13 outubro 2007

Vítimas e Vilões

Um dia desses, li surpreso uma carta de Clara Becker publicada no UOL defendendo a honra e a integridade de José Dirceu. Esta senhora é a famosa esposa que ele teve no período em que viveu escondido no Brasil e que, segundo conta a lenda, havia sido abandonada por ele. Ela nega este fato e defende o pai do seu filho, atual prefeito da sua cidade.


A motivação para escrever a carta foi o seu repúdio à invasão da sua privacidade pelo autor de novelas da TV Globo, Aguinaldo Silva, que disse ter se inspirado em José Dirceu e em sua famosa plástica para compor o personagem da novela Duas Caras. Eu diria que este é um ônus por ter sido casada com José Dirceu e ser mãe de um jovem que é seu herdeiro político.

Em certo sentido, para as famílias de uma esquerda brasileira, suas biografias são uma herança que deixarão para seus filhos, que poderão ocupar importantes posições no partido e na vida pública. Uma breve relação de filhos e netos herdeiros das biografias da esquerda começa pelos Genro, Ponte, Arraes e muitos outros.

Uma das melhores coisas do fim da ditadura foi o fim desta relação de vilão e vítima entre direita e esquerda. Hoje, os esquerdistas não são mais aqueles jovens coitadinhos perseguidos pelos militares. Foi-se o tempo da esquerda como vítima. Muitos deles já passaram há algum tempo para o papel de vilões e não têm sequer capacidade para perceber isto. Afinal, eles são como todo mundo e seguem a velha máxima: “democracia é quando eu estou no poder e ditadura é quando eu estou na oposição”.

Será que o Aguinaldo Silva não poderia se inspirar na vida de José Dirceu? Ou será que a Veja não poderia fazer uma reportagem sobre as incoerências entre o idealista romântico Che Guevara e o guerrilheiro pragmático que fazia o que era necessário para assegurar a vitória? Nestas questões, ainda sinto presente na esquerda um ranço de vítima que me parece incompatível com a realidade em que eles são o grupo hegemônico que controla o governo.

Talvez seja intrínseco ao discurso da esquerda o discurso de vítima. É o discurso dos oprimidos e dos desfavorecidos. Acho que mesmo quando eles dominam a cena política eles não conseguem nem querem mudar o discurso de vítima pois ele tem os seus benefícios; mantém um clima de ameaça constante, denuncia o "vilão" sempre a postos, armado e perigoso, e neste "embate" "desvantajoso" no qual posam de fracos arranjam as justificativas para todas suas atitudes e resposta para todas as críticas que recebem. Lula, o vitorioso de duas eleições presidenciais continua sendo a vítima da perseguição dos veículos de comunicação da mídia burguesa que tenta implantar uma ditadura da mídia no Brasil.


Muitos se surpreendem com a alteração dos livros de história da Venezuela ou dos livros comprados pelo Ministério da Educação no Brasil. Não deveria haver surpresa pois os vitoriosos escrevem a história e decidem quem são os vilões e os mocinhos. Para uns, Mao foi um sociopata enquanto que para um petista ordinário ele é o libertador dos chineses.

Vejo nisto traços de totalitarismo. Um vencedor que usa um discurso de vítima. Um partido do governo que quer ocupar o espaço da oposição. Um governo que não quer ser criticado. E homens e mulheres fiéis ao governo cujas práticas se explicam apenas pelo plano de manter o seu grupo no poder custe o que custar.


20 comentários:

Catellius disse...

Último comentário do André, no post "Tropa de Elite":


Acabei de ver o filme. Legal! Só não escrevo um post pq o Heitor já fez isso — e a gente tem q primar pela originalidade aqui. Mas q dá uma vontade enorme de escrever um, dá! Agora eu entendo pq ele acabou de ver o filme, chegou em casa e já foi logo escrevendo um post.

Na intro do filme, uma frase que diz mais ou menos o seguinte: não é o caráter que determina as condições de um homem, mas, sim, o contexto social em que ele vive. Posso estar errado, mas acho q é isso. Muita gente afetadinha não deve ter gostado. Danem-se esses. Pra mim, por mais forte e bem construído o caráter (e raríssimos são os seres com algum, com qualquer caráter hoje em dia), o meio às vezes, dependendo das circunstâncias, pode passar por cima dele e virar tudo do avesso. Não é fatalismo, mas acontece. P. ex., fatalidades acontecem, e nem por isso o raciocínio geral é fatalista. Nuances, claro. Quem vê e lê as coisas nas entrelinhas as pega, as nuances, sem grande dificuldade.

Excelente história (a gente sai com gostinho de quero mais, pena q dificilmente façam uma seqüência), boas cenas de ação, esperava ver mais das táticas de combate deles, mas até q mostraram algumas coisas interessantes e sou supetio pra falar dessas coisas. Esperava ver mais cenas de ação também, se bem q os ataques furtivos e letais dos caras são show...

Violento, mas esperava coisa pior (bem, não poderiam mesmo mostrar certas coisas que as polícias do Rio e de São Paulo fazem, aliás, por falar nisso, o livro deve ser bom).

