consideradas 11 horas diárias de estudo. Ou oito, para uma média de 5,5 horas diárias.

Não adianta. Quem hoje menos entende de teologia ou Bíblia são os padres. Para começar o papa. Andou falando, em um 06 de janeiro passado, sobre os três reis magos que visitaram o Menino em seu berço. Ora, não existem reis magos na Bíblia, e muito menos três. Os evangelhos falam vagamente em "alguns magos". Pelo jeito, o pastor alemão não leu com atenção as Escrituras Sagradas.

Tanto o papa como o resto da padrecada costuma situar o nascimento do Cristo em Belém. Ora, embora os Evangelhos afirmem isto, pelo próprio texto dos evangelistas somos obrigados a concluir que nasceu em Nazaré.

Para fanáticos, milhares de horas de estudo de nada adiantam.

Mário disse...

A aprendizagem no enfrentamento dos desafios do quotidiano sempre foi uma das formas de geração e propagação do conhecimento. Hoje dispomos de recursos tecnológicos até há pouco inimagináveis para simulações virtuais interativas, jogos de computador que imitam as complexas interações do homem com seu meio. Todos esses parecem valiosos meios complementares. O velho "cuspe e giz", entretanto, ainda apresenta grandes resultados, principalmente quando propicia diálogo, apresentação e elucidação de dúvidas, etc. Talvez o ensino se encaminhe para a manutenção do formato tradicional das aulas, porém incorporando toda gama de recursos propiciada pela tecnologia. Alunos de medicina, quem sabe, possam fazer cirurgias virtuais, em 3D, até disporem de um leque de conhecimentos e habilidades que lhes permitam acompanhar e auxiliar intervenções reais. Parece-me que os pilotos já treinam todas as manobras de vôo em simuladores, antes de fazerem parte das equipes de bordo. Muitas atividades profissionais podem beneficiar-se dessas novas modalidades de aprendizagem. Tenho consciência de não estar falando nenhuma novidade, mas apenas embarquei nessa viagem, que tem como pressuposto a possibilidade de sólida formação fora dos bancos escolares.

André disse...

Direito também, cheio de retardados ideológicos...

“Concursos Públicos: Se um apedeuta como o Lula passar... Mas certificados de conclusão dessas etapas tampouco deveriam ser cobrados em concursos públicos ou para alguém advogar, por exemplo.”

Certo! Ele não passaria nem na porta desses aí (e de outros), mas vc tem razão.

O mesmo sobre o parágrafo de Direito.

Aliás, o Brasil tem excesso de bacharéis de direito e contadores. É o que mais se forma nesse país. Os poucos intelectuais (reais) são autodidatas e quase sempre passam longe do meio acadêmico. Há exceções, aquelas que só confirmam a regra...

“Contabilidade: Funcionários de uma empresa não podem recolher os impostos e pronto?”

Também acho.

“Jornalismo: Só aqui no grotão se exigia curso superior para jornalista."
Isso era vergonhoso.

Filosofia, Letras, História, Música: que entre nisso quem for capaz e tiver algo de novo a dizer ou fazer, mesmo que seja sobre o velho. Nada mais.

André disse...

Teologia deveria ser uma matéria de um curso (decente) de filosofia e história, acho. Já estaria de bom tamanho.

E cobriria o essencial das principais religiões. Não tudo isso q está nesse programa aí q vc mostrou, claro.

Mas vejamos...

Corpo Docente e/ou conteúdo programático e material de apoio:

- Antropologia Teológica I, II e III: a família Leakey, lá do Rift Valley, trabalhando agora em Jerusalém.
- Cristologia I e II: INRI Cristo
- Eclesiologia: diretoria do Banco Ambrosiano
- Introdução à Teologia: Adão, Eva e a Serpente. Tudo culpa desses três.
- Liturgia Fundamental: São Pedro e São Paulo
- Liturgia Temporal: Bento XVI
- Mariologia: Evita Perón
- Missiologia: o missionário R.R. Soares
- Moral Especial: Nietzsche, of course...
- Moral Fundamental I e II: Schopenhauer
- O Pensamento Teológico Contemporâneo: pastor Silas Malafaia, Padre Fábio de Mello e aquele do livrinho Gotas de Sabedoria. Ou Minutos de Sabedoria. Ah, qualquer fraçãozinha dessas.
- Sacramentos I e II: não precisa de aula, estes já estão sacramentados
- Teologia Fundamental: Jesus Cristo com Nossa Senhora — convenhamos, o resto é resto perto desses dois.

