17 fevereiro 2008

Denúncias devassam o Santo dos Santos

Desde há mais de vinte anos tenho me perguntado por que a imprensa não aborda a corrupção nas universidades. Até hoje, a universidade tem sido o Santo dos Santos, onde jornalistas não podem penetrar. O Santo dos Santos era uma sala do Templo de Salomão onde ficava guardada a Arca da Aliança. Era onde se realizava anualmente uma cerimônia de sacrifício expiatório de um cordeiro sem mácula pelos pecados dos judeus. Esta sala ficava separada do templo por uma cortina de linho. Segundo a lei de Moisés, somente ao sumo sacerdote era permitido entrar no Santo dos Santos, e ele tinha que ser cerimonialmente purificado antes que pudesse falar com Deus.

Em meus dias de UFSCTUR – como denominei a Universidade Federal de Santa Catarina – denunciei na imprensa as centenas de professores contratados sob regime de Dedicação Exclusiva e que continuavam tocando serenamente seus consultórios de médicos ou dentistas, seus escritórios de advocacia. Mais outros tantos que ganhavam bolsas em outros Estados do País ou no Exterior e voltavam de mãos abanando, após quatro ou cinco anos de turismo regiamente subsidiado – extensivo a mulheres e filhos, é claro – sem nada devolver ao Erário. Minha denúncia causou comoção na Universidade, mas ficou tudo por isso mesmo. A desfaçatez da UFSC era tamanha a ponto de a Reitoria abrigar uma agência de turismo em suas instalações. (E talvez ainda a abrigue). O reitor processou-me por calúnia e difamação, mas teve de tirar o cavalinho da chuva. Em suma, tudo continua como dantes no quartel de Abrantes. A universidade é o Santo dos Santos, onde não há pecados nem impurezas.

Isso sem falar naquela corrupção perfeitamente legal, tais como doutorandos que vão a Paris ou Londres pesquisar a obra de Machado de Assis ou Nelson Rodrigues. Ora, por que não pesquisá-la aqui, onde estes autores a elaboraram? Depois de quatro ou cinco anos, elaboram um textículo de 300 ou 400 páginas, que não será lido por ninguém – talvez nem mesmo pelos participantes da banca – e ficará mofando nalguma biblioteca. Isso quando elaboram as 400 pagininhas. Pois muitos nem isso conseguem. Isso quando fica mofando nalguma biblioteca. Porque às vezes nem fica. Na UFSC, nos anos 60, um incêndio providencial numa sala da Reitoria queimou as “teses” de boa parte dos doutores da Universidade. Estranho incêndio, queimou só as teses. “Ainda bem que queimou” – me confessou um deles, doutor em História – . Porque a minha tese não se sustentava”.

Isso sem falar em professoras que voam de Porto Alegre a Tóquio, para expor durante vinte minutos um comunicado vital... sobre Literatura Comparada. Em velhotes que se candidatam a doutorado aos 50 anos, quando já estão perto da aposentadoria. O doutorado, que deveria ser uma especialização para o exercício do magistério, passa a ser um prêmio de consolação na velhice. Encontrei em Paris uma de minhas colegas de magistério, uma velhota quase sexagenária com dificuldades de locomoção, pois mal conseguia enxergar um semáforo. Fazia doutorado em Lingüística. Passaram-se os anos e não escreveu uma linha. A universidade queria trazê-la de volta. Mas para isso ela tinha de ser comunicada – sei lá porque razões – aqui no Brasil. Como ela não queria receber essa comunicação, permanecia em Paris. Com seus salários e subsídios de bolsa preservados. Não sei como foi resolvida a situação.

Mas isso tudo é perfeitamente legal. A UFSC teve um caso caricatural. Um professor, que foi contemplado com uma bolsa na Bélgica, jamais foi à Bélgica. Encontrou uma fórmula para abrir uma conta em um banco belga e receber seu dinheiro no Brasil. Com a bolsa, construiu uma mansão em Itapema. Me consta que a universidade não conseguiu afastá-lo de seus quadros.

