19 dezembro 2007

A Visão Autoritária Petista

Não é novidade para ninguém a vocação totalitária dos petralhas. Em seus sonhos, gostariam de fazer do Brasil uma Venezuela. Com este propósito, já seguindo a receitinha prescrita pelo Chávez, já estão com a sua campanha para a realização de uma Constituinte. O que ficou claro com as constituintes convocadas pela esquerda, como a boliviana, é que as regras mudam durante o processo e questões que não estavam no escopo acabam entrando e votos qualificados viram voto simples ao sabor dos seus interesses. Portanto, uma Constituinte com eles no poder seria uma temeridade para a democracia.

A visão autoritária deles contamina tudo. Arlindo Chinaglia, por exemplo, o presidente da Câmara do PT que fez carreira como presidente dos Sindicato dos Médicos, propôs a proibição de novos cursos de medicina para preservar os salários dos médicos buscando a redução da oferta. Aliás, projetos infames são com ele mesmo, que no início do ano negociou no Colégio de Líderes a votação de um projeto que previa a efetivação de servidores emprestados nos órgãos onde eles estivessem, ou seja, nunca na história deste país alguém teve o descaramento de propor um projeto tão favorável a todas aquelas figuras que estão ocupando cargos de confiança emprestados de uma prefeiturazinha qualquer e que poderiam passar a integrar o quadro da Câmara ou do Senado.

Uma das características do totalitarismo é a falta de separação entre o partido e o governo. Com eles, o governo do Brasil, que deveria pertencer a todos, se tornou a República dos Sindicalistas. Nunca se viu tantos sindicalistas encostados em cargos de confiança em gabinetes por aí. Outro dia, o ilustre senador Mercadante defendia a não prestação de contas do cartão de crédito corporativo da Presidência da República, alegando tratar-se de assunto de segurança nacional. Desde quando juntar os companheiros e pagar a conta em restaurantes de luxo é questão de segurança nacional?

É como foi comentado no blog: há que se fazer uma separação entre o discurso e a prática. O Niemeyer, por exemplo, (um hipotético acréscimo ao projeto do arquiteto centenário para o CN ilustra este post) é um comunista no discurso mas um capitalista na prática. Usufrui de todos os bens oferecidos pela sociedade consumista, participa dos esquemas e ainda se sai como um bom moço comunista que quer a igualdade. Na minha opinião, a unidade entre a prática e o discurso são essenciais. Outro dia, encontrei o Babá, aquele deputado do PSOL com cara de maluco, pegando ônibus e fiquei assustado. Afinal, podia estar diante de alguém que realmente era um socialista, assim como a Heloísa Helena, cuja declaração de renda é ridícula. O problema destas figuras é que elas têm um ar desvairado. Talvez seja melhor ficarmos com os hipócritas, que em sua mentira há alguma racionalidade, do que com sinceros como uma Heloísa Helena da vida.

Os hipócritas enganam, no máximo, alunos de universidade que acreditam nas suas baboseiras. Isto me faz lembrar de anos atrás em como fiquei impressionado com o José Genoíno falando em comícios; o cara tinha uma boa figura. Esta semana, vendo-o impávido defender a sua ignorância do Mensalão apesar de ser presidente do PT, foi algo perturbador.

Em 2010, se Deus quiser, ficaremos livres do Lula; já será um começo! E depois que venha a Dilma ou o Ciro Gomes e mostrem claramente aquilo que o Lula teima em disfarçar. Em um futuro distante, um bom critério para a escolha de um governante talvez fosse pegar alguém que não quisesse ocupar aquele cargo, alguém que fosse um bom filho, um bom pai, um bom patrão, um bom colega e que estivesse perfeitamente feliz em sua vida e não desejasse nada mais. Esta pessoa daria um bom governante. Por enquanto, devemos nos submeter aos ambiciosos.

22 comentários:

Ricardo Rayol disse...

Um texto digano e matador, entre outras coisas coloca no seu devido lugar esse embuste esquerdista que é o Niemeyer, não como arqquiteto, mas como cidadão.

André disse...

“O problema destas figuras é que elas tem um ar de loucos.”

Claro, pois são crentes fanáticos. Conheço gente assim. E já tive q dividir espaço em muitas salas de aula com “coleguinhas” assim.

E os sindicalistas bem q poderiam tomar um banho. Se bem q eu prefiro fuzilamento. De preferência retroativo, voltando no tempo, até os anos 60. Ou banimento para o Pólo Sul.

Há mais ignorância nas universidades do q nas ruas.

O chato boca-mole do Niemeyer vai fazer 200 anos ainda, ha, ha. Nem a Morte vai acreditar no dia em q vier buscá-lo.

Catellius disse...

Ótimo texto, Heitor.

A imagem que usei para criar a montagem do post: clique aqui

Abraços a todos

Heitor Abranches disse...

