18 setembro 2007

Lições Hollywoodianas

Outro dia eu estava assistindo a Jornada nas Estrelas, a 18ª geração ou sei lá. Que saudades do capitão Kirk e do velho Spock. Neste episodio, a nova tripulação enfrentava uns tais Borgs, seres meio humanóides e meio máquinas cujas mentes estavam ligadas a uma rede chamada de "Coletividade". Não podia ser tão óbvio; os mocinhos estavam lutando contra um regime socialista e totalitário onde as individualidades haviam desaparecido! Que lição mais proveitosa para as criancinhas. Ali já estava presente o incentivo ao individualismo e o culto ao mérito, que encontra seu ápice nos super-heróis.

Falando neles, temos o Super-Homem, um extraterrestre de Kripton que acaba se tornando o melhor dos americanos. Existe um monte de Super-Homens nos EUA, estrangeiros literalmente vindos de lugares que os americanos nem imaginam onde ficam e que acabam se tornando o sal da terra da América. Muitos deles são filhos de elites de todo o mundo que não vêem possibilidades em seus países e acham que seus filhos terão mais oportunidades em um país que valorize o mérito e o esforço individual.

Os americanos são obcecados pelo sucesso. Tudo começa na escola, como já vimos em milhares de filmes de "High School". Aparentemente, na escola deles ocorre uma estratificação dos alunos em grupos definidos por suas habilidades. Temos os intelectuais, que amanhã podem ir trabalhar no Vale do Silício, as patricinhas, que podem ser tornar modelos, atrizes ou casar com homens ricos; temos os atletas, que podem se tornar jovens milionários; temos os debatedores, que podem vir a ser líderes de alguma coisa, políticos ou jornalistas. Mas o grande valor parece ser sempre o inconformismo com o grupo e a busca pela inovação. A necessidade de acreditar em si mesmo, não ser apenas mais um, de trabalhar e não ser um "loser".

Infelizmente, ninguém consegue ser tão especial e tão invencível exceto os Jason Bournes e o policial de Die Hard, que teve ter uns 8 litros de sangue no corpo. Afinal, são homens aparentemente normais que escondem uma determinação implacável e uma capacidade incrível de suportar a dor. Estes filmes são verdadeiras catarses. Curiosamente, são heróis solitários, livres da busca neurótica pela companheira perfeita.

Mais uma vez, tudo culpa de Hollywood. Ainda sou apaixonado pela Branca de Neve, embora hoje prefira a Trinity de Matrix; podemos revivê-las com um beijo. Considerando-se as balas perdidas de nossa perdida guerra civil, seria um boa habilidade de se ter em uma companheira... Esperar a perfeição em alguém é tão injusto quanto esperá-la em si mesmo. Como se depreende da Bíblia, a partir do simbolismo do pecado original, somos seres essencialmente falhos e destinados a não durar....dust in the wind.

A liberdade é o maior valor para os americanos e vale tudo em Hollywood para exaltá-la. Quantos filmes falando da Guerra da Independência e quão poucos sobre a conquista de metade do México. Quantos filmes sobre a paranóia do cidadão contra o Estado e suas elites políticas, que sempre conspiram pelo totalitarismo. Para eles é melhor morrer livre do que viver como um escravo. Em outros, é melhor morrer rico do que viver pobre...

44 comentários:

André disse...

Nunca fui fã de Star Trek, mas Star Wars... se bem q essa nova trilogia foi triste. Fraca demais, começando pelos atores. Só o Ewan MacGregor, q faz o Obi-Wan Kenobi, merece respeito. Também, ter q dar uma de jovem... Alec Guinness, o “homem sem rosto”, perfeito como o príncipe Faisal em Lawrence da Arábia, não é fácil.

O problema do novo Super-Homem: Christopher Reeve era carismático. A gente pensa no Superman, lembra dele.

“Tudo começa na escola, como já vimos em milhares de filmes de "High School".” É, aquelas cartinhas q eles mandam junto com as notas pras faculdades, p. ex. Todo filme tem isso...

A trilogia Bourne não tem pé nem cabeça, até reaproveitaram a cena final do segundo num pedaço do terceiro mas... q seqüências de ação! O diretor, Paul Greengrass, responsável por outros dois excelentes filmes, Domingo Sangrento e Vôo 93, é bom demais.

Die Hard, só o primeiro. Também por causa do vilão, Alan Rickman, q é um dos melhores atores hoje.

Também prefiro a Trinity de Matrix.

Heitor Abranches disse...

A imagem esta perfeita Catellius....

O Eterno Super Homem

Catellius disse...

Valeu, Heitor.
O post está muito bom mesmo!

Fim da era gomesiana do Pugnacitas, he he.

Fosca - Debate sobre a pena de morte. Paolo e Délia caminham para a execução mas são libertados por Gajolo, que os envia de volta a Veneza.

Il Guarany - Debate sobre a questão indígena.