Mostra bem a corrupção generalizada e arrasa com a classe média/média alta. O melhor, a meu ver.

Aqueles universitários de direito fazendo fazendo o trabalhinho sobre Foucault. Ah... eu passei por isso... 98% de semelhança. E tive q ler essa joça, entre outras. Os coleguinhas quase todos eram exatamente como aqueles, ignorantes, idiotas, alienados e, quase todos, conscientemente ou inconscientemente, de esquerda. Da porra do livrinho debilóide do Foucault, aquele picareta “pós-moderno” francês entrávamos nas lições de filosofia (risos) de Marilena Chauí. Li, voando, como um médium psicografando textos do Além, muitas frescurites modernosas importadas de Paris. E o discurso em academês do professor, essa mania de “excluído” pra lá, “excluído” pra cá (não exsitem mais pobres)? Perfeito. Deprimente, nojento, tolo, pueril, mas perfeito. Pena que o BOPE não entrou lá.

E tem a linguagem seca dos caras, o “01, manda descer!” Para o atirador de elite ao lado: “É mesmo? Vc dá conta desses caras todos? Então senta o dedo nessa porra!” Para os dois PMs sobrevientes do tiroteio: “Os Srs. são policiais? Os Srs. estão feridos? Pois agora os Srs. vão aprender a carregar corpo.”

A violência do treinamento. Alguma violência funciona e é necessária, só que nem todos os grupos de elite fazem assim. Muitos não fazem nada disso, nem pensar. Em muitos deles, o treinamento em si é tão massacrante q simplesmente não há necessidade de espancamento e humilhações. Claro q isso varia muito de país para país, mas não é a norma no Delta Force norte-americano nem no Special Air Service, o SAS inglês. Mas é (a brutalidade) nos Spetsnaz russos. Depende. Poderia citar outros menos conhecidos do grande público, mas a lista é longa, vamos ficar por aqui. O treinamento desses caras é ainda mais pesado, e para guerra. Mais diversificado, mais voltado para resistência e sobrevivência, além de coleta de informações/espionagem, assassinato, seqüestros, atentados, guerra convencional e irregular, enfim, tudo. Diferente. O que não quer dizer que o BOPE do Rio seja inferior. Fazem intercâmbio com alguns grupos estrangeiros até. Mas estamos falando de guerrilha urbana, de polícia de elite, nada a ver com grupos militares de elite. No entanto, em matéria de infiltração e furtividade, surpresa, o BOPE é dez. E ensina esses caras (unidades militares estrangeiras), nesse particular, nesse ambiente. Não só forças policiais de fora. Eis a grande diferença. O fato é q há outros grupos assim, policiais e militares, no Brasil, mas menos falados. Bem, o BOPE só ficou famoso agora, não?

Acredito no homem do BOPE que, sob anonimato, disse que há muito mais que não foi mostrado no filme. E sei q não foram só técnicas de tortura, mas de combate, de guerra, que ficaram de fora. Ainda assim, o q foi mostrado é bem legal. Sempre gostei muito de táticas de assalto, quanto mais silenciosas, rápidas e letais, melhor. Técnicas mil de tiro e, lógico, o marksman, o sniper, o atirador de elite, são outros assuntos igualmente fascinantes.

O que mais? Vejam e tirem suas próprias conclusões.

Catellius disse...

Observação:

Que mané originalidade!
Escreva um post, ora bolas!
ha ha ha

Catellius disse...

Veja aqui a imagem original do Tião Gavião fazendo suas vilanias contra a Penélope Charmosa. A capa dele é verde e ela possui botas brancas, casaco pink e chale púrpura. Na imagem que ilustra este post toda a indumentária da esquerda vítima é, como não poderia deixar de ser, vermelha.

A Penélope mais original ainda, da Odisséia, sofre por 20 anos (1964 a 1984?) aguardando o retorno de Ulisses (o Guimarães?).

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Também assisti Tropa de Elite. Fiz eu mesmo uma cópia a partir de um DVD pirata que um amigo comprou. Não dei, portanto, dinheiro a nenhum traficante. Se eu participar de um protesto pela paz não admito receber socos na cara de um policial, he he he. Como eu já escrevi, já financiei até filmes nacionais que eu nunca assisti, então tenho crédito. Mesmo assim, acabarei assistindo no cinema quando estrear por aqui.