Valeu Catellius,

Estava mesmo faltando as suas primorosas imagens.

abs,

Heitor

André disse...

Gostei do cifrão, deviam era fazer isso mesmo no prédio do Congresso.

Catellius disse...

Mais Niemeyer no blog do Tunico. Tem a ver com este post também. Uma ou outra coisa é repetição de algo que já escrevi por aqui, OBVIAMENTE...
Eu escrevi:


Suzy,

"Afinal, que tipo de 'ser humano' é o comunista? Daquela espécie que não aprecia a humanidade."

Pelos croquis arquitetônicos de Niemeyer e pelo tipo de briga em que se envolveu pela "integridade" de suas obras podemos vislumbrar o que pensa, lá no fundo, das pessoas. Nos croquis os homens são pontos, ínfimas formiguinhas que passeiam pelas rampas sinuosas flutuantes, fáceis de desenhar e dificílimas de construir - ponto para os geniais engenheiros - ; ele briga, entre outras coisas, contra o plantio de árvores ao redor de suas brancas e ofuscantes construções, porque as ofuscariam, apesar do bem que as preciosas sombras fazem ao adulto, principalmente às crianças; suas praças são áridas e assim sempre mantidas porque devem se parecer com as maquetes, com os megalomaníacos croquis utopistas onde só há esculturas, vazios, trens voadores e formiguinhas. A humanidade deve se adaptar à sua obra, não o contrário. Por isso não lhe interessa nada a não ser a plasticidade, que decaiu sobremaneira de uns trinta anos para cá, ainda por cima. Ele quer saber de sua obra, apenas; o homem é um mal necessário, apesar de seu discurso ser o oposto do que diz sua opressora obra.

Esteticamente, então, as últimas coisas que fez são risíveis. Um elmo (catedral) e um disco voador (museu) em Niterói, um olho em Curitiba, um ovo em Brasília, um "M" em Londres, uma pomba na praça dos Três Poderes (panteão), uma balança (os dois papéis higiênicos, ou Procuradoria Geral da República, próximos à ponte JK), a rubra língua sibilante no Auditório Ibirapuera, peles de vidro gratuitas, formas absurdas que ganham alguma monumentalidade por estarem sempre no meio do nada, em algum lugar amplo, sobre um promontório magnífico como o de Niterói.

O incrível não é o Niemeyer ter ficado anacrônico, mas continuarem a erigir os frutos de seu anacronismo. Ninguém impõe à sociedade que assista a filmes de diretores decadentes nem que leia livros decadentes de algum Nobel nonagenário. Mas somos obrigados a cruzar com O Ovo de Niemeyer (museu) toda vez que passamos pela Esplanada, o que é imperdoável!

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Jussara Gehrke,

Pois é... Diz-me com quem andas que te direi quem és. O Zé Dirceu freqüenta sua casa...

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Stella,

"...e com 100 anos ele têm sido coerente com sua ideologia"

Felizmente você está errada. Ainda bem que ele é incoerente com sua ideologia. Do mesmo modo, ainda bem que cristãos não amam seus inimigos e ainda bem que fazem questão de julgar o próximo, não importando se serão julgados pela mesma medida; se fossem coerentes com sua ideologia o ocidente seria de fato o paraíso dos facínoras!

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TIAGILA,

"Não acredito que seja um homem caridoso. Desculpe a minha opinião de zelite branca."

Não há como não ser "caridoso" pagando o quase socialista imposto daqui do Brasil. Somando-se todos os impostos, inclusive os embutidos, o "povo" (eufemismo de "governo") fica com metade do que o Niemeyer ganha.
E Niemeyer dava dinheiro aos necessitados sim! Era uma ativo militante comunista e mesmo enquanto acendia uma vela ao diabo, projetando prédios para o exército durante a ditadura dos milicos, enviava dinheiro a ativistas comunistas e outros que sonhavam em implantar a Revolução por aqui. Ele próprio afirmou isso em entrevista que concedeu à Folha.

"A longevidade do Oscar,se deve tam-bem pelo belo plano de saúde,que o mesmo deve ter,nada mais justo para quem sempre trabalhou e paga por esse plano,só que se todos os brasileiros pudessem ter ess mesmo plano,todos certamente durariam mais de 100 anos."

Quando que ele contratou um plano de saúde? Aos 90 anos? Um sujeito como ele só paga plano de saúde se for trouxa. Se ele precisar terá os melhores cirurgiões e o melhor leito do melhor hospital público.
"Certamente" durariam MAIS de 100 anos? Você confia demais nos planos de saúde... Eles não mantêm a saúde de ninguém; isto cabe à própria pessoa, e se a sua genética deixar.

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Política sem medo,

"Comunista, ateu, como é que pode fazer caridade, como, por que?"

Bom, Bill Gates e Warren Buffet, que doaram muitas dezenas de bilhões de dólares, são ateus. Uma coisa não tem nada a ver com outra.