Il Schiavo - O escravo... Sem comentários, he he

Gomes também não é o personagem da Família Adams? Tudo a ver com a trindade gótica, he he.
Bom, nunca fui muito fã de Carlos Gomes e dos temas de suas óperas. Prefiro Wagner e R. Strauss.

Uma historinha interessante: após a estréia de Il Guarany Verdi teria dito para Carlos Gomes: "questo giovane comincia da dove finisco io" (este jovem começa onde eu termino), mas após isso Gomes não compôs mais nada de relevante e Verdi compôs Aida, Otello, Falstaff, o Réquiem e outras peças magistrais. Após a estréia de Otello lia-se na capa do principal jornal italiano da época: "ele tem 37, não 73", por causa do furor sangrento da ópera, quase wagneriana, atípica em compositores tão idosos.

André disse...

Essas são pra vc, Heitor (economia):

U.S.: The Fed's Half-Percent Interest Rate Cut

The U.S. Federal Reserve cut interest rates from 5.25 percent to 4.75 percent Sept. 18.

The Federal Funds rate determines the base cost of borrowing money in the United States, affecting -- directly or indirectly -- everything from mortgage rates to credit card payments. The higher the funds rate, the more expensive it is to borrow and the harder it is for economic activity to percolate, which reins in inflation. Conversely, the lower the rate, the easier it is to get a loan, and the faster the economy grows. Such demand, however, strengthens inflation along with the economy. The Fed's task is ultimately to keep inflation and growth in balance.

The Federal Reserve has not cut rates since the months after Sept. 11, when the fear was global recession. A half-point cut is not a minor action, but instead a serious step the Fed does not undertake lightly, particularly as signs of strengthening inflation -- whether they be import prices or higher energy costs -- are becoming more prevalent. Such a sharp rate cut indicates that the Fed fears that either the United States is flirting with recession or it is already entering one, and the best way to turn the system around is to reduce the cost of capital.

This does not have to do with the recent spate of news regarding subprime mortgages. Assuming for the moment that the total pool of endangered subprime assets is $1.5 trillion and assuming a 20 percent foreclosure rate (which would be a historical record), then "only" about $300 billion in assets is in danger. Furthermore, considering that even foreclosed homes very rarely sell for less than half of their value, the total amount of assets in question comes out to just more than 1 percent of gross domestic product (GDP). When all was said and done, the United States' last significant financial crisis -- the savings and loans debacle -- cost "only" about 3 percent of GDP. Aside from those unfortunate souls who have to foreclose, the bulk of the pain will be felt by those who attempted to leverage other assets to profit from trading these mortgages -- which are normally considered rock-solid investments -- on the secondary market.

The Federal Reserve is rarely concerned with the welfare of those who make their living trading the assets of others. It is, however, obsessed with the nature of the "real" economy, in which the subprime crisis has played a supporting role. In 2005 and 2006 irresponsible subprime lending fueled a hefty chunk of activity in the housing industry, so now as financial institutions reassess risk and tighten lending criteria, the housing industry is seeing sharp drops in demand. Add in slower growth in Europe and a stalling of growth in Japan, and the Federal Reserve under Ben Bernanke decided on a sharp interest rate cut to compensate.

Recession Ho?

The U.S. Federal Reserve reduced the federal funds rate from 5.25 percent to 4.75 percent on Tuesday.

A half-point cut is not something the Federal Reserve does often or lightly, as it indicates a sharp change for the worse in the institution's assessment of the United States' economic health. And though making economic forecasts is often little more scientific than staring at pig entrails, the evidence is mounting that a global slowdown -- and perhaps even a recession -- could be in the works. The housing market continues to cool, while consumer confidence appears to be waffling. Add in the agony of the start of an election season in which half of the country's political elite has a vested interest in convincing voters that the gravy train is over (and it is his fault!) and a recession cannot be ruled out.

Making matters worse, the United States is certainly not alone. Revised data out of Japan indicates that the rapid growth of 2006 has stalled, with Japan registering negative growth in the second quarter of the year. (First estimates for the third quarter will not be released until November.) Moreover, the dysfunction of Japan means that growth there is largely dependent on the health of the country's exports -- something that does not come easy with the U.S. dollar as low as it is.

Europe is in better shape than Japan and certainly has more options for promoting growth, but even there economic activity has slowed appreciably from 2006, with the German growth figures one-quarter of what they were a year earlier.

Assuming for the moment that these developments are not spurious and actually represent a collective economic slowing of the entire developed world, the implications are enormous -- and not just for the developed world.

The strength, stability and geopolitical aggressiveness of many powers in the developing world -- Venezuela, Russia and Iran all come to mind -- is largely based on the simple fact that they are all cash-rich because of high commodity prices. If Japan, the United States and Europe simultaneously slow -- and, even worse, if they face simultaneous recessions -- then, at a minimum, commodity prices would fall well off the levels they have been soaring at for the past three years.

The danger for these states lies in the inelastic nature of demand for oil. In many industries, it is an absolutely necessary material for which there are few substitutes. Therefore, as demand climbs, buyers find themselves forced to pay premiums for reliable access. The result is crude at $80 a barrel.