Graças ao escândalo dos cartões corporativos, a universidade brasileira finalmente entrou na berlinda. Descobriu-se que o reitor da Universidade de Brasília (UNB), Timothy Mullholland, gastou apenas 470 mil reais na reforma do apartamento em que residia. Em que residia gratuitamente, diga-se de passagem. Homem refinado, o Magnífico comprou – com o cartãozinho mágico – uma lata de lixo no valor de R$ 990 e um saca-rolhas de R$ 859. Gente fina é outra coisa.

Mais ainda. Leio hoje no Estadão que os cartões corporativos da UnB serviram para pagar compras de valor elevado em supermercados, mercearias, açougues, peixarias e armazéns no ano passado. De 2004 a 2006, esse tipo de gasto tinha produzido uma despesa abaixo de R$ 13 mil, somadas as contas dos três anos. Levantamento do Estado mostra que somente em 2007 os cartões pagaram R$ 69.721,99 em compras feitas em estabelecimentos especializados na venda de gêneros alimentícios, como Carrefour, Pão de Açúcar, Tigrão e Oba, entre outros.

Mas também aparecem compras em lojas que vendem artigos mais refinados, como o minimercado e delicatessen La Palma, a confeitaria Monjolo - que vende biscoitos, tortas e bolos finos - e a padaria Pão Italiano, por exemplo. A profusão de compras desse tipo, pela universidade, mostra que o cartão público de débito é usado como um cartão pessoal - com a diferença de que a fatura é emitida contra o caixa do Tesouro Nacional.

É o que nos conta o jornal. Também informa que a segunda universidade com maior despesas de cartão corporativo é a Federal do Piauí, cujos gastos nem de longe rivalizam com os feitos pela UnB. Em 2007, a Universidade Federal do Piauí gastou R$ 356.772 nos cartões.

As denúncias chegaram ao Santo dos Santos do mundo acadêmico. Mas ainda são tímidas. No Brasil, quando se puxa um fio da corrupção, vem atrás um imenso novelo. E as demais universidades do país? Seus Magníficos Reitores e funcionários não usam cartões corporativos? Ora, se usam, é de supor-se que também terão caído na farra dos cartões. Alguém consegue acreditar que só as universidades de Brasília e do Piauí fazem uso indevido dos cartões?

As denúncias seguirão adiante? Duvido. Se seguirem, vai ser bom para o mercado de trabalho dos jornalistas. As empresas terão de contratar mais profissionais para apurar tanta malversação de dinheiro público.

De qualquer forma, a corrupção universitária é anterior à prática dos cartões. Corrupção são essas bolsas para pesquisas rumo ao nada, viagens para congressos inúteis, dobradinhas com Dedicação Exclusiva e exercício simultâneo de outra profissão, doutorandos que voltam de mãos vazias e nada devolvem à universidade. Em um colóquio literário, por exemplo, quem mais ganha não é a cultura, mas a hotelaria e as agências de turismo.

Puxa-se um fio e vem o novelo. Começou com o Executivo. Logo descobriu-se que Legislativo e Judiciários tinham também suas fórmulas de salário indireto. Agora, entra a Academia no baile. Antes tarde do que nunca. Mas se bem conheço os bois com que lavro, ninguém será punido. É gente demais para ser punida. Melhor então não punir ninguém.

11 comentários:

Heitor Abranches disse...

A corrupção na universidade é realmente uma coisa muito mais comum do que pensamos. Um amigo me contou uma vez que um orientanda do Istvan Iancsso descobriu uma tese de doutorado de uma professora que simplesmente era 66% copiada da sua. Ela pediu uma banca que foi possível graças a influência a seu orientador e que concluiu que havia ocorrido plágio mas no fim venceu o corporativismo e ninguém teve coragem de tirar o título e o emprego decorrente do título da professora plagiadora.

Heitor Abranches disse...