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Grande Tunico,

"Meu pai sempre me ensinou: para falar bem ou mal de alguém é preciso primeiro comer um saco de sal com esse alguém."

Bom, não tenho como comer um saco de sal com Stalin, Calígula e Gengis Khan... Fazer o quê... Nunca mais poderei falar mal deles, he he. Mas entendi o que você quer dizer. Acho que isto se aplica bem às relações cotidianas, entre pessoas de carne e osso. Eu ataco o Niemeyer ideológico, que acha certo um fuzilamento cruel ordenado por Fidel apenas porque este "sabe o que faz"... O Niemeyer público é que interessa. O único Niemeyer que existe para mim e para todos que não freqüentam a Casa de Canoas e não trabalharam com ele, como você, é o arquiteto e o que excreta disparates anti-capitalistas e exalta o falido comunismo, o sujeito dúbio, o hipócrita que não vive de acordo com o que prega, o torpe ideológico que apóia facínoras. Fazer o quê?

"Não se preocupem com Oscar. Ele é inofensivo. Se preocupem com os lulo-petistas. Esses são perniciosos."

Bom, não estou preocupado com ele, he he. Estou dando minha opinião sobre ele, baseando-me nas opiniões que ele emite sobre o que o cerca. Quanto a ser inofensivo, concordo. Em termos, porque ele sempre ajudou os comunistas radicais com dinheiro vivo, sempre doou dinheiro ao partido. Mas, como todo artista-rêmora, é essencialmente um parasita, na pior hipótese seria como um maluco que tenta prejudicar outrem com boneco vodu. Estou avaliando a pessoa, não o estrago que ela causou, causa ou poderá causar.

"Nunca quis impor sua ideologia a ninguém."

Ele se definia um militante comunista e deu o que tinha de mais precioso - seu trabalho, transmutado em dinheiro - àqueles que queriam implantar o comunismo pela força. Ou seja, não perdia seu tempo tentando impor a colegas de trabalho, a amigos. Mas acreditava na causa e fazia a sua parte, apesar da vida confortável que sempre levou, que em nada condiz com sua "igualdade compulsória".

Folha: Como é que o sr. Se tornou militante comunista?
Niemeyer: A vida me fez ver que esse era o caminho.(...)

Pérola das pérolas:

- Folha: O sr. Nunca se incomodou em trabalhar muito mais para o poder do que para os mais pobres?
- A minha arquitetura não vai discutir política.

Ho ho ho! E isto:

Folha: O sr. Continua acreditando que é possível uma revolução comunista que iguale ou torne mais igualitária a sociedade?
Niemeyer: Depois da Revolução de outubro de 1917, a União Soviética durou 70 anos. A próxima vai durar muito mais. Esse mundo dominado pelos EUA, essa força é uma vergonha para a humanidade.

Sobre execuções de Stalin o inofensivo arquiteto justificou:

"Era preciso. Estava defendendo a revolução, que é mais importante. Os homens passam, a revolução está aí."

"OS HOMENS PASSAM" Ecce homo! Eis o torpe ideológico!!!!!

E quais são os ídolos dele? Stalin, Luís Carlos Prestes, Leonel Brizola, Fidel Castro e até Hugo Chávez!!! Sem falar que ele é lulista também. Ou seja, segundo você próprio, amigo Tunico, ele é perigoso, pernicioso e daninho!

"Que ninguém lhe negue este direito. A partir do momento que as pessoas contestem o direito dos outros exercerem a profissão para a qual são legalmente habilitadas com liberdade, estaremos entrando novamente no autoritarismo."

He he he! Ninguém está querendo cassar seu registro. Isto é meio falácia da pressuposição. Se algo é condenável, na parte arquitetônica, é a insistência dos governantes de erigir seus croquis dispensando licitação e concursos de projetos que poderiam premiar o mérito e catapultar novos talentos. Se Niemeyer fosse jurado desses concursos, duvido que aprovaria, por exemplo, aquela bola imensa tampando a Catedral, também de sua autoria. Ele daria seu voto para algo mais sóbrio e discreto, que preservasse o cartão postal de Brasília. Ou seja: o Roriz deixou o anacrônico Niemeyer atual estragar o Niemeyer brilhante do passado, na minha opinião. Resumindo: na questão arquitetônica a culpa não é do Niemeyer mas dos governos que o contratam.
Outra discussão, claro, é o ideológico Niemeyer...

"Rodrigo Constantino é um moleque idiota, arrogante, prolixo e metido. Seus devaneios radicais são comparáveis aos devaneios daqueles a quem ele critica e deplora. Não merece minha atenção. É o típico comentarista de orelha. Até Olavo de Carvalho mandou ele TNC, imagine."