But this inelasticity also works in reverse. As economic activity slows -- and especially if it contracts -- then crude supplies build up and prices plummet. How far and how fast such declines occur is dependent on a hundred different factors ranging from security risk to the vulnerabilities of thousands of local economies. Ten years ago, the Asian financial crisis gave an excellent example of the scale: As the crisis rippled throughout the continent, global oil demand dropped by 10 percent -- but prices plummeted by three-quarters.

For petro-states that have paid down their debt, saved up billions in rainy day funds and that budget as if oil were still cheap -- such as the United Arab Emirates and Kuwait -- such a drop is painful but ultimately manageable. Russia falls in a less safe category: Moscow has eliminated its debt and saved for the future, but it is now budgeting as if the good days are here forever. They are not, and a sharp drop would see the Kremlin digging into its reserves almost immediately.

But the real pain will be reserved for states such as Venezuela that have spent the oil money as fast as it has come in. For these unlucky governments, every drop in the price of crude translates into some spending program that can no longer be supported. And a sharp drop could very well be the kiss of death.

André disse...

É, Catellius, Carlos Gomes... lembra quando teve aquela apresentação do O Escravo aqui em Brasília? Eu não fui, mas por acaso fui ver uma peça na mesma noite, aí pude ver aquela movimentação toda: muitos diplomatas, mulheres bonitas, tapete vermelho, longas Mercedes. Não sei não, mas acho q a maioria estava lá só pelo evento. Nunca ouvi uma ópera dele, mas tinha um amigo (q conhecia óperas tanto quanto vc) q detestava Carlos Gomes.

É, os temas das óperas combinaram com q aconteceu aqui.

Sim, Gomez Addams. Eu adoro a Família Addams. Pena q o Raul Julia, q fazia o Gomez, morreu de derrame cerebral.

Então Verdi estava errado.

Catellius disse...

"Ainda sou apaixonado pela Branca de Neve, embora hoje prefira a Trinity de Matrix; podemos revivê-las com um beijo."

Escrevi em outra ocasião sobre semelhanças entre Os ~Três Mosqueteiros e Star Wars e entre Rei Leão e Hamlet:

O episódio IV, o clássico, possui muitos ingredientes análogos a Os Três Mosqueteiros de Dumas. O aprendiz D’Artagnan (Luke Skywalker) que aspira ser mosqueteiro (jedi) e monta um cavalo velho amarelo (uma nave velha) e acaba recrutado para servir a rainha (Princesa Leia) com o auxílio dos inteligentes Athos e Aramis (Hans Solo), do bruto Portos (Chewbacca) e dos histriões porém prestativos escudeiros Bazin, Planchet, Mousqueton e Grimaud (C-3PO e R2-D2). Luta contra Rochefort, o homem da cicatriz (Darth Vader, cujo rosto é desfigurado), braço direito do Cardeal de Richelieu (Imperador Palpatine). Rochefort torna-se amigo de D’Artagnan (na seqüência de Os Três Mosqueteiros) e expira em seus braços, como Darth Vader, que morre nos braços de Luke. Uma grande vantagem para a história de Dumas é que não peca pelo maniqueísmo, e o protagonista acaba se vendendo para o Cardeal em troca de um posto de capitão. Isto após Richelieu autorizar (involuntariamente) Milady, a sedutora vilã, a assassinar Constance Bonacieux, adúltera amante de D’Artagnan, casada com o velhaco Sr. Bonacieux...


Existe uma comparação possivel entre o Rei Leão e Hamlet.
O pai é morto por um tirano que usurpa o trono. O filho foge mas o fantasma do pai conta o que aconteceu de fato e o compele a retornar para reclamar o trono e se vingar. Possui dois amigos, Rosencrantz e Guildenstern, o facócero e o suricato.

Temos outras óbvias e explícitas, como AI e Pinóquio, O Patinho Feio e Sabrina, e várias outras. Depois tento me lembrar... e comentar melhor o texto

Abração

Catellius disse...

Isso mesmo, André
Gomez e Addams, he he

As óperas de Carlos Gomes podem ser classificadas quase como plágios de Verdi, especificamente das primeiras óperas. Se você já ouviu Nabucco, Aroldo, Stifelio, etc., é como se já tivesse ouvido Gomes. A parte famosa do Guarany, o tema exposto pelos metais na abertura utilizado na Voz do Brasil, é muito semelhante ao início de Il Trovatore.

Abraços

André disse...

Sabe-se q George Lucas teve a idéia de fazer os Jedi depois de ver os árabes de Lawrence da Arábia. Pelo menos o figurino.

“O episódio IV, o clássico, possui muitos ingredientes análogos a Os Três Mosqueteiros de Dumas.” Faz sentido.

Rochefort era legal. Eu sempre gosto dos vilões.

O Rei Leão e Hamlet? Essa eu nem podia imaginar.