Isto sem falar nestes concursos para professores organizados de forma bastante duvidosa. Um professor da USP uma vez me contou que eles investaram o titulo de livre docente para impedir que pessoas de fora da universidade pudessem concorrer a professor titular.

André disse...

Pois é Janer, há muitas dessas esquisitices. Até aquele diplomata e famoso liberal (social-liberal na verdade) que morreu de câncer repentinamente, o José Guilherme Merquior, fez um doutorado na Sorbonne sobre... Carlos Drummond de Andrade (!!!), se não me engano. E ele era mesmo um cara muito inteligente e culto, uma cabeça, um intelecto privilegiado, ainda que acadêmico demais, certinho demais, chatóide, além de não resistir a um político (era o maior puxa-saco, puxou o saco de gente como Tancredo, Sarney, Collor, entre tantos outros). Era também o tipo que não vivia sem um guru — num dia é Marx, no outro Hegel, no outro Kant, hoje, nem sei mais qual é.

Isso é empulhação. Fazer uma tese em cima de um escritor nacional lá fora, é pura empulhação.

“Depois de quatro ou cinco anos, elaboram um textículo de 300 ou 400 páginas, que não será lido por ninguém – talvez nem mesmo pelos participantes da banca – e ficará mofando nalguma biblioteca. Isso quando elaboram as 400 pagininhas. Pois muitos nem isso conseguem. Isso quando fica mofando nalguma biblioteca. Porque às vezes nem fica.”

Exatamente.

“Em velhotes que se candidatam a doutorado aos 50 anos, quando já estão perto da aposentadoria. O doutorado, que deveria ser uma especialização para o exercício do magistério, passa a ser um prêmio de consolação na velhice.”

Já vi muito disso aqui em Brasília. E cópias quase integrais de livros de acadêmicos famosos.

Lauro Mohry, o picareta anterior da UnB, era outro safado, só que as coisas não apareciam. A quadrilha (diretoria) do Cespe, empresa da UnB que lucra uma grana violenta fazendo concursos públicos, era quase toda cria dele. E, dizem, todos da mesma igreja, uma dessas pocilgas pentecostais. Em 2005, houve um escândalo de fraudes enorme aqui, que só teve uma coisa boa: acabou com a aura sacrossanta, imaculada, dessa empresa. O Cespe era infalível, o Cespe era um tipo de Papa, ninguém podia criticar o Cespe que já vinha algum professor almofadinha de cursinho falar na “lisura” dos procedimentos deles, blá, blá, blá. Tudo conversa. A diretoria caiu, mas ninguém foi preso. Hoje estão trabalhando para outra empresa, segundo me contaram. Só pegaram, no escândalo, gente pequena, gente de fora, ex-funcionários de baixo escalão, etc.

Timothy Mullholland torrou 36 mil só em equipamentos de áudio e vídeo. Eu conheço isso, e sei que com pouco menos de 10 mil dá pra montar um cinema com equipamento top de linha, bem exagerado, e olha que sou exagerado nesse departamento. Ou seja, esse cara realmente aloprou.

Torrou mais de 20 mil em tapetes, almofadas (!!!) e sofás. Quase 3 mil naquelas latas de lixo italianas enormes, metálicas. Uns 7 a 8 mil em aparelhos de ar-condicionado. Uns 9 mil em vasos e plantas. E por aí vai.

Um amigo meu que trabalha com informática e faz muitos serviços para órgãos públicos me disse que desde que o PT entrou no poder a corrupção em matéria de licitações superfaturadas/de cartas marcadas disparou, o negócio ficou fora de controle. A corrupção anterior empalidece diante da atual.

André disse...

Ah, sim, no escândalo do Cespe, descobriram coisas surreais lá dentro, como pagamentos de 50, 60, 70 mil reais a título de... horas extras. Haja trabalho!

Janer disse...

O livre docente foi uma das maiores indecências da universidade brasileira. Eu os chamava de livre-indecentes.