Concordo com muito do que ele escreve e achei que no post em questão ele acertou na mosca. Ele é um bom crítico das ideologias e um defensor do liberalismo, pelo que já ganhou meu respeito. Claro que não concordo com tudo. Por outro lado, Olavo de Carvalho, que já foi comunista, é um ideológico típico, um delirante assustado com teorias da conspiração, complôs de gays, exagera no Foro de São Paulo, faz uma cruzada de Pedro o Eremita - A Cruzada dos Mendigos - contra a ciência, Newton, fica a esgrimir espantalhos...
Não me lembro de "devaneios radicais" de RC. Depois você me manda algum link, se quiser.

Um grande abraço e desculpe-me pela "invasão", he he. Claro que estamos discutindo detalhes. Sei que concordamos no essencial, no que diz respeito a comunistas e petralhas.

Abraços a todos!

André disse...

Niemeyer (duvido q tenha lido, se leu deve ter entendido errado, como uma coisa boa) adoraria viver no mundo de 1984. Sendo arquiteto do Partido do Ingsoc na “Oceania”, claro.

E aquela porcaria ao lado da catedral aqui em Brasília, q parece uma meia laranja sendo descascada (a rampa em volta é a casca da laranja)?

Aquela pomba é jequinha, jequinha.

A PGR parece mesmo um rolo de papel higiênico futurista, porque duplo.

Continua a ser coerente com sua ideologia... mas vejamos: COERENTE É O SUJEITO QUE NUNCA TEVE OUTRA IDÉIA (Millôr)

Ele durou 100 anos pq vaso ruim não quebra.

“Artista-rêmora”, engraçada...

“A próxima vai durar muito mais. Esse mundo dominado pelos EUA, essa força é uma vergonha para a humanidade.”

É, bom, tolo... Já conheci gente q comparou o 11/9 ao início das “invasões bárbaras”, o começo da decadência do império malvado.

Prestes, acho q já disse aqui, era um assassino vulgar. Brizola foi um, felizmente, ditador frustrado.

Melhor o Constantino, q pelo menos não é dado a sandices e diz coisa com coisa, do q o Olavo, q acredita em marcianos vermelhos homossexuais ateus assassinos de embriões.

Heitor Abranches disse...

Eu tbm nao gosto de arquitetura ornamental...coisa de idealista que deprecia o ser humano.

Prefiro a arquitetura organica ou coisas da escola de bauhaus. Alguma coisa tbm dos irmaos Roberto.

Para mim o negocio e integracao...

Eduardo Silva disse...

Poxa bom texto...bom mesmo, suscinto e objetivo...


Os rumores de uma nova constituinte...


Quem diria a nossa constituição não tem nem vinte anos e já querem mudá-la, mesmo tendo feito 53 emendas à constituição...


Essa tentativa encontra algumas controvérsias jurídicas que passo a examinar...

como convocar uma nova assembléia constituinte?

Pelo atual ordenamento jurídico teria que se fazer mais uma emenda à constituição dispondo sobre isso, pois quem já leu a constituição naõ encontrou nenhum dispositivo acerca desse assunto: convocação de uma nova assembléia constituinte, afinal seria no mínimo estranho uma constituição dispor sobre a possbilidade de se substituí-la...


Eu, por meio de um parecer publicado na CGU, me posicionei contrário a essa tese dizendo que uma assembléia constituinte originária apenas pode surgir com a quebra de estrutura político-jurídica de um Estado, ou seja, uma revolução e que qualquer tentativa de mudar a constituição atual se não fosse enquadrada como uma revolução seria a típica tomada pacífica de poder, uma vez que todas as instituições políticas do país estão fulcradas na atual constituição...


A única alternativa dos que querem formular uma nova constituinte é copiar o que foi feito em 1985, com a emenda à constituição vigente de 1969 (embora contestada), que é dispor sobre a convocação de uma nova assembléia constituinte originária na própria constituição vigente...

Inclusive a Constituição de 1988 (atual) foi elaborada por um parlamento já constituído, portanto não foi uma assembléia constituinte originária, haja vista que não foi convocada apenas para esse fim, alguns chamam (Ferreira Filho) de parlamento constituinte....



Bom por hoje é só....

C. Mouro disse...

Bem, a ambição material é limitada e incapaz de causar grandes males. Afinal não é necessário tanta riqueza para satisfazer materialmente, dado que o indivíduo é limitado para usufruir de bens materiais. Contudo, a ambição intelectual (B. Russel) ou ambição psicológica (eu) é ilimitada, dado que a mente tem capacidade infinita de usufruir. Assim, mesmo que alguém deseje muita riqueza, não o faz por ambição da riqueza - não consegue usufruir plenamente dela nem com prazer o faria - mas por ambição psicológica, para demonstrar sua potência, pujança na questão.
Assim, um estupido pode comprar uma obra por milhões de dolares e esconde-la para preserva-la, sem dela usufruir. Ele não almeja usufruir da beleza ou do que seja, mas do prestigio de possui-la, da demonstração que dá ao faze-lo. Ademais, uma obra vale pelo que transmite, logo, uma cópia perfeita que só os maiores especialistas conseguem descobrir, através de testes muito além da percepção humana, certamente vale tanto quanto o original ante tal percepção. Contudo, o valor do original é incomparável.