Hamlet manda matar Rosencrantz e Guildenstern, certo? Tem um filme com o Gary Oldman em q eles fazem uma comédia com a possibilidade dos dois terem sobrevivido ou algo assim.

André disse...

Aquela abertura da Voz do Brasil é legal, mas já deveriam ter acabado com aquele programa idiota.

Conheço Nabucco, é bonita, gosto de La Traviatta, Tosca e adoro Rigoletto.

Catellius disse...

Traviata é legal, Tosca é de Puccini, mas você deve saber disso, claro.

Hamlet altera o conteúdo de uma carta para levar Rosencrantz e Guildenstern para a morte. Cláudio e Laertes, irmão de Ofélia, morrem pela lâmina de uma espada envenenada, Gertrudes, a mãe, bebe vinho envenenado, Ofélia morre afogada, Polônio, pai de Ofélia e Laertes, morre com uma estocada de Hamlet enquanto o espiava por detrás de uma cortina, e o protagonista morre pela lâmina envenenada da espada de Laertes, acho. Uma boa de uma carnificina...

Errata: Lo Schiavo e não Il Schiavo

Simone Weber disse...

Querido Catellius, transmito para o André o bastão e agradeço-te pelo carinho de sempre. Continuarei a comparecer no Pugnacitas quando for possível :-).

"Temos outras óbvias e explícitas, como AI e Pinóquio, O Patinho Feio e Sabrina, e várias outras."

O Superman (Returns) e Crônicas de Narnia aludem claramente à Paixão de Cristo. Em Matrix há referências ao Jesus da Nova Aliança - o messias Neo (novo) -, a João Batista - o profeta Morpheus (deus dos sonhos), à ressurreição, à predestinação, à busca pela Terra Prometida (Zion), à trindade (Trinity). O acesso à Matrix se dar por sonhos e as cenas de bullet time remetem-me ao gnosticismo.

Nada há de extraordinário na comparação, nos três casos feita sem qualquer sutileza.

Beijocas a todos.

p.s. Li grande parte das discussões que se seguiram a meu último comentário. Julgo que traduziram mal o misterioso pronunciamento de Klatuu. Percebi que criou os templates dos blogs da Clarissa, não que assumiu serem a mesma pessoa.

André disse...

Não, eu errei mesmo. Pensei em Verdi e Tosca, falha minha. Eu vivo confundindo as óperas de Verdi e Puccini, mas só as desses dois compositores.

“Hamlet altera o conteúdo de uma carta para levar Rosencrantz e Guildenstern para a morte.” Certo, havia essa carta.

A Kate Winslet fazendo a Ofélia é um negócio... na versão de 4h do Kenneth Brannagh, que infelizmente não existe em dvd, nem lá fora. Passa na tv a cabo (TNT) raramente. Ele adaptou o texto na íntegra, não cortou nada, daí as 4h.

“Julgo que traduziram mal o misterioso pronunciamento de Klatuu. Percebi que criou os templates dos blogs da Clarissa, não que assumiu serem a mesma pessoa.” É, pode ser. Podem ser pessoas diferentes. Eu achei tudo aquilo muito confuso...

Catellius disse...

Beijos, Simone.

É, também acho essas alusões meio óbvias demais, principalmente quando o nome da menina é Trinity e o da cidade é Zion, quando o sujeito ressuscita e é o messias...

No caso do Superman a coisa ficou ridícula. Ele apanha dos sequazes de Luthor, em uma recriação do flagelo de cristo, salva a humanidade, muito fraco, abre os braços como se estivesse crucificado. Vai ao hospital e ressuscita, he he. Quem testemunha a cama vazia (sepultura vazia) em primeiro lugar é uma mulher piedosa, que chora santas lágrimas...

Aquele leão gay de Narnia, que de leão não tem nada, morre pelo menino pecador e ressuscita para combater o mal (he he he), o Neo, a Trinity, Jezuis... Quando têm a possibilidade de ressuscitar, no caso o Coiote do Papa-Léguas e outros clientes da ACME que caem de precipícios e engolem dinamites de pavio aceso, a coisa perde totalmente a graça. Ou melhor: só tem graça nos cartoons. Aliás, um rato ser preso, torturado, crucificado e depois aparecer vivo teria graça em um episódio de Itchy & Scratchy (Comichão e Coçadinha), mas perde totalmente o sentido em uma ficção pretensamente séria com seres humanos. O pior ainda é quando dizem que a história realmente aconteceu, he he.

Deixar-se matar sabendo que vencerá a morte, voltará a viver, não é nenhum sacrifício. No caso de Jezuis, foi só um pretexto para o mestre abandonar os discípulos chatos, como fez o C. Mouro por aqui, he he.

Simone, quanto à Gothic Trinity, deixa quieto. Alguns exegetas dizem que os três são um, outros que são três, outros que são dois. Estas eméticas questões estão sob aquilo que deitei fora e sobre o qual joguei um tanto de terra. Nem se eu sair fungando por aí, como me sugeriram, encontrarei onde elas estão enterradas, he he.

Beijos

André disse...

As alusões desses filmes são bobas mesmo.