Eu vi coisas no Departamento de Letras da UFSCTUR. Certa vez, um geronte conseguiu bolsa na PUC de Porto Alegre. Junto com ele, conseguiu bolsa sua mulher, na mesma faculdade. Só que a mulher estaria inscrita num curso que não existia na PUC. Um outro professor - que esperava sua vez de sair para estudar Nelson Rodrigues em Paris - descobriu a patranha e a denunciou no colegiado. A mulher teve uma eclâmpsia, saiu da reunião direto para o Hospital Universitário.

Uma outra fulana teve bolsa de dois anos em Curitiba para mestrado. Não o concluiu e estendeu sua pesquisa para doutorado. Desta vez na USP. Tampouco o concluiu. E ganhou mais dois anos para concluí-lo em Lisboa. Fui falar com o chefe de Departamento. "Mas essa moça vive há seis anos longe do quadro negro, como é que ela ganha mais dois anos em Lisboa?"

"É um problema humano" - me respondeu -. "Ela acaba de divorciar-se. Outro dia, apareceu com um olho roxo. Tem que sair de Florianópolis".

Sugeri então: se assim for, eu peço pra minha mulher me dar duas bofetadas. Me consegues quatro anos em Lisboa?

E tem mais histórias. Havia no Curso de Letras um casal chileno. Os dois foram para Londres com bolsas e sumiram do mapa. Não voltaram nem deram satisfação nenhuma à universidade.

Quanto ao plágio, tornou-se algo corriqueiro. A celebrada Ana Cristina César, por exemplo, em seu trabalho de mestrado entregue à Escola de Comunicação da UFRJ em junho de 1979, plagiou gordos parágrafos da tese de doutorado de sua orientadora, professora e amiga, Heloísa Buarque de Holanda. Ana C., como é conhecida, suicidou-se em odor de santidade e seu plágio ficou relegado ao esquecimento.

Como também o de Marilena Chauí, que também plagiou seu orientador. A Chauí permaneceu, impertérrita, no magistério da USP, quando deveria ter sido excluída dos quadros da universidade a que pertence. Mas ela é petista. Portanto impune.

André disse...

E um colega meu de faculdade tinha bolsa integral, não pagava nada, só pq o pai dele era professor lá dentro e deu um jeitinho, pondo o filho na lista.

“Sugeri então: se assim for, eu peço pra minha mulher me dar duas bofetadas. Me consegues quatro anos em Lisboa?”

Pois é, meu caro...

“Quanto ao plágio, tornou-se algo corriqueiro.”

Uma velhota na minha sala na faculdade passou mal quando um professor a desmascarou na frete de todo mundo, por causa de um trabalho plagiado.

Muita gente se suicida em odor de santidade e com aura de santo. E todo mundo quando morre também vira santo, de alguma maneira. Não há nenhum canalha nos cemitérios, são todas ótimas pessoas...

Mas suicídios raramente aparecem na imprensa brasiliense. Quando estava na faculdade, uma garota, por sinal muito bonita e que fazia psicologia, se atirou do último andar (o terceiro) do mesmo prédio onde eu ficava. Direito e psicologia ficavam juntos na mesma área. A garota se acabou, mas permaneceu consciente o tempo todo, foi morrer só naquela madrugada, no hospital. Tinha depressão e havia tido uma decepção amorosa recente, deixou tudo bem exposto numa longa carta. Quase caiu em cima de um professor, e teria matado o sujeito se isso tivesse acontecido — o que não teria sido tão ruim, pois ele era um cretino. Foi a maior comoção, naturalmente. Isso aconteceu numa quarta-feira e os dois cursos pararam, fechou tudo, as coisas só voltaram ao normal na segunda. E nem uma nota nos jornais, nada. Dizem que é uma regra da imprensa, pelo menos por aqui, de evitar publicar qualquer coisa referente a casos de suicídio, eles realmente não dão publicidade. Muitas vezes também porque a família pede, mas parece que fazem isso independente de pedido. Outra coisa que acontece muito são suicídios que viram “mal-estar” ou “morte súbita”, além de casos em que, pela própria forma de suicídio, dá pra disfarçar. Por exemplo, quando o garoto pisa fundo numa reta e enfia o carro numa pilastra de viaduto ou árvore. Sai como acidente de trânsito, muitas vezes não é bem isso, mas quem é que vai saber? E tem muita gente que se mata com overdose de medicamentos em casa. Como acontece na privacidade do lar, não transpira nada, nesse caso nem há que se falar em possibilidade do assunto sair na imprensa, a não ser que seja alguém famoso. Os caras do corpo de bombeiros contam muitas histórias assim, nas ruas e dentro de residências, já que eles atendem as ocorrências, vêem de tudo e muitas vezes chegam até a conversar com alguns suicidas — aqueles que nem sempre conseguem uma morte instantânea.