Obs.: lembro-me de uma discussão sobre o "valor incalculavel" de uma estatueta com suspeita de ser de Michelangelo. Foi comprada por $100,00, se de tal artista seu valor seria incalculável. ...Francamente, uma idiotice, na minha opinião. Ou seja, este tipo de coisa é meramente produto da vaidade e da estupidez: objetos que o indivíduo não consegue distinguir a diferença - ...depende do que se considera diferença - possuir valor diferente.

Enfim, é a mbição intelectual a mais perigosa. Um sujeito com inveja aprecia a destruição daquilo que lhe causa tal dor. É destrutivo. Um recalcado, um enciumado, um raivoso e etc., têm suas ambições, que não são materiais. Não só se ambiciona o próprio bem, mas até com mais força se pode ambicionar o mal alheio.

Hitler (é o modelo ideal para referências, é o que mais toca, pela quase unanimidade) NÃO QUERIA RIQUEZA! ...é bom não esquecer.
Bim Lden também não quer riqueza, se quisesse já estaria satisfeito. O Poder é uma ambição infinita, é amais perniciosa.

Fora isso, alguém que ganhando legalmete para possuir um bom carro quer ser visto num onibus, é coisa que não faz sentido. Pode estar de onibus por comodidade, mas por ascetismo é hipocrisia. Afinal, não se importa de torrar milhões em capanhas políticas. Se tão desprendido, gastaria tal verba com os necessitados. Também não anuiria com os luxos dos poderes, com os luxos dos governantes e altos funcionários.
O crivela certa vez alegou não possuir nem casa próprio ...coitadinho, tão pobrinho.
O Procurador Luis Francisco também usava um fusquinha bombardeado ...mas o seu salário legal lhe permite um carrão de luxo. ...a menos que grande parte do salário fosse devida a quem lá o colocou, e assim decidindo por ele o uso da renda.
...Enfim, tipos que se banqueteiam nos luxos governamentais, na alta burocracia, que esterelizam fortunas (verbas gigantescas) em capanhas eleitorais, que anuem com tanto luxo e se aninham com a alta burocracia, como bons parceiros de ideologia, não merecem a mínima confiança. Ou são hipócritas safados, embusteiros, ou são maniacos embusteiros.
...o que fazem com as gigantescas verbas?

Abraços
C. Mouro

...PQP! ...só parando de ler eu vou parar de matraquear. ...que bosta!

Catellius disse...

"mas por ambição psicológica, para demonstrar sua potência, pujança na questão."

E aí entra a ironia da coisa. Se o pobre ganha o suficiente para esnobar seus vizinhos, pois tem um fusquinha, peru no Natal e cerca eletrificada, em breve morará um pouco melhor mas será o mais pobre de alguma freguesia. Humilhado, ele lutará até conseguir esnobar os novos vizinhos. E assim por diante. Vemos na revista Caras os artistas globais de tietagem com artistas hollywoodianos, humilhados a mendigarem um sorriso e uma fotografia; os artistas da Record invejam os da Globo, o Rodrigo Santoro esnoba os brasileiros por ter chegado a Hollywood, enquanto por lá se sente intimidado perante os atores americanos de maior sucesso. E estes atores americanos são uns miseráveis porque nunca ganharam o Oscar. Os que ganharam lamentam nunca mais terem ganhado nada e estarem perdendo a juventude e, portanto, os contratos... Chávez quer ser Mussolini, que queria ser Napoleão, que queria ser Júlio César, que queria ser Alexandre Magno, que queria ser um semideus com néctar nas veias ao invés de sangue... Pequenos milionários invejam grandes milionários, que invejam pequenos bilionários, e todos invejam o Bill Gates, que ainda esnoba doando tudo o que tem para a caridade. Maldito ateu, he he.

Quanto a ter prazer, usufruir a riqueza, a felicidade não está nisso, claro. A ausência de dinheiro quase sempre traz infelicidade. Mas a abundância não traz felicidade, obrigatoriamente.
O prazer que uma criança tem com um joguinho de bola, adulto nenhum consegue ter. Nem se Bill Gates fizesse uma orgia com as 300 mulheres mais lindas do mundo se divertiria tanto. E se após o jogo de bola o moleque ganhar um sorvete então... aí não tem pra ninguém. Por incrível que pareça, os melhores momentos do adulto são quando está com crianças, quando revive momentos da infância com amigos antigos, quando fala besteiras inconseqüentes, etc.