Gosto de Senhor dos Anéis, tanto os livros quanto os filmes, todos têm qualidade. Bela história. Se tem algo do catolicismo privado/conservador de Tolkien ali, não sei ainda, não me dei ao trabalho de ficar prestando atenção nessas coisas. Só sei q é legal.

Matrix, gosto do primeiro e de partes do segundo. O terceiro é idiota: os softwares “do bem” e os “do mal”, ou “as máquinas”, fazem uma trégua. Que ingênuo. E que falta de imaginação e vontade de acabar logo tudo de uma vez, correndo.

Nunca vi ou li as Crônicas de Nárnia.

O Coiote e o Papa-Léguas e todos os outros personagens do Pernalonga (na verdade, do gênio Chuck Jones, o mestre da animação), são os desenhos mais engraçados q existem.

“No caso de Jezuis, foi só um pretexto para o mestre abandonar os discípulos chatos, como fez o C. Mouro por aqui, he he.” Uma boa escapatória, sem dúvida.

Nem os maiores teólogos bizantinos saberiam explicar a Gothic Trinity q baixou aqui por um tempo.

André disse...

Simone, uma perguntinha: o que o bullet time tem a ver com o gnosticismo?

Acho q vc foi fundo nessa. Ou eu é q ainda estou muito no raso, he, he.

Ricardo Rayol disse...

Meu amigo, Star Trek NG tem um dos melhores estorias de todas as séries. As batalhsa contra os borgs são de arrepiar se comparar com toda a franquia.

Tirando isso, holiwood tenta mas o americano não sabe nada de porra nenhuma de geopolitica e acha que todos são high school musicals.

Bocage disse...

Melhor versão da vida de Crestos Ben Pantera não há do que Branca de Neve e os Sete Anões.
A rainha má ordena a execução de Branca de Neve após o espelho mágico lhe informar que a inocente enteada é a mais bela de todo mundo.
Herodes, ciente da profecia e informado pelos Reis Magos da sua iminente concretização – o nascimento do messias -, ordena a seus soldados que trucidem o alvo de seus temores.
Pequenas diferenças:
BN é salva e foge para um bosque, onde encontra sete anões e os ensina a ser justos, limpos e organizados.
JC é salvo e seus pais o conduzem ao Egito. Após um tempo reúne doze apóstolos e ensina-os a ser injustos, sujos e desorganizados, rsrs.
Os anões trabalham com mineração.
Os apóstolos confiam na providência.
A bruxa mata BN e os anões arriscam a vida para salvá-la.
Os fariseus matam JC e os apóstolos fogem com a cauda peluda metida entre as pernas.
BN ressuscita ao ser beijada por um príncipe encantado.
O corpo roxo e inchado de JC é subtraído do sepulcro pelos apóstolos enquanto as sentinelas contavam a propina.

André disse...

Ricardo Rayol, o americano médio não sabe nada de coisa alguma e pensa que a vida é uma grande high school com Harvard, Yale ou Princeton lá no final. Ou uma final de jogo de baseball, algo assim.

Bocage, essa dos anões como apóstolos ficou engraçada. E o príncipe encantado seria Deus. E junte a isso aquela historinha muito popular de q os desenhos da Disney trazem imagens horríveis, mas tudo em frações de frações de segundo, as tais “imagens subliminares”, captadas mais pelo cérebro do q pelos olhos, que assombrariam as criancinhas pelo resto de suas vidas. Daria pra fazer um romance de entretenimento como O Código Da Vinci com isso. Quem sabe a Disney e a Igreja não teriam um pacto secreto.

Simone Weber disse...

André, no gnosticismo as divindades mais evolvidas são preparadas, por meio de concentração e recolhimento, para atingir a imobilidade e o silêncio, mesmo inseridas no frenesi mundano. "You have to focus, Trinity", ouvimos de Morpheus em determinada cena do filme.

Beijos

Anônimo disse...

Será que a maçã envenenada pode simbolizar o pecado, como na estória de Adão e Eva?

André disse...

Ah, certo, agora entendi o q vc queria dizer, Simone.

Obrigado pela explicação.

Catellius disse...

Grande Heitor,

"Falando neles, temos o Super-Homem, um extraterrestre de Kripton que acaba se tornando o melhor dos americanos. Existe um monte de Super-Homens nos EUA, estrangeiros literalmente vindos de lugares que os americanos nem imaginam onde ficam e que acabam se tornando o sal da terra da América."

Genial. O superman é um imigrante ilegal que realizou o sonho americano, he he. E ainda fez sua casa no Pólo Norte, decerto para não pagar impostos, he he. Isso que é liberdade!!!!

"Aparentemente, na escola deles ocorre uma estratificação dos alunos em grupos definidos por suas habilidades."