Gostei dos pipocos na favela, vibrei como em um jogo de Counter Strike com cada traficante baleado, gostei dos recrutas comendo lavagem com vômito, do traficante Baiano, no fim do filme, pedindo para não atirarem na sua cara para não estragar o velório... Gostei também do André Ramiro (o Matias) e do personagem do Wagner Moura. Achei um pouco simplista aquela discussão universitária onde os “bacanas” falam mal dos policiais, mas valeu como denúncia de algo que ocorre naquele meio tão idealista. O aluno se acha transgressor, pensa que está tudo errado no mundo e passa a ver o criminoso também como um transgressor à margem da sociedade mas nem por isso sem valores e ética. Facínoras como o Marcola aproveitam-se disso para vender o discurso de revolucionários contra as zelites. E idiotas como aquele Cláudio Lembo caem direitinho... Logo após os ataques do PCC,onde a bandidagem espalhou o terror pelas ruas de São Paulo, aquele velho senil, acuado, do PFL!!!!, disse que “O problema da violência no Estado só será resolvido quando a minoria branca mudar sua mentalidade” e que “Nós temos uma burguesia muito má, uma minoria branca perversa. A bolsa da burguesia vai ter que ser aberta para poder sustentar a miséria social brasileira.” Foi uma das maiores bobagens que já ouvi em toda minha vida. Se eu tivesse feito o filme teria posto as palavras do Lembo na boca de um maconheirozinho e pagaria para ver... Acho que eu emprobeceria após os processos por calúnia, he he he.

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Eu queria ter tido tempo para ter me filmado dando uns chutes na Santa, neste 12 de outubro, ha ha ha, e publicar o vídeo por aqui, mas não tive tempo e minha handycam está no conserto (brincadeira; jamais pagaria esse mico). Ou poderia dar uns chutes na imagem do bispo Von Helder, he he he, que segundo boatos de uns quatro ou cinco anos atrás teria virado católico, ha ha ha.

Reportagem engraçada de 2004:


Religião
O CONTO DA SANTA
Chico Silva

A história lembra aqueles milagres que muita gente diz que presenciou, mas que ninguém consegue provar. Sérgio Von Helder, o pastor da Igreja Universal que em 1995 chutou uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, no dia da padroeira, teria se convertido ao catolicismo. O boato começou na internet, chegou a dois jornais do interior de São Paulo, foi publicado em uma respeitada revista católica, a Pergunte e Responderemos, editada pelo insuspeito dom Estêvão Bettencourt, monge do Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro, e acabou no Programa do Ratinho, no SBT. Também congestionou as linhas telefônicas e lotou caixas de e-mails das emissoras de tevê católicas do País. Mas o milagre virou mico. Von Helder trabalha no escritório da Universal, em Nova York, seguindo ordens de Edir Macedo, o patrono da Universal. Tanto que a mando do chefe, ele teria intermediado as aquisições de um canal de tevê em Atlanta e de uma emissora de rádio em Nova York.

Fé na rede: Dom Bettencourt soube pela internet. “Eles não desmentiram”
Apesar de falsa, a história é extraordinária. O bispo Von Helder teria sido acometido por um estranho mal, que atingiu justamente a perna que chutou a santa. Desesperado com a possibilidade de ficar aleijado, o bispo buscou tratamento em um hospital americano. Entre os médicos da equipe que o atenderam, ficou encantado com uma enfermeira negra. Ela dispensava cuidados especiais ao paciente odiado por milhões de católicos brasileiros. Depois de curado, Von Helder foi cumprimentar os médicos e quis agradecer pessoalmente à enfermeira que tanto cuidado lhe havia dispensado. Ficou chocado ao ser comunicado que no hospital não trabalhava nenhuma mulher negra. Consternado, acreditou que a mulher que o atendeu era a aparição de Nossa Senhora. A partir dali, teria se tornado um fervoroso praticante do catolicismo. Dom Estêvão, que em sua revista publicou o relato que originou a confusão, admite que não procurou confirmar a história com o próprio Von Helder. “Eu vi a notícia em um site e a publiquei com ressalvas, pois não foi o próprio Von Helder que me disse. Mas até o momento a Universal não se manifestou.”

A publicação levou muitos católicos a acreditar no falso milagre. O fato ganhou ainda mais repercussão quando um programa da tevê Canção Nova, emissora católica de Cachoeira Paulista, no Vale do Paraíba, interior de São Paulo, baseado na revista de dom Estêvão, divulgou o milagre como se tivesse ocorrido. ISTOÉ procurou Von Helder no escritório da Universal em Nova York. O bispo não retornou às ligações até o fechamento desta reportagem. De qualquer forma, este é mais um round na batalha que católicos e evangélicos vêm travando desde meados dos anos 90. E esse assalto parece ter sido vencido pelos discípulos de Edir Macedo.

Catellius disse...

Como a notícia de um “milagre” se espalha. Basta mentes cheias de cocô para o meme ficar bem alimentadinho. O próprio Dom Bettencourt ajuda a espalhar a mentira e sequer tenta confirmar a história com o suposto neófito, que ainda está vivo! E depois chamam de “boato” o providencial “engano”, mas se o sujeito tivesse vivido há duzentos anos seria um “milagre comprovado” e teria sido canonizado pela vontade popular, ganharia uma estátua e viraria o padroeiro dos agressores domésticos ou dos jogadores de futebol pernas de pau.

Engraçado a enfermeira ser negra na historinha inventada pelos bem-intencionados forjadores de milagres. A imagem de Aparecida do Norte tem os traços caucasianos; é apenas uma estátua de uma Maria branca feita de barro escuro cuja tinta saiu talvez enquanto fazia suas aparições para os peixes do rio Paraíba.