C. Mouro disse...

L. Alison, se não me engano, disse que depois que se ganha o primeiro bilhão, o dinheiro passa a não valer mais nada.

Ele não valerá mesmo, pois nada poderá acrescentar materialmente.

Crianças mimadas e de baixa potência e com papais milinários tendem a se exibirem "humanistas". Não servem para nada a não ser fazer demagogia. Estes tipos gostavam de ser socialistas e criticar a "burguesia egoísta". ...Sempre recalcados porque ficariam nas mãos de executivos que os consideravam imbecis mimados.
Os ricaços adoravam se enrabichar com "comunistas", talvez querendo parasitar o suposto altruísmo destes maníacos que apresentavam "fins supremos" para a humanidade e neles pretendiam justificar as canalhices que praticavam em nome de um alegado "bem comum". Ademais, o socialismo implanta uma sociedade hierarquizada, controlada por uma elite dirigente com ares messianicos. E isso encanta a "alta sociedade", sobretudo os herdeiros mimados que tentam forjarem-se em modelos de valor propagandeado ...vestem a fantasia de nobres almas, salvadores dos pobres e do mundo ..daí socialistas, ecologistas e lá mais o raio.

André disse...

Sim, C. Mouro, esses caras não querem riqueza primordialmente, querem poder.

“Vemos na revista Caras os artistas globais de tietagem com artistas hollywoodianos, humilhados a mendigarem um sorriso e uma fotografia; os artistas da Record invejam os da Globo, o Rodrigo Santoro esnoba os brasileiros por ter chegado a Hollywood, enquanto por lá se sente intimidado perante os atores americanos de maior sucesso. E estes atores americanos são uns miseráveis porque nunca ganharam o Oscar.”

Ha, ha, boa...

L. Alison por acasso é o Larry Ellison, dono da Oracle, a empresa de softwares especiais, corporativos e outros? Pq ele disse algo parecido: “depois do primeiro bilhão, não há mais nada q vc não possa fazer, nada. E os carros ficam mais velozes, os aviões mais confortáveis e as pernas das mulheres, mais longas.” Muito bem dito.

Ele pilota caças. Queria comprar um Mig-29 pra se divertir, mas a força-aérea americana não permitiu, por ser uma arma de guerra e um supersônico. Teve q se contentar com seu Aermacchi italiano, caça leve de treinamento... e subsônico.

C. Mouro disse...

Caracoles! é esse mesmo, não lembrei direito do nome e chutei algo parecido. Ele deve ter achado interessante repetir "depois do primeiro bilhão...", certamente com isso alimenta a vaidade e mesmo o MERECIDO orgulho por ter "chegado lá". Até eu adoraria vez por outra repetir "depois do primeiro bilhão..." ...isso e aquilo e blá blá blá. É uma forma de realçar a vitória, merecida, ressalte-se, que tanto serve à vaidade quanto ao orgulho sincero.

...e até 2008, repetindo meus votos de boas festas e um 2008 com mais sucesso, para todos.

C. Mouro

André disse...

Gosto do Larry da Oracle, pq ele pelo menos tem cara de adulto e faz coisas de adulto. O Bill Gates tem cara de criança q nunca vai crescer. E de nerd espinhento. E parece ter manias de nerd também. Bom, ele é um nerd, afinal. Um nerd q deu certo.

Catelli, a Veja está com uma matéria sobre crentes e ateus, acho q umas três matérias, vou ver se mando pra vc por e-mail. Não li ainda, mas devem ser as bobagens, o convencional, o lugar-comum de sempre. Natal é sempre a mesma lenga-lenga idiota, os mesmos assuntos e a mesma falsidade... o pessoal já não gosta muito de pensar, nessa época parece q desliga o cérebro.

André disse...

Vc vai ter muito em q descer o pau na reportagem da Veja, Catelli. Ela até q é legalzinha. Fala do preconceito contra os ateus no Brasil. Acho q vc vai se divertir com as inguinorânssias...

André disse...

Um trecho:

“Recentemente, a historiadora deu duas aulas sobre ateísmo na Casa do Saber, instituição criada para eliminar lacunas intelectuais dos endinheirados de São Paulo, e a platéia teve uma reação adversa, quase hostil, às idéias ateístas. Antes, a neurocientista Silvia Helena Cardoso, doutora em psicobiologia pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles, publicou um artigo num jornal de Campinas discutindo se os santos seriam esquizofrênicos, dada a freqüência com que tinham visões – ou alucinações. Recebeu tantas ameaças que resolveu abandonar o assunto. O professor Antônio Flávio Pierucci, da Universidade de São Paulo, especialista em sociologia da religião, explica o fenômeno: "Os brasileiros não estão habituados a se confrontar com a realidade do ateu". É o que leva os políticos – antes, durante e depois da eleição – a sempre dizer que ninguém é mais temente a Deus do que eles.”

Essa da esquizofrenia é bem plausível, pelo menos em alguns casos de "santos".