As patricinhas déspotas esclarecidas gostam de brincar de deus e de alterar a ordem natural do mundo, operam milagres ao ajudar um loser a subir de vida, a mudar de extrato social e ser respeitado entre a casta mais elevada, das cheerleaders e dos esportistas. Tais losers são amiúde execrados pelos seus antigos pares, os seus amigos de verdade, e, após algumas desventuras, acabam se redimindo e voltam para o grupo do qual nunca deveriam ter saído.
No "Prom", baile de formatura, vemos sempre uma espécie de Juízo Final onde os maus são desmascarados e os bons coroados rei e rainha do baile, em uma espécie de direito divino, he he, após o qual virá uma nova vida, uma vida real, em que os últimos serão os primeiros; os esportistas virarão funcionários de oficina mecânica, as cheerleaders engravidarão solteiras e se transformarão em matronas acabadas, os losers trocarão óculos por lentes de contato e governarão os EUA e o mundo da ciência...

"Curiosamente, são heróis solitários (Jason Bournes e o policial de Die Hard), livres da busca neurótica pela companheira perfeita."

São a versão moderna do cowboy, que descende de Rolando, El Cid e Rocambole, que descendem de Teseu, Hércules, Perseu e Aquiles, entre outros.

--//--

Anônimo, na versão que meu pai lia para mim quando eu era moleque a feiticeira cravava um pente envenenado na cabeça da Branca de Neve após tentar matá-la apertando demais o espartilho. Pente e espartilho estão nitidamente conectados à vaidade. Quanto à maçã, não sei como surgiu, se os irmãos Grimm chegaram a escrever sobre uma maçã envenenada.
Há menção a um fruto proibido no Gênesis, não a algum fruto em especial.
Abraços a todos

Eduardo Silva disse...

Nossa!!!não gostei do texto!!!
O fato de exaltarem uma figura representativa de uma ideologia qualquer, seja o coletivismo ou individualismo, é dizer o seguinte: olha que legal ser assim, seja também!!!Isso não é individualismo isso é uma forma de propagar uma ideologia, ainda mais se tratando da criação dessas figuras(super-homem) que atingem as grandes massas!!!

O super-homem foi criado para mostrar o quanto os Estados Unidos eram superiores à URSS (principalmente naquele episódio que ele faz girar a terra - da forma mais tosca possível - para voltar no tempo e salvar a sua amada), não tinha nenhum objetivo de mostrar um indidualismo.

O povo norte-americano é coletivista na sua essência!!!Um exemplo é quando em 1997 a classe rica dos Estados Unidos começou a publicar a simples idéia que para ter um filho saudável era preciso regular suas horas de refeições, lanche, almoço, jantar, e a partir desse momento se criou a ilusão de que realmente aquilo era saudável, e mesmo sem nenhuma ponderação-por mais simples que seja-toda a classe média passou a repetir o ato indiscrimidamente (resultado isso contribuiu para o aumento do número de gorduras na população, segundo pesquisa do sociológo Peter Berger).

é quase o mesmo que falar que comer manga com leite faz mal!!!

Os filmes norte-americanos revelam justamente o contrário do que o Heitor fala no texto, demonstra um povo inseguro de sua personalidade, que precisa se apoiar em estereótipos (patricinha, jogador de futebol americano, intelectual, pegador de mulheres) malfazejos para sustentar-se socialmente, como uma máscara feita de tijolos para acomodar-se na sua hipocrisia.
O povo dos EUA é movido por propagandelas "criativas" que repetem as mesmas mesquinhas idéias de sempre, de filmes holyhoodianos sem a menor graça, nos quais a história tem começos-meios-fins de copia-e-cola!!!

É meu caro Heitor, discordo de cada palavra que tu dissestes!!!

Soh falta o C. Mouro para falar de coletividade repetindo as mesmas ídéias de décadas, que para conhecê-las com uma fundamentação mais plausível e lógica é soh ler os aforismo de Nietzsche quando fala do Animal de Rebanho em ECCE HOMO e em Além de Bem e Mal.



É isso!!!

André disse...

Não, o povo norte-americano é individualista, dinâmico e empreendedor em sua essência. Um povo um pouco paranóico às vezes, e que gosta de uma guerra de vez em quando, também.

http://execout.blogspot.com/2007/09/united-states-distinguishing-between.html

http://execout.blogspot.com/2007/04/eu-downward-spiral.html

http://execout.blogspot.com/2006/12/building-blocks-of-technology-and.html

http://execout.blogspot.com/2006/11/global-market-brief-look-ahead-next.html

http://execout.blogspot.com/2006/10/us-at-300-million-strong-benefits-of.html

Fantasma do C. Mouro disse...

Chorem, cães, eu nunca mais pisarei neste blog fedorento, kkkk

Eduardo Silva disse...

"Não, o povo norte-americano é individualista, dinâmico e empreendedor em sua essência."

Tah André, discordo totalmente, porém se me mostrar com argumentos plausíveis, eu acredito, senão...

Individualismo não é ser bom empreendedor, dinâmico, ou seja lá o que for!!! O que acontece com esse povo é um coletivismo, as pessoas buscam seu ideal baseados na consciência coletiva de massa, A Procura da Felicidade na verdade é a procura pelo dinheiro, pela fama, pelo sucesso, pelo status, e seja lá pelo que for estabelecido pelo sensus coletivo de massa daquela sociedade.