Bom, o milagre da perna de Von Helder é falso. Não obstante, temos outros relatos de milagres “verdadeiros”, já que se passaram há bastante tempo:

MILAGRE DAS VELAS
Estando a noite serena, repentinamente as duas velas que iluminavam a Santa se apagaram. Houve espanto entre os devotos, e Silvana da Rocha, querendo acendê-las novamente, nem tentou, pois elas acenderam por si mesmas. Este foi o primeiro milagre de Nossa Senhora.
Obs. Caramba! Eu vi o mesmo milagre na festinha de aniversário de meu sobrinho na semana passada!

CAEM AS CORRENTES
Em meados de 1850, um escravo chamado Zacarias, preso por grossas correntes, ao passar pelo Santuário, pede ao feitor permissão para rezar à Nossa Senhora Aparecida. Recebendo autorização, o escravo se ajoelha e reza contrito. As correntes, milagrosamente, soltam-se de seus pulsos deixando Zacarias livre.
Obs. E os padres continuaram a ter escravos até a Abolição, em 1888.

O CAVALEIRO SEM FÉ
Um cavaleiro de Cuiabá, passando por Aparecida, ao se dirigir para Minas Gerais, viu a fé dos romeiros e começou a zombar, dizendo, que aquela fé era uma bobagem. Quis provar o que dizia, entrando a cavalo na igreja. Não conseguiu. A pata de seu cavalo se prendeu na pedra da escadaria da igreja ( Basílica Velha ), e o cavaleiro arrependido, entrou na igreja como devoto.
Obs. Certamente era um cavaleiro de Cuiabá que lia Voltaire e outros iluministas. Ou talvez um cavaleiro de Cu-ya-bá, um planeta desconhecido que orbita Alfa de Centauro. Outra explicação talvez esteja no fato de os cavalos serem sensíveis a assombrações. Sempre empinam e empacam. Dizem que todos cavalos também se recusam a entrar na Basílica Nova (aquele monstrengo assustador).

A MENINA CEGA
Mãe e filha caminhavam às margens do rio Paraíba, quando surpreendentemente a filha cega de nascença comenta surpresa com a mãe : "Mãe como é linda esta igreja" (Basílica Velha).
Obs. Cega de nascença mas sabia que a construção era uma igreja. Outro milagre!

MENINO NO RIO
O Pai e o filho foram pescar, durante a pescaria a correnteza estava muito forte e por um descuido o menino caiu no rio e não sabia nadar, a correnteza o arrastava cada vez mais rápido e o pai desesperado pede a Nossa Senhora Aparecida para salvar o menino. De repente o corpo do menino para de ser arrastado, enquanto a forte correnteza continua e o pai salva o menino.
Obs. Santo anzol onde o menino se enganchou...

O CAÇADOR
Um caçador estava voltado de sua caçada já sem munição, de repente ele se deparou com uma enorme onça. Ele se viu encurralado e a onça estava prestes a atacar, então o caçador pede desesperado a Nossa Senhora Aparecida por sua vida, a onça vira e vai embora.
Obs. Ah, pensei que esta fosse a anedota em que a onça se ajoelha e pede a Deus para abençoar seu alimento, munida de um inédito sentimento cristão. Na verdade, onça não encurrala homens. Ataca-os se estiver encurralada.

BOA NOITE!!

André disse...

“Um dia desses, li surpreso uma carta de Clara Becker publicada no UOL defendendo a honra e a integridade de José Dirceu.”

Será que isso é o famoso “mulher de malandro gosta mais é de apanhar?”

Aposto q ela deve ser a maior noveleira, pra ficar ofendida assim com o q o cara disse. Essa história da canalhice do Dirceu é tão velha, afinal...

Acho q ninguém se importa muito com isso (biografia decente) na política brasileira. Todo mundo sabe os podres dessas famílias todas, de esquerda, de direita...

Democracia é eu mandar em vc. Ditadura é vc mandar em mim.

Esses vagabundos criaram uma comissão de perseguidos pra se presenterem com indenizações milionárias e pensões vitalícias de 20 mil reais. Inacreditável, só aqui mesmo. Até o Ziraldo e o Jaguar já vão lá, pedir a deles. O Millôr acha isso uma vergonha e resolveu ficar de fora.

“o Papa João Paulo II parecia ter nas mãos um trunfo quando declarava que o número de cristãos perseguidos no século XX superava em muito o dos anos de porão no Império Romano” grande coisa. Aquele polaco obtuso e jeca, mas “bondoso”, amável, pois, para o vulgo, velhice é sinônimo de bonomia e sabedoria. Sem falar que mal tinha morrido e já queriam canonizar o cara...

Correção (no meu comentário do filem): sou SUSPEITO...

“A Penélope mais original ainda, da Odisséia, sofre por 20 anos (1964 a 1984?) aguardando o retorno de Ulisses (o Guimarães?)” Gostei... E o desenho era bom, gostava da Quadrilha de Morte, os anões.