André disse...

- Teologia Pastoral: Martinho Lutero
- Trindade: uma alcatéia de patriarcas bizantinos pode definir isso em dez ou doze concílios de vinte e cinco rodadas cada, a serem realizados em Alexandria, Éfeso, Trebizonda e Alepo, com escalas em Constantinopla e Adrianópolis.
- Patrologia I e II: não sei, mas se tirar o “r”, pode ser o Patolino ou o Pato Donald
- Pneumatologia: Goodyear, com assessoria bizantina

Área Bíblica

- Apocalipse: Edir Macedo (ele é o Anticristo — eu sei disso, vejam aquela mão em forma de garra — e já está entre nós)
- Cartas Paulinas;
- Atos dos Apóstolos;
- Evangelho de João;
- Evangelho de Lucas
e Evangelho de Marcos e Mateus: narrados por Cid Moreira

André disse...

- Introdução Geral à Bíblia: Matusalém
- Livros Históricos: Maimônides e Averroés
- Livros Sapienciais e o Pentateuco: rabino Simon Ben Yochai

- Profetas I e II: Antônio Conselheiro e o Profeta (personagem do Chico Anysio que fechava o programa dizendo “fiquem à vontade...”)

Área Filosófica

- Antropologia Filosófica: Claude Lévi-Strauss, quem mais?
- Ética Filosófica: Kant, o Immanuel, em 3 volumes de 900 pgs. cada: a Crítica da Ética Pura, a Crítica da Ética Prática e a Crítica da Ética de Koenigsberg.
- Filosofia Contemporânea: Slavoj Žižek. Sociólogo, filósofo e crítico cultural esloveno. Marxista.
- Filosofia da Religião: Spinoza, aquele louco sublime
- Introdução à Filosofia: Marilena Piauí, o livrinho dela com esse título aí, Introdução à...

André disse...

Área Complementar

- Catequética I e II: Irmã Selma do Terça Insana (procurem no You Tube)
- Doutrina Social da Igreja: Frei Leonardo Boff e Frei Betto
- Ecumenismo e Diálogo Inter-religioso: Painho, Oswaldo de Ogum, Mãe Menininha do Gantois, Allan Kardec (via Zíbia Gasparetto, um luuuxo!), Gilberto Gil, Agnaldo Timóteo e grande elenco.
- Estágio Pastoral I e II: Pastor Oséias de Paula
- Evangelização na América Latina: obreiros de Edir Macedo
- Fundamentos Pedagógicos: Aline Barros (cantora infantil evangélica) e Mara Maravilha
- História da Igreja I e II: Santo Agostinho, narrado por Cid Moreira
- Metodologia Científica: São Tomás de Aquino, idem
- Religiosidade Popular e Seitas: senhoras católicas paulistanas devotas de Nossa Senhora Desatadora dos Nós, guiadas pelo Padre Marcelo Rossi, além de Antônio Conselheiro, Ariano Suassuna, Paulo Coelho, Reverendo Moon, Jim Jones e a Cientologia.

Disciplinas Optativas

- Comunicação e Expressão I e II: Irmãs Carmelitas (vivem enclausuradas)
- Direito Canônico I, II e III: Ives Gandra Martins
- Ensino Religioso I e II: jesuítas e dominicanos
- Fenômenos do Espiritismo: Padre Quevedo (este disciplina non ecziste)
- Filosofia Tomista: Bertrand Russell
- Grego Bíblico I e II: São João Crisóstomo
- Hebraico: Rabi Benjamim Emanuel Moussafia, médico, filólogo e alquimista judeu sefardita do século XVII
- Introdução à Música Litúrgica: Padre Zezinho ou qualquer um daqueles fichários de plástico gordos cheios de letras de músicas chatinhas que os alunos no Marista tinham porque tinham que conhecer. Infância...
- Técnicas de Comunicação: Rádio Canção Nossa
- Teologia da Vida Espiritual I e II: Papa Alexandre VI, o Borgia

Catellius disse...