Eduardo Silva disse...

em falar em santo...


acho que aquele bispo o Dom Luiz Flávio Cappio, o que faz jejum para não transporem as águas do São Francisco vai ser um santo...

"é um milagre se ele morrer e não efetivarem a transosição"

essa é a frase do Padre Carlos, secretário da CNBB...


rsrsrsrsrsrsrs


estão pedindo pra toda a comunidade católica rezar para o Dom sobreviver,

mas não é bíblia que diz:
"nem só de pão e vinho vive o homem" ???

e jesus cristo não ficou milhares de dias sem comer?


só é rezar que dá certo...



mas nunca vi um lobby desses...imagine se isso vira moda e os empresários que lutam pela reforma tributária inventam de fazer jejum também!!!

Catellius disse...

He he he!

Esse negócio de greve de fome é chantagem barata, equivalente a apontar uma arma descarregada para a própria têmpora e ameaçar disparar se não fizerem o que você quer. Descarregada porque esses hipócritas querem parecer mártires sem morrer, o que é bem conveniente; na hora H sempre entra um médico "exigindo" (imagino que a pedido do jejuador) que o grevista coma. Foi isso que aconteceu com o parvo do Garotinho, com esse bispo e com outros descerebrados. Sempre quando alguém ameaça fazer greve de fome eu torço para que vá até o fim, que fique com aquela cara de Cazuza, mas infelizmente, tendo ou não suas reivindicações atendidas, sempre acaba comendo. Se o juramento de se manter casto é muitas vezes quebrado pelo sacerdote, por causa do apelo da natureza, imaginemos como deve ser difícil para ele recusar um prato de comida quando a fome aperta, deixar de comer como um padre...

Bocage disse...

Bom Natal
Orlando Fedeli


É costume cumprimentar a todos, nestes dias de fim de Dezembro, desejando votos de santo Natal. É o que a Montfort quer desejar a todos os seus leitores, a todos os seus amigos e até aos que se mostram a ela bem avessos.
Bom Natal.
Um santo Natal.
Que todos, indo espiritualmente à gruta de Belém, levem o que têm de melhor ao Menino Jesus: suas almas e seus corações.
Assim como os pastores e os Reis foram a Belém ver o “Esperado das Nações”, cada um levando o que de melhor tinha, assim façamos nós o mesmo.


***

Uma velha canção inglesa conta um belo fato imaginário.
Um menino pobre de Belém, vendo os pastores irem à gruta, cada um levando presentes a Jesus, também quis ir até lá, adorar o Redentor do Mundo, o Rei dos céus nascido num cocho. Ver o Deus onipotente feito Menino. Ver o Verbo de Deus, sabendo apenas vagir, enquanto fazia os anjos cantarem. Contemplar aquele que move as estrelas, por amor de nós, tornado incapaz de caminhar. Jesus, nascido de mulher, filho de Maria, para provar que era de fato um homem. Nascido de uma Virgem, para provar que era Deus. Deus conosco.
O menino pobre da canção nada tinha para oferecer ao Menino Jesus. Ele tinha só um tamborzinho e seu coração inocente.
Decidiu então ir também à gruta, embora sem nada para dar.
Foi.
Levava o seu tamborzinho, e cogitando, prometia a si mesmo: “I play my best for Him. Pan – pan-pan paran-pan-pan-pan”... (Tocarei o melhor que posso para Ele). Para alegrá-lo. Para Lhe mostrar como pulsa e vibra meu coração.
“I will play my best for Him”.
Foi.
E tocou o seu pobre e simples tamborzinho.
Do melhor modo que podia.
Então, -- prêmio inefável — ele viu o Menino Jesus volver os olhos para ele e sorrir. Sorrir para ele e interessado, sorrir também para o seu tamborzinho.
Como Deus, Jesus sorria para o menino que lhe levava o seu coração. Como Menino, interessado, sorriu para o tamborzinho. Como se quisesse, também Ele, brincar e tocar, por um momento, o pobre tamborzinho...
Pan! Paranpanpan!...

***


Nesta festa de Natal, a Montfort também quer ir a Belém ver e adorar o Deus Menino.
Temos tão pouco a Lhe oferecer...
Quase nada.
Levamos ao Menino Jesus, nossas misérias. Nossos corações, nosso amor e gratidão, nossas cartas, nossos artigos. Nossos combates pela Igreja. Nosso apostolado. Nossas dores. Essas, sim, muitas. E profundas. Nossa miséria, essa, sim, imensa.
Levamos conosco os Amigos, que querem ir conosco, adorar o menino Jesus nos braços de Maria. Ver a Verdade entre os braços da Virgem Maria, nossa mãe e nossa rainha.
Ir até Belém ver o Menino Jesus, no presépio.
Nada temos a oferecer. A Jesus levamos nossa vontade desejosa de defender a Verdade. Levamos para Ele nosso espírito de combate, nossa espada velha e marcada por tantos sofridos golpes. Levamos a Montfort.
Como o menino da canção inglesa levamos o pouco que temos. Quase nada... A Montfort, nosso tamborzinho. Pan! Paran-pan-pam...
Sim, nosso tamborzinho...