Por falar em Counter Strike, alguém, não sei se brasileiro, criou um nível que reproduzia à perfeição uma favela do Rio. Na época, isso já faz tempo, foi a maior polêmica, tentaram proibir, inútil, nem era vendido, mas baixado da net. Nunca joguei esse. Mas era feito para o antigo Counter e desde 2004, com o lançamento de Half-Life 2, a Valve (a empresa), lançou junto o Counter-Strike SOURCE, bem superior graficamente. Já devem ter feito uma “favela” pra esse também, imagino.

E agora acaba de sair The Orange Box, com o Half-Life 2 e Half-Life Episodes 1 e 2 (esse, a grande novidade), além de Portal, q é um jogo de puzzles, e Team Fortress 2, de tiro, mas só multiplayer, e com visual retrô, de desenho animado antigo. Que bom q essa empresa não exagera na configuração dos jogos, pra atingir um público maior (nem todo mundo pode torrar dinheiro trocando de processador e placa de vídeo a cada 6 meses, e eu sou um desses). Tentei comprar uma placa de vídeo um pouquinho melhor do q a minha esse ano, mas iria sair muito caro e a diferença de desempenho seria pequena. Já em novembro começam a sair jogos q eu sei q não vão rodar na minha máquina. Pesadíssimos. Falando essas coisas, até pareço um viciado em jogos, mas não. Compro 2 em média, por ano. E só de tiro, na verdade.

Mas tudo bem, devem sair 3 jogos daqui até o Natal q rodam no meu PC, mas tenho tanta matéria pra estudar q nem dá pra pensar nisso, vou acabar ficando só nesse The Orange Box por um bom tempo (e mesmo esse só vou poder jogar uma ou outra noite).

Cláudio Lembo é um cretino. E é uma múmia. Minha mãe, quando era nova, trabalhou numa repartição do estado de SP e esse cara sempre aparecia por lá. E já era velho, na aparência. E sempre foi retardado, como o Suplicy.

“Se eu tivesse feito o filme teria posto as palavras do Lembo na boca de um maconheirozinho...” Sim, isso teria ficado legal.

“Ficou chocado ao ser comunicado que no hospital não trabalhava nenhuma mulher negra. Consternado, acreditou que a mulher que o atendeu era a aparição de Nossa Senhora.” O povo inventa cada uma...

Nossa, amanhã começa o horário de verão... vou acordar todo dia e vai estar escuro ainda... ninguém merece isso...

André disse...

Breve:

Depois de gerar um grande debate sobre a ação da polícia em favelas cariocas, o diretor de “Tropa de elite” prepara-se para apontar sua câmera para o Congresso Nacional. Seu próximo longa de ficção vai mostrar a trajetória de um deputado envolvido numa rede de corrupção.

“Ainda está muito no começo, estou estudando o assunto, mas será sobre as escolhas de um político que faz de tudo para chegar à Presidência do Congresso”, diz José Padilha em entrevista. O projeto será feito em parceria com o rapper Gabriel O Pensador. “Quero promover um debate em torno de um tema importante”, afirma.

Ricardo Rayol disse...

sim a história é escrita pelos vitoriosos mas no caso estão cantando de galo muito cedo

Bocage disse...

13 de outubro é o aniversário do baildo do sol, em Fátima, rsrs.

O "FENÓMENO FÁTIMA"