Caro Janer,

Não é que subestimei a carga horária? Multipliquei por 10 e ainda ficou acanhada... Ateus se interessam mais por doutrina católica do que muitos padres. Fiquei curioso para fazer um curso desses. Deve ser divertido.

Grande Balsalobre!

Há quanto tempo, heim? Gostei dos detalhes das matérias. "alcatéia de patriarcas bizantinos": Boa!

Depois nos falamos mais! Abraços

Daniel P C disse...

Concordo.....

Se o "oreia seca" conseguir passar no exame nacional da OAB...que seja advogado, pois!

Abs

André disse...

Grande Catellius!

Não resisti, tive que dar minha contribuição.

Sim, faz tempo. De vez em quando passo de carro pelo seu escritório e vejo vc lá na frente do PC, trabalhando.

Passei num concurso há duas semanas e provavelmente até final de março estarei trabalhando. Não é nenhuma maravilha, nem era bem o que eu queria, mas também não é nada ruim (e é bem melhor do que nada). Fora isso, minha rotina continua a mesma: um monte de livros, cinema, internet, alguma música (clássica também, sempre, claro), etc.

Mas quase sempre tenho muito tempo livre e estou na área, mais exatamente aqui na 106. Quando quiser falar comigo ou combinar alguma coisa, é só mandar um e-mail ou telefonar.

Um abraço e até mais!

zefirosblog disse...

Excelente, Catellius.

Os músicos, por exemplo, valorizam a figura do prático. Se não me engano, não é preciso curso superior para se filiar à Ordem dos Músicos do Brasil, basta que o sujeito passe no exame.

Para Direito, contudo, isso não se aplica. Não importa que o sujeito seja o primeiro dos aprovados na OAB. O formalismo precisa ser atendido, ou seja, ele deve possuir diploma.

Uma pergunta se impõe: por quê?

Catellius disse...

Salve!

André, vamos marcar um chope lá no Bar Brasília qualquer dia desses. Ou no Boteco. Abs!

Raphael,

E todas universidades deveriam ser pagas. O governo poderia distribuir bolsas integrais ou parciais a estudantes que provassem ser bons, de preferência brilhantes, e não tivessem muitos recursos.

Na minha época, quem era pobre pagava os olhos da cara em algum curso noturno de alguma faculdade particular, porque era obrigado a trabalhar durante o dia. Ótimo. Tem mais é que ralar para vencer mesmo.

Quem dispunha de tempo para gastar o dia inteiro em uma universidade pública, dormindo no Centro Acadêmico, coçando na UNE, fumando maconha nos bambuzais do campus, eram aqueles que não precisavam trabalhar, via de regra cujos pais dispunham de recursos. E não pagavam nada. Por quê?

Pobre deveria pagar também. Mas, se provasse ser bom e tirasse ótimas notas, acho que o governo, por interesse nacional, poderia ajudá-lo. No futuro, estaria pagando impostos, devolvendo o investimento (se não fosse para o exterior).

Para ficar claro: sou contra o sistema de cotas.

Abraços a todos.

zefirosblog disse...

Pois é, Friedman já defendia a idéia dos vouchers, como você, há tempos.

Abraço.

André disse...

Certo, mandei meu telefone para o seu e-mail, caso vc não se lembre mais. Pode me ligar quando quiser, qualquer bar está ótimmo.

Também sou contra o sistema de cotas.

Boa semana pra vc

Catellius disse...

Raphael,

O lado ruim desses vouchers do Friedman é que o aluno acaba indo para uma escola particular religiosa, muitas vezes. Indiretamente, os alunos serão doutrinados com dinheiro público. Contudo, julgo que qualquer pai tem direito de escolher o ensino do filhos, mesmo que seja em uma escola de TJs.

Eu me referia às universidades sustentadas pelo governo. Acho que deveriam ser pagas. O aluno poderia receber uma bolsa para cursar na mesma instituição. Não pensei na possibilidade de uma bolsa para ele escolher a faculdade (desde que tivesse passado no vestibular, claro).

Abraços

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