Pois a Montfort é um pequeno, bem pequeno e pobre, tambor, que quer, quanto mais duros golpes levar, mais claro e forte fazer ressoar seu clamor.

Nosso tamborzinho com seu rufar alegre e combativo, esperando e almejando a vitória.
Ao Menino Jesus, nascido no desprezo e na miséria de uma cocheira, na pobreza do presépio, na solidão e frio do Dezembro palestino, levamos o nosso coração e nosso tamborzinho.
Pan, param, pan pan pam, bate nosso coração.
Pan, param, pan pan pam bate nosso tamborzinho de guerra, festivamente.
Para agradar o Menino em seu cocho, em sua solidão e pobreza.
Para alegrá-Lo, em sua dor, no desprezo, e na humilhação inigualável do Rei dos Céus, nascido num cocho. Entre dois animais.
Levamos ao Deus Menino a nossa humilhação, e o desprezo que nos vota todo o mundo moderno.
No presépio, encontramos Nossa Senhora em seu grande júbilo, contemplando — Visível -- o Verbo de Deus invisível, seu Filho. O Filho de Deus feito Homem.
Contemplamos Maria Santíssima com uma espada de dor em seu Coração Imaculado, vendo o abandono e o desprezo do Esperado das Nações, o Redentor do Mundo, esse Deus Menino, envolto em pobres panos, nascido no desprezo. E, sabendo Ela que Ele, um dia, caminharia para a Cruz, no Calvário, em meio a ultrajes e escarros, ofensas e golpes. E antecipadamente tinha Ela já a espada da dor atravessando seu Coração Imaculado.
Em meio à ingratidão infinita dos homens, lá estava o Redentor do mundo. Nu. O Esperado das Nações, a glória de Israel, abandonado. Com estaria futuramente nu, no Calvário. Abandonado. Desprezado. A vergonha dos judeus e a abjeção do mundo.
Como hoje...

***

Hoje, é a Igreja Católica que está sendo crucificada. É o Papa que, quando defende a doutrina de sempre, é crucificado e abandonado, ficando praticamente só em Roma. É o doce Cristo na terra, que querem crucificar como fizeram com Cristo.

Hoje, a Montfort, no desprezo e na alegria, na dor e na expectação da vitória, leva ao Menino Jesus em Belém, sua própria humilhação, seu abandono e suas alegrias, seu canto e suas polêmicas, o que somos e o que temos.
Somos quase nada.
Somos poucos.
E temos pouco.
Temos um coração católico, capaz de pulsar de amor e de entusiasmo combativo. Pan, pan pan, param pan pam...
Levamos ao Menino Jesus o nosso pouco, o nosso tamborzinho de guerra, a Montfort, que vibra e pulsa como nosso coração.
E prometemos que tocaremos nosso pobre e já velho tambor do melhor modo que soubermos: Pan, pan-pan, param-pam-pam.
I play my best for Him Pan, pan-pan, param-pam-pam
My best for Him... paranpampanpam.
Com a esperança de que um dia, que não está longe, Ele olhe para nós com um sorriso divino. Um sorriso para a Montfort. E um sorriso de Menino também para o nosso tamborzinho.
Que Ele olhe para todos nós em sua misericórdia
Que Ele sorria, como Menino, em sua bondade, para o tamborzinho que tocamos.
Smiling for me and my drum
And my drum.
I will play may best for Him !
My best for Him: a Montfort
Pan, pan-pan, param-pam-pam.
A Montfort. Um tambor. Tocando só para o Menino.
Para o Menino Jesus sorrir.

***

Um santo Natal a todos.
In Corde Jesu semper,
Orlando Fedeli

Bocage disse...

Rsrsrsrs

André disse...

Greve de fome nunca mata ninguém. O cara pode até passar mal, desmaiar, etc, mas morrer não morre. Quero ver ele fazer isso sem soro e Uti Móvel esperando ao lado.
No máximo é um desmaio e depois tudo acaba.
Mas que textinho piegas o da Montfort.
Nossa (Senhora da Imaculada Conceição), olha os termos q esse cara usa. “O Esperado das Nações, o Redentor do Mundo”.

O Papa, abandonado? Goste dele ou não, o fato é q ele está acompanhado de um monte de gente. Sem falar nos fiéis. Falo só da tropa de choque e da cúpula. Ele nunca está sozinho, ainda mais em Roma. Nem esse “sozinho” aí, metafórico, figurativo do texto.

Ah, essa foi boa, Bento XVI é um “doce Cristo na terra”. De Papa passou pra Messias...

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