A polémica na imprensa em 1917

"Se o artigo de O Século provoca o escândalo dos republicanos anticlericais, a divisão não poupou as fileiras católicas. Uma forte polémica sobre Fátima anima a principal imprensa católica em Outubro e Novembro de 1917. Perante a prudência de todos os sectores da militância católica relativamente a relatos de aparições, sem dúvida que o milagre do 13 de Outubro em Fátima marcou uma primeira viragem da frieza para o entusiasmo. No entanto, rápida e importante, essa viragem não foi universal.
Entre os presentes nessa data estava um dos mais destacados dirigentes do movimento católico, Domingos Pinto Coelho. Este advogado e proprietário miguelista, fundador e candidato pelo primeiro ensaio de partido católico em Portugal (em 1901), publica na primeira página do principal diário católico- A Ordem- um testemunho em que afirma peremptoriamente que está convencido que se presenciou não um milagre do Sol, mas um fenómeno natural: "Estes fenómenos [...] impressionaram-nos fortemente. (...) Uma dúvida nos restava porém. O que víramos no Sol era cousa excepcional? Ou reproduzir-se-ia em circunstâncias análogas? Ora precisamente essa analogia de circunstâncias proporcionou-se-nos ontem. (...) Vimos as mesmas sucessões de cores, o mesmo investimento rotativo, etc." E daí concluiu: "Eliminado pois o único facto extraordinário, que fica? (...) As afirmações de três crianças e nada mais. É muito pouco. (...) Voltámos de Fátima naquele mesmo estado de espírito em que para lá fôramos- na dúvida." (A Ordem, 16.10.1917; cit. António T. Fernandes, op. cit., pp. 93 ss.)
Qual o sentido destas polémicas entre e no seio dos dois campos em confronto na questão religiosa- o republicano e o católico? Pensamos que é necessário tirar três conclusões fundamentais: a primeira é a de que esses campos em confronto estavam longe de ser uniformes; a segunda é a de que Fátima foi, desde o início, uma questão politizada; a terceira é a de que os videntes e as suas declarações foram marginalizados com uma enorme rapidez.
Começando pelo fim: Lúcia e Jacinta teimam em declarar que a guerra acabara em 13 de Outubro de 1917, quando ela durou até Novembro do ano seguinte? Esse não é assunto que vá merecer grande atenção, o que importa na imprensa da época é estabelecer se houve um milagre ou uma fraude, qual o significado político do acontecido e quais as suas consequências em termos da questão religiosa.
Quanto à primeira questão, se para muitos republicanos as aparições da Cova da Iria e o seu apoio popular são a confirmação da capacidade de manipulação do Jesuíta e de quão enraizada é a crendice popular que é preciso extirpar, para outros defensores do novo regime, o êxito das aparições- verdadeiras ou não- mostra aonde leva a política errada da ala mais anticlerical do republicanismo: ao acicatar da hostilidade popular contra a República.
Note-se, no entanto, que mesmo entre os laicistas radicais não houve consenso sobre a forma de lidar com Fátima. Devia-se ignorar os acontecimentos ou requerer a intervenção das autoridades para fazer cumprir a intangível Lei da Separação, que tornava ilegal o tipo de ajuntamentos espontâneos realizados em torno dos videntes? Os mais importantes jornais desta corrente são o espelho disso: O Mundo segue a segunda via, a Montanha segue a primeira, e justifica assim o seu silêncio a respeito de Fátima: "Pergunta-nos um constante leitor a razão por que não falámos ainda no caso de Fátima. Pela simplicíssima razão de não costumarmos mexer em porcarias" (23.10.1917; cit. in António T. Fernandes, op. cit., p. 135).
Os militantes católicos dividem-se sobre se houve ou não milagre em Fátima. Mas, com tanto ardor ou mais (apenas um pouco mais nas entrelinhas), discutem a utilidade ou o risco de Fátima para o esforço de mobilização que move as hostes católicas no sentido de se organizarem politicamente para combater o anticlericalismo. De um lado, Domingos Pinto Coelho acentua o perigo do descrédito para os católicos que Fátima representa, e recomenda estrita reserva; tanto mais que a massa amorfa de peregrinos não lhe parece poder vir a ser útil no esforço da mobilização católica. Do outro, Gonçalo Almeida Garrett entendia que, devidamente educada e enquadrada, a piedade informe dos peregrinos poderia ser de grande valor para a campanha em favor da restauração política e social da Igreja Católica, como se tornará claro pela sua acção posterior: foi ele quem elaborou, no início, dos anos 20 um célebre guia do peregrino e forneceu as letras fortemente politizadas de uma série de hinos que enquadrarão as grandes peregrinações anuais.
Quanto à questão da politização de Fátima, no contexto do Portugal de Maio a Outubro de 1917 um acontecimento daquela natureza não podia deixar de ser aspirado para o centro da "questão religiosa" que era um elemento fundamental de vida política. Os sucessos da Cova da Iria buliam com aspectos essenciais da confrontação entre católicos (na oposição) e laicistas anticlericais (no poder): eram uma manifestação pública de religiosidade não autorizada pelas autoridades civis; e a suposta vinda de Nossa Senhora e o seu apelo à paz configuravam um duplo desafio ao projecto dos republicanos no poder. Em primeiro lugar, como uma embaraçosa emergência do delírio religioso que pretendiam eliminar. Em segundo lugar, pondo em causa o esforço de guerra, prioridade absoluta de Afonso Costa e dos seus seguidores, mas que lhes causava enormes dificuldades internas.
A afirmação de Lúcia e Jacinta de que a Senhora tinha dito que a guerra acabava em 13 de Outubro de 1917 e que os soldados iam regressar, não correspondendo à realidade, revela uma verdade essencial: o clima de crise geral que "politiza" um meio rural alheio à política num sentido mais "sofisticado". A preocupação com a guerra é uma pulsão essencial no desenhar da relação dos videntes com a Senhora. É praticamente a única coisa sobre a qual as figuras do clero vindas para interrogá-los os interrogam por iniciativa própria. E é das poucas coisas sobre as quais as autoridades por sua vez interrogam essas figuras. Lúcia pergunta ao padre José F. Lacerda, capelão militar no CEP em licença em Outubro de 1917: "Olhe cá, aquilo lá na guerra morre muita gente?- A Jacinta tem lá um irmão..." (In Documentação Crítica de Fátima. I. Interrogatórios aos videntes- 1917, Santuário de Fátima, p. 353). Este irmão mais velho de Francisco e Jacinta- "o meu Manuel"- fora recrutado e enviado para Cabo Verde, o que para as crianças e os seus pais é a guerra na mesma".

(p. 17-20)

Bocage disse...