Ah a Chauí é um caso pior ainda, irremovível de lá, por ser é queridinha das esquerdas. Mesmo que não fosse, teria grande chance de ninguém mexer com ela. Como é, então...

Francisco Leitão disse...

Pois Marilena Chauí foi laureada em Londres como a maior autoridade em Espinosa viva. Quem fala mal dela é porque está com inveja. Olavo de Carvalho odeia ela porque ela foi contra sua entrada na USP.

Janer disse...

Estranho. O Olavo, mesmo sem ter curso de Filosofia, pretendia por acaso lecionar Filosofia na USP? Ou, quem sabe, Astrologia?

Não que a Chauí se opusesse. Todo o corpo docente da USP se oporia.

André disse...

Grande coisa, a maior autoridade em Espinosa viva... ha, ha, por falar nisso, o que é melhor, ser a maior autoridade viva ou a morta?

Seu livro sobre o afável polidor de lentes holandês, A Nervura do Real, é ilegível. Dois volumes onde as notas de rodapé proliferam (e o ropdapé acaba virando o texto principal). Não tem solução...

Ela é incapaz até de dar os rudimentos com clareza, como naquela porcaria, Convite à Filosofia, que a gente é obrigado a folhear na faculdade.

Pobre Espinosa. Os católicos o achavam um judeu safado e queriam linchá-lo. E os judeus o achavam um católico safado e queriam linchá-lo. Mas sua filosofia tem algumas coisas interessantes (infelizmente, nada que sobreviva ao banho de soda cáustica que uma acadêmica tola e empolada como a Marilena dá em tudo o que possa ser intelectualmente prazeroso).

O capitulo sobre ele na History of Western Philosophy, do Bertrand Russell, vale mil ruminações obscurantistas da Marilena. E muito bom pra quem quer saber o essencial sobre todos esses caras, sem precisar ir direto às fontes.

Paulo C. Barreto disse...

Bons tempos meus nos primeiros semestres de graduação, quando o comparecimento às aulas era opcional. Quer dizer, se os professores pouco compareciam, que ninguém esperasse menor desprezo por parte dos alunos. Os professores que mais faltavam eram os mais prestigiados: "Ah, ele está em uma importantíssima conferência no Cafundó do Judas..." Sempre havia algo extraordinário para atrapalhar as aulas. Uma vez, garoto otário, fui ao endereço marcado para a aulinha semanal. A sala parecia ter sido invadida por um bando de mendigos. Ninguém avisou que a sala seria ocupada por turistinhas neo-hippies do congresso da UNE. Vagabundagem era regra; aula era exceção.

Meu projeto experimental, de 1994/95, dorme em algum armário. Se foi publicado, não me avisaram. Por que publicariam? Os "cumpanhêro" não entendiam lhufas do assunto. Minha orientadora teve a maior moleza, pois não podia dar pitaco sobre o que não entendia. Mas fiz o trabalho honestamente.

André disse...

Catelli, já mandei para o seu e-mail aquela análise sobre as cidades especiais em construção no Golfo.

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