Ser um empreededor não quer dizer que se é individualista, até porque é possível um servidor público ser muito mais individualista do que um empreendedor que fulcra sua imagem na projeção que a sociedade faz do que é melhor a ser perseguido ou não. Isso é coletivismo, é aquele idiota que Nietzsche chama de Animal de Rebanho, que se reflete naquilo que outros estabelecem como projeção e não numa reiteração contínua e individual daquilo que ele realmente é e realmente ele mesmo produz.

Eduardo Silva disse...

André,

eu não to conseguindo acessar seus links, são seus textos??Se sim, peço para que vc resumisse as idéias nesse espaço mesmo!!!

Eu poderia estar falando sobre a ontognosiologia social e antropomórfica, mas não quero ser o prolixo e nem ler as piadas daquele Ocioso

Catellius disse...

Obviamente, toda sociedade é em boas doses coletivista. A americana não é exceção, mas comparada a outras sociedades mundo afora e através dos séculos, pode ser considerada individualista.

André disse...

Eduardo, os links estão funcionando, pelo menos por aqui, mas vc tem q copiar e colar, lançando-os na barra superior do navegador, do Explorer. Não funcionam para click direto.

São análises da Strategic Forecasting, mas concordo com os caras. Fazem meu estilo. E são textos bem detalhados e profundos, não sei se muito acessíveis, conheço gente q acha q sim, outros q detestam essas coisas.

Até resumiria minhas idéias, mas não sei nem por onde começar agora, precisaria parar pra pensar com calma no assunto.

Bom, é isso aí!

André disse...

Conheço muitos animais de rebanho, em todos os aspectos, níveis e departamentos da vida. São mesmo criaturinhas toscas e deprimentes. Mas tem muita gente de verdade também, cuja existência compensa de longe a convivência com essa ratatuia.

Bom, Eduardo, se isso aqui fosse um tribunal, he, he, seguiria o "voto do Relator", do Catellius, sobre o grau de individualidade nos US of A. Eles são mais individualistas, coletivismos à parte. That's it.

Heitor Abranches disse...

eduardo,

Vc consegue imaginar algum outro lugar do mundo onde alguem pudesse realizar um filme como Guerra nas Estrelas que custou centenas de milhoes de dolares, envolveu centenas de profissionais altamente especializados, os mais variados prestadores de servico, capital de risco, uma complexa rede de distribuicao, e um projeto que levou anos para ser desenvolvido?

Um exemplo, no Brasil, se vc contrata uma empresa para prestar um servico e ela comete um erro que causa um prejuizo para o seu projeto cujo custo ela nao pode suportar ela tem direito a rescindir o contrato.

Alem disso, temos a doutrina basica da nossa legislacao que diz que a lei se sobrepoe ao contrato. O contrato e a expressao da vontade entre duas partes que pode ser submetida pela lei que e a expressao da vontade coletiva.

Acho que este um ponto que ilustra bem a visao americana de que o individuo deve ser livre para tomar suas decisoes e suportar suas consequencias.

Aqui ainda prevalece a ideia de uma tutela estatal que algumas vezes ate pode ser positiva.

Pessoalmente sou contra o coletivismo mas sou a favor do comunitarismo. Cada comunidade deve resolver os seus problemas e o Estado apoiar no que for possivel...Considero o coletivismo uma doutrina massificante e alienante.

Heitor Abranches disse...

Neste sentido, me desculpem os politicamente corretos mas concordo com a ideia das milicias. Me parece melhor que uma comunidade tenha uma forca de seguranca propria capaz de protege-la do trafico de drogas em um ambiente que mostra claramente que o Estado nao tem capacidade de se sobrepor ao trafico...

E a visao americana onde o Estado ainda tem os procurados que podem ser cacados por cidadaos devidamente habilitados.

A visao americana de que o cidadao deve ter direito a sua propriedade e aos meios de defende-la e o direito de faze-lo.

Hoje, se alguem balear um ladrao em sua casa e possivel que fique mais tempo preso do que o proprio ladrao...

André disse...

Naquela época os filmes não custavam centenas de milhões de dólares, isso é coisa dos anos 90 pra cá. Star Wars foi feito com o orçamento no limite e ninguém confiava muito em George Lucas, um novato. A Fox praticamente não liberava dinheiro.

Mas isso está certo: “envolveu centenas de profissionais altamente especializados, os mais variados prestadores de servico, capital de risco, uma complexa rede de distribuicao...”

No Brasil, tirando um ou outro filme razoável, o q temos? Filmes sobre a ditadura, de uma forma ou de outra, montes deles. Filmes "intelequituais". Diretorzinhos/publicitários como o Jorge Furtado, petista declarado, que desde a entrada do Lula no poder recebe cada vez mais grana do governo pra fazer seus filmes vagabundos. Ficou rico. Faz comédias bobas e documentários de fundo “social”, basicamente.