Peregrinar com segurança


Como preparar a peregrinação:



· Faça atempadamente caminhada de preparação;

· Corte as unhas a direito ou vá ao calista, com tempo;

· Mergulhe os pés em água quente e sal, uns dias antes de partir;

· Use sapatos usados que lhe façam bom andar;

· Leve um par suplente de sapatos e umas chinelas;

· Calce meias brancas, de algodão, sem costura e do avesso;

· Leve roupa de algodão, larga, clara e com mangas e só o necessário para cada dia;

· Não use tecidos sintéticos;

· Leve chapéu para o sol, guarda chuva ou impermeável;

· Não use plásticos para se cobrir;

· Leve agasalhos para as noites;

· Leve uma pilha;

· Leve protectores solares e, se possível, óculos de sol;

· Leve batom de cieiro;

· Leve consigo uma garrafa de água, frutos secos e açúcar;

· Não esqueça os medicamentos que anda a tomar;

· Cumpra as orientações do médico e não abuse dos medicamentos;

· Identifique com nome, morada e telefone os seus sacos e carteiras;

· Leve o dinheiro suficiente, mas não em excesso;
· As crianças pequeninas nem em carrinhos se devem levar.


Recomendações para o caminho:



· Não beba bebidas alcoólicas enquanto caminha;

· Não caminhe nas horas de mais calor;

· Programe, com antecedência, as paragens para comer e dormir;

· Deixe limpos os locais por onde passa;

· Os carros de apoio devem parar do lado em que se caminha;

· Ajude os mais cansados, não os deixando sozinhos;

· Ande em fila indiana e não em grupo;

· Não ande na estrada mas na berma;

· Não ande nos IP nem nos IC;

· Se caminhar de noite, use faixa reflectora;

· Se for preciso reunir o grupo, faça-o sempre fora da estrada;

· Não use nem permita auscultadores de rádio;

· Não use o telemóvel enquanto caminha na estrada;

· Não caminhe mais de 30 quilómetros por dia;

· Não caminhe aceleradamente;

· Faça uma pausa de uma hora na caminhada da manhã e duas no fim do almoço;

· Quando parar coloque os pés mais altos que a cabeça;

· Tenha atenção aos carros mesmo quando reza ou canta;

· Não ande de noite, sozinha.



Recomendações várias:



· Faça refeições leves e frequentes

· Não beba por copos de outras pessoas;

· Tente manter uma higiene mínima;

· Tome cuidado ao utilizar o WC;

· Não deite lixo para o chão;

· Compreenda o descanso dos outros e faça com que respeitem o silêncio;

· Procure dormir pelo menos seis horas.

Bocage disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Bocage disse...

Ou contrata os serviços de Carlos Gil, rsrsrs.

Lê-se em seu sítio:

"Se tem uma promessa para cumprir e o não pode fazer, ou se simplesmente quer agradecer a N.ª Sr.ª de Fátima as Boas Graças recebidas ao longo da vida, Carlos Gil Percorre por si, o caminho de Fátima a pé, e transporta com ele o pagamento da sua promessa ou o seu agradecimento a N.ª Sr.ª de Fátima. Acende, em seu nome, o nº de velas prometido no Santuário."

Carlos Gil, pergunta e responde:

" O que é um Pagador de Promessas ?"

"É uma figura tradicional e muito querida na Idade Média a quem recorriam as famílias mais abastadas para que, em nome delas percorresse, os Caminhos Sagrados e, também em seu nome, fizesse um pedido ou agradecimento.Como Peregrino e Pagador de Promessas, retomo a Tradição."

"Porquê pagar uma promessa ?"

"São questões de fé. Cada um tem as suas razões. É o sentimento de estar em falta com o divino. Quando, muitas vezes em desespero, se faz uma promessa e recebemos ajuda para a resolução dos nossos problemas, sentimos necessidade de saldar contas... reconhecer, acima de tudo é mostrar reconhecimento. É acima de tudo o estarmos gratos pela ajuda que veio, pela resposta ás nossas preces...
Quem prometeu, ao dar dinheiro, não está a fazer nenhum sacrifício...
A pessoa que se acha impedida de cumprir a promessa e se sente em falta, ao pagar está a dispender do seu dinheiro. Para o ganhar dispendeu do seu tempo, trabalhou e prescinde da comodidade que esse valor lhe podia dar. Está a dispender do fruto do seu trabalho, pagando o meu tempo... É o seu sacrifício!"

"O pagador de promessas é só para Portugal ?"

"Este site foi criado para que um devoto de Nossa Senhora de Fátima possa solicitar um agradecimento ou que se cumpra uma promessa em falta. Assim, um devoto que esteja no Brasil, Angola, Moçambique, Timor ou noutro ponto do globo pode entrar em contacto comigo."

"Como pode fazer o pagamento ?"

"Através do cartão de crédito. O pagamento é efectuado pela BMT Micro, Inc. de uma forma segura e prática.

Por depósito ou transferência bancária."
Em nome de: Carlos Gil
IBAN: PT50 0010 0000 1822 5060 0015 6BIC : BBPIPTPL

André disse...

Interessante, Bocage. Até católicos da época desconfiavam da historinha de Fátima.

Se ela, a santa, iria fazer previsões, pq prever isso, o fim da I Guerra? Grande coisa. Deveria já ter previsto logo a II Guerra, fruto das burrices (tratado de Versalhes, etc) da primeira. E, se tivesse acertado, teria sido uma senhora previsão.

“As crianças pequeninas nem em carrinhos se devem levar.” Aposto q tem gente q as leva mesmo assim, sem mais nem menos.

“Ande em fila indiana e não em grupo” Essa aí poucos obedecem

“Não use nem permita auscultadores de rádio” Essa então, nem se fala. Ainda mais com MP3...

“Não use o telemóvel enquanto caminha na estrada” Inútil também

“Tenha atenção aos carros mesmo quando reza ou canta” Há, há...

Isso é um trabalho para o Carlos Gil...

"Porquê pagar uma promessa ?" Pq o Carlos Gil precisa sobreviver.

Catellius disse...

Já conhecia esse Carlos Gil. Entre no site dele. É realmente engraçado. Ele também faz o CAMINHO INCA até Machu Mipchu! Ha ha ha. Será que para cumprir promessas a um deus-sol? Será que se encarrega de imolar uma criancinha quéchua catarrenta esmoleira ao cabo da peregrinação? Só falta ele aceitar pedidos para cruzar os Campos Elíseos em Paris e a 5ª Avenida em Nova Iorque, he he.
Quanto a Machu Pichu, se ele sair de Lisboa ou de Fátima eu tiro o meu chapéu!

Catellius disse...

Ha ha ha

E no site do Santuário de Aparecida há algo semelhante ao pagador de promessas; você acende uma vela virtual em alguma intenção e pode acompanhar o seu derretimento online, he he he.

Bocage, acendi uma vela virtual em seu nome. Não sei de que estado você é e por isso chutei São Paulo. Se as preces não forem atendidas é porque indiquei o estado errado ou porque não foi você quem as fez, he he.

Clique aqui para o link para a sua vela e as nobres intenções. Se Maria atender, prometo que viro devoto, he he he.

Catellius disse...

Acendi uma vela para mim também.

Ficou "Brasília-SP". Acho que esta também não será atendida...

Catellius disse...

Uma vela pelo Heitor.

Catellius disse...

Vou acender uma vela em nome do André também, he he.

André B.

p.s.
Vocês ficaram sabendo disso à época das últimas eleições presidenciais?


23/10/2006 - 18h53
TSE proíbe adesivos com alusão a mindinho amputado de Lula


SÃO PAULO (Reuters) - O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) proibiu nesta segunda-feira a distribuição de adesivos que lembrem o dedo amputado do presidente-candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT), assim como qualquer forma de veiculação da deficiência física do petista.

O ministro Marcelo Ribeiro autorizou ainda um requerimento do Ministério Público para que o TSE envie cópia do processo no TSE para que a Polícia Federal possa abrir inquérito sobre o incidente.

Lula teve seu dedo mindinho da mão esquerda amputado por um torno mecânico na época em que foi metalúrgico.

Um adesivo distribuído em algumas cidades mostra uma das mãos com quatro dedos sendo coberta por uma faixa diagonal vermelha --sinal de proibição no trânsito. O TSE não informa em que cidades esses adesivos estariam sendo distribuídos

De acordo com Ribeiro, o material é ilegal porque "atenta contra a dignidade da pessoa humana, promovendo discriminação em razão de deficiência física" e "pode, em tese, configurar crime contra a honra relacionado com o processo eleitoral".

O ministro afirma, no entanto, que é "impossível, de fato, a busca e apreensão, por falta de informações na inicial a respeito da localização do material".

(Por Maurício Savarese)

André disse...

Incrível o site desse Gil. E bem feito. Se é q ele existe. Será q existe?

O site vem em três idiomas e é realmente bem feito. Simples, mas bem feito. Mas aquela do caminho inca... quéqué isso? Ele faz o maia também? E o asteca? E o dos egípcios? E o dos sumérios da Mesopotâmia? E o dos romanos? E o dos mongóis? E o dos espartanos? E?...

Se isso for sério, quer dizer, real, e acho q é, esse cara deve ganhar uma bela grana fazendo isso. Será só um cara disposto com um monte de boas intenções (as quais, a gente já sabe, vão todas para o Inferno)? Duvido.

De qualquer forma, ele deve andar pra burro. Já deve ter virado lenda: Juanito El Caminhador por aqui, Johnnie Walker na Escócia.

Quem sabe um dia ele aparece no Fantástico.

P.S.: já acendi minha vela.

Bocage disse...

Bravo, Catellius!
Nada como velas virtuais em honra a seres virtuais, rsrs.

O+cioso disse...

'Vejo nisto traços de totalitarismo. Um vencedor que usa um discurso de vítima.'

KKKKK

Tudo a ver com o Hector... Q P de totalitarismo ele vê nisso?

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