Uma vez até saíram dois juntinhos, casadinhos, no mesmo dia. Um de Eduardo Coutinho, Peões, com as origens de Lula, e outro chamado Entreatos, feito por um daqueles irmãos Salles (uma família de cineastas de esquerda), mostrando a campanha de 2002, q terminou com esse animal feito “presidente”. E na época todo mundo negou q tivessem combinado pra lançar os dois filmes juntos. Sei...

A lei se sobrepor ao contrato, também acho isso errado. E no Brasil a Administração Pública tem muita força, deveria ter menos. Bom, é o Estado, no final das contas. E o Estado tem força demais aqui.

“Aqui ainda prevalece a ideia de uma tutela estatal que algumas vezes ate pode ser positiva.”

Infelizmente.

Eu também gostaria de ver milícias eliminando criminosos por conta própria.

“Hoje, se alguem balear um ladrao em sua casa e possivel que fique mais tempo preso do que o proprio ladrao...”

É ridículo, mas esse risco existe.

Anônimo disse...

Qt voce recebe da ala liberal pra falar contigo mesmo?? Parasita!

Anonymous disse...

' E na época todo mundo negou q tivessem combinado pra lançar os dois filmes juntos. Sei...'

É, ateus direito-fascistas alucinados. Richard Dawkins, Christopher Hitchens e Sam Harris lançam ao mesmo tempo seus livros de contuúdo idêntico, querendo destruir os pilares da civilização ocidental, mas aí não é coincidência, lógico...

Heitor Abranches disse...

Prezados anonimos,

Infelizmente ainda nao entramos na folha de pagamento do mensalao nem ganhamos nenhum cargo de confianca.

Nao somos deputados da base de apoio, nao somos intelectuais que publicam livros mui bem pagos pelo governo, e tbm nao ganhamos nenhuma Secretaria como o Mangabeira.

Quem sabe nao conseguimos entrar em algum acordo financeiro com a Carta Capital que ja esta apoiando alguns blogueiros...

Uma FC comissionada ja seria alguma coisa tbm.

Eduardo Silva disse...

"Um exemplo, no Brasil, se vc contrata uma empresa para prestar um servico e ela comete um erro que causa um prejuizo para o seu projeto cujo custo ela nao pode suportar ela tem direito a rescindir o contrato."

Parcialmente certo, depende do regime de contratação do serviço, se for uma empreitada, aquela proveniente do instituto romano da locatio operarum, a empresa é responsável pelos danos que causar eh por isso que existe a figura processual da denunciação da lide.

Assim o art 70, III, do CPC diz que àquele que estiver obrigado, pela lei ou pelo contrato, a indenizar, em ação regressiva, o prejuízo que perder a demanda, é obrigatória a denunciação da lide. Ou seja, é apenas uma regressão com a empresa responsável por prestar os serviços. Aqui, salientando, não há solidariedade.

Heitor Abranches disse...

eduardo,

desculpe, fiquei sem entender.

André disse...

Sim, depende do regime de contratação do serviço. Como está no CPC: quem for obrigado, por lei ou contrato, a indenizar em ação regressiva o prejuízo de quem perder a demanda, etc, etc., é isso aí. Uma ação regressiva contra o prestador, não é caso de solidariedade.

André disse...

Depende do regime sob o qual a obra foi contratada (entre a Administração Pública e a empresa, p. ex.). A empresa quase sempre é responsável pelos danos q causar e cabe ação regressiva contra esta.

O Estado arca com o prejuízo, mas depois vai em cima do particular, via ação regressiva. Não sei todas as hipóteses em q isso ocorre de cabeça, teria q dar uma olhada na parte de contratos administrativos. Mas nem sempre a empresa escapa. Na verdade, é muito difícil ela escapar.

Ao menos na teoria.

André disse...

Ah, sim: denunciação da lide é o nome de um instituto do direito processual civil, por meio do qual o particular responsável pelo dano é trazido para o processo. ele passa a fazer parte do processo, a integrá-lo. Ou seja, ele não escapa.

Eduardo Silva disse...

Pronto, acho que o André falou tudo, e ainda deu um exemplo para ficar mais claro!!!

André disse...

Claro q a denunciação da lide não tem somente essa utilidade, nem tem a ver apenas com ações regressivas. Há vários casos em q a denunciação se faz necessária. E esse é um deles. O art. 70, inciso III, do Código de Processo Civil (CPC), q o Eduardo citou, faz parte de uma série de artigos e incisos sobre esse instituto jurídico (denunciação da lide).

Bom, isso é tudo.

André disse...

Caro Catellius,

tomei a pequena liberdade de postar agora aquele texto q disse q só ia liberar lá pelo domingo. Digamos q é uma boa forma de me despedir de todos antes desse final de semana, que será meio corrido para mim.

Depois vc arruma o post nos "Marcadores", não sabia muito bem como classificá-lo.

E uma "fotinho", também, he, he

Espero que gostem.

Bom final de semana pra todos!

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